Há gente com classe e classes de gente …
Escutei isto já não me recordo muito bem onde ou aonde, parece-me que, numa canção de um qualquer grupo, mas, logo na primeira vez agudizou-se-me o radar da intuição, como a dizer-me que disto se pode falar ou pelo menos tentar.
Também já ouvi algo similar, quiçá de uma forma um pouco mais elitista, Joaquin Sabina … “há pobres extraordinários e ricos miseráveis”(*), suponho que também há pobres miseráveis e ricos extraordinários.
Sim, há classes de gente.
Não me refiro aquela (antiga) propaganda da Cola Cola, “para os altos e para os baixos” …
Refiro-me a que todos podemos ser classificados pelo que somos, ou como parece que somos, ou por como actuamos, ou pelas nossas palavras, ou ainda pelos nossos silêncios.
A todas as horas, todos os dias, conhecemos nova gente e avançamos ou retrocedemos no conhecimento dos que nos rodeiam …
Como em tudo, as primeiras são boas, mas quiçá tão-pouco seja prudente fiarmo-nos só nelas.
Parafraseando, como La Palice (ou la Palisse), o vinho, os livros e os amigos têm de ser velhos, redundando assim o tempo como o medidor da valia das coisas junto com a quietude que com isso deixa nas pessoas...
Este verão quero recordar-me da gente com classe e de essa classe de gente que nos convida para sua casa no primeiro dia de férias, ou daquele outro alpinista amigo que, depois de ter traçado meticulosamente com muita ilusão uma rota, segundo a lei da montanha e das boas, muito boas pessoas, perde a sua ilusão e acompanha quem mediu mal as suas forças e volta para trás porque acha que não pode com a ascensão.
Lembro-me das pessoas que são e se dão a si mesmas, daquelas que sabem ver como ler nas entrelinhas, dos que são tão amáveis que nos fazem dar conta do importante que é ser amável com todo mundo.
Há gente com classe e classes de gente.
Mas, 'os outros', os que não têm classe ou os seus comportamentos não merecem o qualificativo de humanos, não merece a pena falar, perder tempo, porque nos “chateiam”, nos desalentam e nos fazem ser gente sem classe …
Má gente, pois.
(*) em “Mas De Cien Mentiras” (1ª quadra do último estribilho)
Escutei isto já não me recordo muito bem onde ou aonde, parece-me que, numa canção de um qualquer grupo, mas, logo na primeira vez agudizou-se-me o radar da intuição, como a dizer-me que disto se pode falar ou pelo menos tentar.
Também já ouvi algo similar, quiçá de uma forma um pouco mais elitista, Joaquin Sabina … “há pobres extraordinários e ricos miseráveis”(*), suponho que também há pobres miseráveis e ricos extraordinários.
Sim, há classes de gente.
Não me refiro aquela (antiga) propaganda da Cola Cola, “para os altos e para os baixos” …
Refiro-me a que todos podemos ser classificados pelo que somos, ou como parece que somos, ou por como actuamos, ou pelas nossas palavras, ou ainda pelos nossos silêncios.
A todas as horas, todos os dias, conhecemos nova gente e avançamos ou retrocedemos no conhecimento dos que nos rodeiam …
Como em tudo, as primeiras são boas, mas quiçá tão-pouco seja prudente fiarmo-nos só nelas.
Parafraseando, como La Palice (ou la Palisse), o vinho, os livros e os amigos têm de ser velhos, redundando assim o tempo como o medidor da valia das coisas junto com a quietude que com isso deixa nas pessoas...
Este verão quero recordar-me da gente com classe e de essa classe de gente que nos convida para sua casa no primeiro dia de férias, ou daquele outro alpinista amigo que, depois de ter traçado meticulosamente com muita ilusão uma rota, segundo a lei da montanha e das boas, muito boas pessoas, perde a sua ilusão e acompanha quem mediu mal as suas forças e volta para trás porque acha que não pode com a ascensão.
Lembro-me das pessoas que são e se dão a si mesmas, daquelas que sabem ver como ler nas entrelinhas, dos que são tão amáveis que nos fazem dar conta do importante que é ser amável com todo mundo.
Há gente com classe e classes de gente.
Mas, 'os outros', os que não têm classe ou os seus comportamentos não merecem o qualificativo de humanos, não merece a pena falar, perder tempo, porque nos “chateiam”, nos desalentam e nos fazem ser gente sem classe …
Má gente, pois.
(*) em “Mas De Cien Mentiras” (1ª quadra do último estribilho)
(23JUL2010)
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3 comentários:
Quer dizer, os amigos podem ser velhos, mas as amigas convém que sejam novas.
... assim há mais tempo para a amizade frutificar.
Táxi Pluvioso
Novas e em bom estado de conservação ... é que há coisas mais antigas que ...
Bem é melhor mudar de assunto e ...
Um bom fim de semana.
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