O VIDEIRINHO

sábado, setembro 18, 2010

LIBERTINAGENS

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Henri Matisse, “Joie de vivre”


Sempre odiei as rotinas.

Detesto saber exactamente o que se passará amanhã, sem nenhuma novidade.

Sei que não sou o único e de facto, a rotina, é um dos principais inimigos dos casais (pares ou parceiros) na vida diária, na vida sexual.

Fazer tudo da mesma maneira porque sabes que assim funciona, ou não te atreveres a algo mais porque não estás seguro se o teu par gostará, parece-me o mais fastidioso e insonso do mundo.

Muitas vezes o teu parceiro(a) "morre" para que lhe faças o que ambos estão a pensar fazer, mas só o pensar no “que é correcto” ou seja “decente”, deixa passar a ocasião de irem mais além … e .. nem um comentário.


Por vezes sobram as palavras e as acções é que contam, não se torna necessário perguntar ou dizer, há mesmo que mostrar e actuar e, se vires que tudo “marcha” bem … continua até ao final; não te chateies em insistir, mesmo que tenha havido reparos ou resistência (débil) no início.

Liberta-te.

Libertai-vos!

Não há nada melhor que ir caminhando por “qualquer local” com @ parceir@ e um beijo inesperado e fugaz mas tão divino que desencadeia uma intensa, apaixonada, enternecida, amante … reacção que imediatamente sabes que queres ir para a cama (ou outro local de “culto”), desnudo, enredado ou enleado, compartindo com o par os aromas e sabores da pele um do outro.


Dar uma massagem intensa, espalhando um creme tépido na pele do teu par, começando pelas costas e percorrendo todo o corpo sem “intenções aparentes” de que o que queres é sexo, aviva e excita “bravamente” o “pessoal”, porque, que melhor maneira de estimular a chama que inflama algo inesperado do que uma forma diferente e ... mais ainda sem sequer o procurar?

“Pega” no teu par e leva-@ a um hotel (sem que el@ o espere), deixem fluir as diversas fantasias (reais), esqueçam as barreiras que a sociedade impõe (?); sempre pensei e deves pensar o mesmo que, com o teu par, em pleno acto sexual, TUDO pode ser derrubado enquanto os dois desfrutem plenamente e o que façam seja com o consentimento mútuo.



Não queria terminar sem dizer as mil coisas que podem surgir pela espontaneidade, mas o que sim, se pode realizar, se alguma vez te pareceu uma fantasia, se trabalhas para isso.

O sexo, o coito, fazer amor, transar … é algo tão natural e essencial na vida de todos, que quando se desfruta, se aprende a gozá-lo, torná-lo prazenteiro e espontâneo em pares, compromete-nos mais, é algo que alegra, alimenta e marca a diferença no nosso dia a dia.

Sempre pensei e sei que deves deixar para trás as amarras e ...

SÊ ESPONTÂNEO!!!

SEJAI ESPONTÂNEOS!!!

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