O VIDEIRINHO

terça-feira, setembro 21, 2010

SEXO PARA ELAS, AMOR PARA ELES

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Numa de arrumações, de uns desarrumados de outrora, (como é lógico, evidente, racional, intuitivo e ... basta!), encontrei um livreco que agora me parece mais ou menos interessante.

Está escrito em espanhol (castelhano) por uma Psicóloga e Sexóloga argentina e reflecte uma realidade à qual, aliás, eu pertenço.

Sim é uma espécie de mezinha ou receita para quem não consegue ter sexo sem amor.

Intitula-se “Ellas quieren sexo y ellos amor”, de Sandra Lustgarten e embrenha-se numa narrativa em como as mulheres, para além de na sociedade e no trabalho, também escalaram uns bons postos na cama, como resposta adaptativa/combativa aos homens que actuavam como predadores.



O livro inclui testemunhos/histórias quentes e cadentes para conhecer outras realidades e outras formas de vida e actuação, ao que parece desde uma perspectiva informativa mas também muito sugerível e sexual.

O resultado é o aparecimento de uma “nova” mulher, muitíssimo mais sexual e sexualizada que a autora retrata e, como efeito colateral, um homem bastante assustado (que surpresa! Quem diria!) que não sabe como actuar e que, ao mesmo tempo pondera sobre a sua virilidade e dá alguns passos para trás.

O que espera um homem que transborda amor!



Ao sexo sem amor ???!!!

Não obstante, quando estou a amar uma das minhas musas, ou inclusivamente quando me perco no corpo de uma nova amante, que sei não vou voltar a ver, entrego-me e sinto exactamente o mesmo nela e dela.

Entrego-lhe o meu amor durante esse lapso de tempo e depois redobro-me em mim mesmo para esquecê-la e ao amor que me transmitiu.

Uma amante, um projecto que se pode perder por culpa do amor.

Temos que querer à pessoa com quem estamos!

Assim seja.

E depois esquecer …

Será?

26JUL2010

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3 comentários:

Multiolhares disse...

uns dirão que sim, outros que não, hoje em dia já não se sabe de nada
fica bem

xistosa - (josé torres) disse...

Multiolhares

Esquecer?

Uma das coisas mais "importantes" da vida ...
Penso que dá para pensar.

Táxi Pluvioso disse...

É bem verdade, os papéis inverteram-se. Eles querem amor.