
Numa de arrumações, de uns desarrumados de outrora, (como é lógico, evidente, racional, intuitivo e ... basta!), encontrei um livreco que agora me parece mais ou menos interessante.
Está escrito em espanhol (castelhano) por uma Psicóloga e Sexóloga argentina e reflecte uma realidade à qual, aliás, eu pertenço.
Sim é uma espécie de mezinha ou receita para quem não consegue ter sexo sem amor.
Intitula-se “Ellas quieren sexo y ellos amor”, de Sandra Lustgarten e embrenha-se numa narrativa em como as mulheres, para além de na sociedade e no trabalho, também escalaram uns bons postos na cama, como resposta adaptativa/combativa aos homens que actuavam como predadores.

O livro inclui testemunhos/histórias quentes e cadentes para conhecer outras realidades e outras formas de vida e actuação, ao que parece desde uma perspectiva informativa mas também muito sugerível e sexual.
O resultado é o aparecimento de uma “nova” mulher, muitíssimo mais sexual e sexualizada que a autora retrata e, como efeito colateral, um homem bastante assustado (que surpresa! Quem diria!) que não sabe como actuar e que, ao mesmo tempo pondera sobre a sua virilidade e dá alguns passos para trás.
O que espera um homem que transborda amor!

Ao sexo sem amor ???!!!
Não obstante, quando estou a amar uma das minhas musas, ou inclusivamente quando me perco no corpo de uma nova amante, que sei não vou voltar a ver, entrego-me e sinto exactamente o mesmo nela e dela.
Entrego-lhe o meu amor durante esse lapso de tempo e depois redobro-me em mim mesmo para esquecê-la e ao amor que me transmitiu.
Uma amante, um projecto que se pode perder por culpa do amor.
Temos que querer à pessoa com quem estamos!
Assim seja.
E depois esquecer …
Será?
.
Está escrito em espanhol (castelhano) por uma Psicóloga e Sexóloga argentina e reflecte uma realidade à qual, aliás, eu pertenço.
Sim é uma espécie de mezinha ou receita para quem não consegue ter sexo sem amor.
Intitula-se “Ellas quieren sexo y ellos amor”, de Sandra Lustgarten e embrenha-se numa narrativa em como as mulheres, para além de na sociedade e no trabalho, também escalaram uns bons postos na cama, como resposta adaptativa/combativa aos homens que actuavam como predadores.

O livro inclui testemunhos/histórias quentes e cadentes para conhecer outras realidades e outras formas de vida e actuação, ao que parece desde uma perspectiva informativa mas também muito sugerível e sexual.
O resultado é o aparecimento de uma “nova” mulher, muitíssimo mais sexual e sexualizada que a autora retrata e, como efeito colateral, um homem bastante assustado (que surpresa! Quem diria!) que não sabe como actuar e que, ao mesmo tempo pondera sobre a sua virilidade e dá alguns passos para trás.
O que espera um homem que transborda amor!

Ao sexo sem amor ???!!!
Não obstante, quando estou a amar uma das minhas musas, ou inclusivamente quando me perco no corpo de uma nova amante, que sei não vou voltar a ver, entrego-me e sinto exactamente o mesmo nela e dela.
Entrego-lhe o meu amor durante esse lapso de tempo e depois redobro-me em mim mesmo para esquecê-la e ao amor que me transmitiu.
Uma amante, um projecto que se pode perder por culpa do amor.
Temos que querer à pessoa com quem estamos!
Assim seja.
E depois esquecer …
Será?
26JUL2010
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3 comentários:
uns dirão que sim, outros que não, hoje em dia já não se sabe de nada
fica bem
Multiolhares
Esquecer?
Uma das coisas mais "importantes" da vida ...
Penso que dá para pensar.
É bem verdade, os papéis inverteram-se. Eles querem amor.
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