Arribei à costa num batel sem leme e sem dono, como uma espécie de Facebook ou Twitter em três dimensões, com som, olores e sabores, com a possibilidade de sentir de verdade o pulsar do mundo sem demasiados enganos.
Entro e conecto-me, passando um par de horas rodeado de gente que não conheço, ou conheço apenas como um ponto, sim, ponto, aquela figura geométrica sem dimensões, sempre amável e simpática, professional e extraordinária, cheia de matizes por descobrir, de histórias, de situações que esperam o seu momento para resplandecerem, de palavras por falar.
Lentamente vai-se forjando uma nova vida junto com essas outras vidas sempre muito mais brilhantes que a nossa.
É inexorável.
Nada se tem passado pois jamais existi para além desses vistaços de soslaio e talvez… por alguma vez, numa camuflagem de um monitor de um qualquer computador.
E o futuro tão-pouco se deixa adivinhar, é apenas uma sensação… “talvez chegue o dia em que tudo isto me seja realmente quotidiano”…
Os dias vão desfilando lentos, a passo de caracol, hora atrás de hora, ainda que no final nos pareçam vertiginosos.
É inexorável.
Nada se tem passado pois jamais existi para além desses vistaços de soslaio e talvez… por alguma vez, numa camuflagem de um monitor de um qualquer computador.
E o futuro tão-pouco se deixa adivinhar, é apenas uma sensação… “talvez chegue o dia em que tudo isto me seja realmente quotidiano”…
Os dias vão desfilando lentos, a passo de caracol, hora atrás de hora, ainda que no final nos pareçam vertiginosos.
O presente é uma matéria que se funde comigo a cada instante.
Lancei os dados e saiu um, não dois, cinco … cinco pintas em cada um que me transportaram em glória, pelo Jogo da Glória com respostas para a vida.
E assim de resposta em resposta vou dando os passos que me tocam… de ponte em ponte, avançando com firmeza porque sou levado pela corrente.
Assim lá vou desde que saltei cinco pontes, vivaracho e contente, prudente enquanto faço outras pequenas piruetas que deixam entrever quem sou, ainda que nem eu mesmo o saiba.
Lancei os dados e saiu um, não dois, cinco … cinco pintas em cada um que me transportaram em glória, pelo Jogo da Glória com respostas para a vida.
E assim de resposta em resposta vou dando os passos que me tocam… de ponte em ponte, avançando com firmeza porque sou levado pela corrente.
Assim lá vou desde que saltei cinco pontes, vivaracho e contente, prudente enquanto faço outras pequenas piruetas que deixam entrever quem sou, ainda que nem eu mesmo o saiba.
Um saltimbanco encontrando o seu lugar nos compartimentos da vida, entre uns e os outros.
Volto a escrever nesta minha casa.
Nunca aprenderei!
Neste infinito branco e invisível, talvez, também tudo seja novo ainda que pareça que já fiz ou disse tudo antes nalgum outro local, quando o todo era um.
Volto a escrever nesta minha casa.
Nunca aprenderei!
Neste infinito branco e invisível, talvez, também tudo seja novo ainda que pareça que já fiz ou disse tudo antes nalgum outro local, quando o todo era um.
Era eu!
Bem vindos…
Aquele abraço.
Bem vindos…
Aquele abraço.
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