O VIDEIRINHO

domingo, setembro 19, 2010

- As melhores quecas (transas), as de solteiros e as melhores masturbações, as de casado !

"PETTING"

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O conteúdo deste arrazoado é só para adultos.

Portanto, se ainda não estás maduro, zarpa e vai aportar a outro poiso.

Ah! E não te esqueças de verificar o BI.

“Petting” (roçar - acar
iciar – com conotação sexual), é um termo que os anglo-saxões utilizam para denominar esse leque de jogos que enriquecem as relações sexuais.

Falar da sexualidade humana é falar de pessoas, de seres.

De ele e de ela.

De momento não me pronuncio pelo ele/ele ou o ela/ela, mas podem fazer a interpolação e interpretação ao livre arbítrio de cada um.

Tanto em termos de sentimentos como em termos de sentidos.

De fisiologia e
de emotividade.

De paixão e de vontade.

De razão e sem razão.

É falar de nó
s.

“Petting” é a palavra certa, voluptuosa, dos anglo-saxões para designar um cicio, num jogo de carícias, massagens e tudo o que nos aflui, que rodeia as relações sexuais.


Isto enriquece em duas linhas de igual importância, a sensitiva ou física e a emocional.

Há uma relação directa entre a quantidade de tempo que se dedica à estimulação própria e d@
parceir@ e o prazer sentido.

Assim mesmo, é sabido que tanto a mulher como o homem, necessitam com o avançar da idade de maior estimulação, mais variada e diversa, para alcançar um nível de excitação suficiente que proporcione uma resposta satisfatória.

Quanto mais tempo se dedique à estimulação própria d@ parceir@, tanto mais prazenteira será a relação e, chegado ao orgasmo, tanto mais intensamente se viverá.



Desde um ponto de vista emocional, o darmos esse tempo para um contacto mais provocador e insinuante antes, e mais delicado e relaxante depois, brinda-nos com a oportunidade de comunicarmos, de chegar ao parceiro e que ele chegue até nós.

Porque não devemos esquecer que antes de tudo, é comunicação e a comunicação não é sempre verbal.

As carícias, os beliscões ou mordiscos, os beijos, os suspiros, um olhar, um duche “a dois”, uma massagem com óleo de bebés … tudo vale dentro dessa comunicação, dentro desse “petting”.

O facto de sempre se ter afirmado uma maior demanda de “petting” por parte das mulheres tem a sua razão de ser por duas causas.



Por um lado, um maior grau de emotividade intrínseco à feminilidade – patente nos diferentes instintos mais antropológicos.

E por outro lado, devido a uma mais lenta e prolongada Fase de Excitação da Resposta Sexual Humana, na mulher – lubrificação e acomodação dos genitais como receptores.

Concluindo, todos os momentos e dedicação que dediquemos aos preliminares e ao prolongamento das nossas relações de parceiros, par ou casal – válido e aplicável à auto-estimulação – é um investimento de frutos assegurados, tanto emocionais como físicos.

Vamos já começar a abraçar loucamente @ parceir@ e aguardemos tratamento semelhante.

É por isso que a vida é bela e começa com um orgasmo, (ou mais ou menos).

24JUL2010
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sábado, setembro 18, 2010

- Desfrutemos a luxúria, o sexo e a paixão, façamos amor cada dia e nunca digas não !

LIBERTINAGENS

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Henri Matisse, “Joie de vivre”


Sempre odiei as rotinas.

Detesto saber exactamente o que se passará amanhã, sem nenhuma novidade.

Sei que não sou o único e de facto, a rotina, é um dos principais inimigos dos casais (pares ou parceiros) na vida diária, na vida sexual.

Fazer tudo da mesma maneira porque sabes que assim funciona, ou não te atreveres a algo mais porque não estás seguro se o teu par gostará, parece-me o mais fastidioso e insonso do mundo.

Muitas vezes o teu parceiro(a) "morre" para que lhe faças o que ambos estão a pensar fazer, mas só o pensar no “que é correcto” ou seja “decente”, deixa passar a ocasião de irem mais além … e .. nem um comentário.


Por vezes sobram as palavras e as acções é que contam, não se torna necessário perguntar ou dizer, há mesmo que mostrar e actuar e, se vires que tudo “marcha” bem … continua até ao final; não te chateies em insistir, mesmo que tenha havido reparos ou resistência (débil) no início.

Liberta-te.

Libertai-vos!

Não há nada melhor que ir caminhando por “qualquer local” com @ parceir@ e um beijo inesperado e fugaz mas tão divino que desencadeia uma intensa, apaixonada, enternecida, amante … reacção que imediatamente sabes que queres ir para a cama (ou outro local de “culto”), desnudo, enredado ou enleado, compartindo com o par os aromas e sabores da pele um do outro.


Dar uma massagem intensa, espalhando um creme tépido na pele do teu par, começando pelas costas e percorrendo todo o corpo sem “intenções aparentes” de que o que queres é sexo, aviva e excita “bravamente” o “pessoal”, porque, que melhor maneira de estimular a chama que inflama algo inesperado do que uma forma diferente e ... mais ainda sem sequer o procurar?

“Pega” no teu par e leva-@ a um hotel (sem que el@ o espere), deixem fluir as diversas fantasias (reais), esqueçam as barreiras que a sociedade impõe (?); sempre pensei e deves pensar o mesmo que, com o teu par, em pleno acto sexual, TUDO pode ser derrubado enquanto os dois desfrutem plenamente e o que façam seja com o consentimento mútuo.



Não queria terminar sem dizer as mil coisas que podem surgir pela espontaneidade, mas o que sim, se pode realizar, se alguma vez te pareceu uma fantasia, se trabalhas para isso.

O sexo, o coito, fazer amor, transar … é algo tão natural e essencial na vida de todos, que quando se desfruta, se aprende a gozá-lo, torná-lo prazenteiro e espontâneo em pares, compromete-nos mais, é algo que alegra, alimenta e marca a diferença no nosso dia a dia.

Sempre pensei e sei que deves deixar para trás as amarras e ...

SÊ ESPONTÂNEO!!!

SEJAI ESPONTÂNEOS!!!

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sexta-feira, setembro 17, 2010

- O preservativo é o anel de noivado do pénis !

CLASSES OU "CAGATORIAS"

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Há gente com classe e classes de gente …

Escutei isto já não me recordo muito bem onde ou aonde, parece-me que, numa canção de um qualquer grupo, mas, logo na primeira vez agudizou-se-me o radar da intuição, como a dizer-me que disto se pode falar ou pelo menos tentar.

Também já ouvi algo similar, quiçá de uma forma um pouco mais elitista, Joaquin Sabina … “há pobres extraordinários e ricos miseráveis”(*), suponho que também há pobres miseráveis e ricos extraordinários.

Sim, há classes de gente.

Não me refiro aquela (antiga) propaganda da Cola Cola, “para os altos e para os baixos” …

Refiro-me a que todos podemos ser classificados pelo que somos, ou como parece que somos, ou por como actuamos, ou pelas nossas palavras, ou ainda pelos nossos silêncios.

A todas as horas, todos os dias, conhecemos nova gente e avançamos ou retrocedemos no conhecimento dos que nos rodeiam …

Como em tudo, as primeiras são boas, mas quiçá tão-pouco seja prudente fiarmo-nos só nelas.




Parafraseando, como La Palice (ou la Palisse), o vinho, os livros e os amigos têm de ser velhos, redundando assim o tempo como o medidor da valia das coisas junto com a quietude que com isso deixa nas pessoas...

Este verão quero recordar-me da gente com classe e de essa classe de gente que nos convida para sua casa no primeiro dia de férias, ou daquele outro alpinista amigo que, depois de ter traçado meticulosamente com muita ilusão uma rota, segundo a lei da montanha e das boas, muito boas pessoas, perde a sua ilusão e acompanha quem mediu mal as suas forças e volta para trás porque acha que não pode com a ascensão.




Lembro-me das pessoas que são e se dão a si mesmas, daquelas que sabem ver como ler nas entrelinhas, dos que são tão amáveis que nos fazem dar conta do importante que é ser amável com todo mundo.

Há gente com classe e classes de gente.

Mas, 'os outros', os que não têm classe ou os seus comportamentos não merecem o qualificativo de humanos, não merece a pena falar, perder tempo, porque nos “chateiam”, nos desalentam e nos fazem ser gente sem classe …

Má gente, pois.

(*) em “Mas De Cien Mentiras” (1ª quadra do último estribilho)


(23JUL2010)
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quinta-feira, setembro 16, 2010

- A morte não é uma sequência, é o fim da sequência ! (josé torres)

PRATICAR TAI CHI

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Muitas pessoas, quando se aproxima a idade da reforma, vão procurar novas ocupações para matarem o tempo antes que o aborrecimento e a artrose acabem com elas e as atirem para o recolhimento completo.

Há quem se engrandeça a praticar o milenar Tai Chi, essa arte marcial chinesa que parece matar moscas à velocidade dos caracóis.

Outros, pelo contrário, apostam em apoltronar-se perante o televisor dispostos a queimar o comando à distância em busca do que nunca aparece ou do que eles nem sabem bem o que querem.

Há, também, os que se tornam especialista em infra-estruturas urbanas apalancados dias atrás de dias nas valas de todas as obras da sua rua ou bairro.

Alguns, inclusive, empenham-se em encontrar uma nova fonte de rendimentos que lhes permita completar, a que já vislumbram que vai ser uma magra pensão.




Entre estes últimos encontram-se os casos dos que, inclusive, perdem os escrúpulos e, depois de tantos anos à espera que o bonequito do semáforo se ponha verde para atravessar, não se importam de colocar a cometer delitos para permitirem-se esses caprichos que de jovens não puderam ter.

Nunca é tarde para delinquir, dizem.

Foi nisso que pensaram, Isabel Gil e a sua amiga María Asunción Robles, duas catalãs de 58 e 55 anos, quando, salvo erro, em Abril de 2009 lhes propuseram fazer uma alucinante viagem na verdadeira acepção da palavra.

Um grupo de narcotraficantes, supostamente, ofereceu-lhes desfrutar de um cruzeiro de luxo a partir da Argentina até Espanha, fazendo escala no Brasil, com “tudo incluído”.

E não só isto.

Chegadas ao seu destino, como recompensa iam receber 20.000 euros para que a vida de ambas fosse mais prazenteira do que tinha sido até aí.



Com a mala repleta de droga no camarote, dedicaram as noites a dançar ao som do tango, ou a bailar “La Bamba”.

Tudo uma pechincha contra o que não podia competir nem a melhor das ofertas de viagens da Marsans.

A única obrigação de ambas as avós era recolher os pacotes que lhes seriam entregues, por um dos membros da banda em cada escala que o barco fazia nos portos sul-americanos.

De seguida deveriam guardá-los numa mala dentro do seu camarote e esperar que o barco as levasse até Espanha para que outro membro recolhesse tão peculiar equipamento.

Que os misteriosos pacotes tivessem no seu interior cocaína de grande pureza era o que menos interessava para as duas avós dispostas a sulcar o Atlântico como nunca antes tinham sonhado.

De facto, salvo quando recolhiam os misteriosos pacotes, Isabel e María Asunción, só tinham uma obrigação: divertirem-se!



E, desde logo, se esforçaram na tarefa como novas ricas.

A travessia decorreu para ambas entre sessões de manicura, visitas ao cabeleireiro de bordo, massagens à tripa forra, longas horas no convés apanhando banhos de sol em biquíni, grandes comezainas e bailes nocturnos.

Não se privaram de nada, como reflectem as facturas de vários milhares de dólares que acumularam durante o cruzeiro.

Lástima que a alucinante viagem terminasse para elas antes do tempo.

Chegadas ao porto de Cádiz, onde deveriam entregar a mala que já acumulava 27 quilos de cocaína, esperava-as a polícia.

As duas narco-avós passaram do camarote de luxo à humilde cela de uma prisão.

São os riscos de preferir completar a pensão de reforma, a praticar Tai Chi.

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quarta-feira, setembro 15, 2010

- Os livros de medicina não deveriam ter apêndices !

ERUDITO A PEDIR

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A crise fez com que o número de mendigos e vagabundos que se vêm pelas ruas crescesse de forma notável.

Há os que pedem à porta do supermercado, sentados numa espécie de banco ou mesmo numa parca cadeira e com cara de terem infinita paciência; há os que colocam a sua tabuleta ou dístico, que normalmente estão replectos de faltas de ortografia, indicando que necessitam de dinheiro para voltar ao seu país de origem ou para alimentar uma longa prole; abundam também os que aproveitam os semáforos para passarem o gorro entre os condutores depois de terem feito jogos de malabarismo ou números de mímica (o limpar os vidros já passou à história por estar muito visto).


Oswaldo Guayasamín - "Las manos" da colecção 'La Edad de la Ira'

Há uns dias vi uma pessoa com um letreiro em que avisava a quem tivesse a amabilidade voluntária de dar-lhe algo, que aceitava comida.

Não é habitual e até há alguns que o rechaçam irados.

“Oiça, não estou tão necessitado”, já ouvi dizer.

A semana passada tropecei com um caso deveras singular: um homem talvez com um pouco mais de trinta anos, bastante sujo, estava sentado no chão, à porta de uma agência bancária.

A seu lado, um pequeno cesto com algumas moedas.

Até aqui nada de novo.



O apelativo era que, alheio à passagem das pessoas que poderiam dar-lhe algo, como se não se importasse patavina que lhe dessem ou não, lia com grande atenção um livro de dimensões mais do que notáveis.

Calculei umas 700 páginas.

Não me atrevi a perguntar-lhe o que lia e agora estou arrependido.

É que poderia escrever uma epopeia grandiosa com esta história.

E acima de tudo, teria chegado a compreender algo mais sobre o que nós, seres humanos, temos de estranhos.

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terça-feira, setembro 14, 2010

- Burro que parte em viagem não regressa cavalo !

QUERIDO PAI NATAL … … (Parte II)

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… CONTINUAÇÃO




Disse-mo um passarinho, que vendem por aí um simpático artefacto que se chama “The Monkey Spanker”.

Não se trata de um instrumento lesivo para os primatas, ainda que permita fazer o vaivém sem um excessivo gasto calórico.

No link que vos proponho, há uma fulana que explica muito bem como funciona (ainda que seja em inglês; será que vocês falais todos os idiomas?).

Como colocar as pilhas e lubrificar com profusão … assunto encerrado.

Só uma coisa.

Que não te ocorr
a trazer-me tangas de fantasia como as que me deixaste o ano passado.

Chamam-se “Curro Jiménez” e cá em casa fez-nos rir muito quando as vesti.




Sei que na Lapónia e países nórdicos, são muito culturalmente dados a experimentar determinadas coisas e não dizem não a nada.

Aliás, quando uma coisa está idealizada para excitar e
não para dar pena é muito importante ter em conta a massa corporal sobre a qual que se vai colocar.

Consta-me, pelos anos que já nos conhecemos, que gostas muito de oferecer meias e perfumes ou águas de colónia.

Não sei se já estás inteirado, mas há uma nova linha de perfumes para homem e mulher elaborados à base de feromonas que não sei se te convertem numa espécie de flautista de Hamelin, com um montão de gente suspirando e perdendo as estribeiras à tua passagem, mas ... deixa-me dar pulos a ver se funciona.


Ainda que seja só um pouquito.

Sabes que não sou assim tão ambicioso.

Enfim, não é minha intenção perturbar-vos com tantas pedinchices.

Só uma última coisa:
esta bola tem-me fascinado e vi nas especificações que cabe na minha casa; vamos, que não faz falta "sacar" a mesa da sala para o patamar das escadas para poder evoluir dando pulos por toda a casa.

Tem pinta de ser muito divertido.

Se não for assim, sempre se poderá converter num pufe para ver televisão.



E nada mais.

Feliz viagem de regresso à tua terra e como todos os anos, que deiteis uma mão para que as coisas passem a ir um pouquito melhor.

Pelo menos no geral.

Sei que nunca funciona, mas pedir não custa nada.

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segunda-feira, setembro 13, 2010

- Não há mulher que queira ser magra apenas por razões de saúde, bem como, também, não há homem que leia a Playboy apenas para ler as entrevistas !

QUERIDO PAI NATAL … … (Parte I)

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Tereza Costa Rego (pintora brasileira)


Previdente como sou, comecei agora a escrever a carta ao pai natal; gosto de antecipadamente fazer os pedidos para não ser surpreendido com “faltas” ou quebra de stocks, “pechisbeques” ou desculpas de mau pagador.

Então aqui vai a refulgente dita cuja carta.

Setembro de 2010 –

Querido Pai Natal:
Não vos assusteis com os meus pedidos sexuais para este natal.

Não vos estou a acirrar os cães.

Só que depois da tua longa viagem estareis cansados e exauridos de prendas e na verdade, a mim, muita gente em certas conjunturas me constrange.

Além disso, como sou um tipo porreiro, prefiro que concentreis, desde já, todas as vossas energias, para transportar as prendas a todos os lares.



Não poderia viver com remordimento.

Como este ano que caminha para o fim, fui extraordinariamente paciente e bondoso, vou pedir-vos umas tantas coisas.

Nada mais que quatro ‘florestrias’.

Não vou passar-me dos carretos como este senhor, que lançou janela fora o inflado colchão e gastou mais de 33.000 euros numa noiva robótica.

Puxa!

Para que vejas que posso sair muito barato, deixo aqui um link estupendo, complemento para o quarto de banho.

Trata-se de uma pega para me segurar e para poder fazer umas coisitas no duche sem correr o risco de resvalar e abrir a cabeça nalguma peça sanitária.



O invento parece-se muito a um simples toalheiro, mas não é necessário colocá-lo num canto.

De facto, quanto mais se situar a meio da banheira, melhor.

Além disso, a mesma empresa, que pensa em tudo, desenhou também um descanso aquático para os pés, de grande utilidade nestes casos.

Já sabes que se ela levantar a ‘patita’ é tudo mais fácil e é, rigorosamente, nesse momento quando ocorrem mais ‘resvalões’ e acidentes inoportunos.

Como o que fazer segundo o que há no duche, já que estou um pouco oxidado (não nos enganemos, onde está uma cama? É muito mais melhor bom), por isso são caídas do céu estas pérolas de postais plastificados com posturas sexuais para poder sacar o maior rendimento possível do invento.


Pai Natal: estou a ficar velho.

Não sei se contigo se passará o mesmo, mas cada vez me canso mais no momento de realizar determinados movimentos repetitivos com a minha mão direita (desde logo é uma pena não ser ambidextro), sobretudo em momentos de íntima excitação sexual.

CONTINUA …

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domingo, setembro 12, 2010

- Um piloto, é uma tipo confuso que fala sobre mulheres quando está a voar e, sobre o voo, quando está com mulheres !

CAGUINCHAS

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Bom dia … (sim, é isso, um pro forma, boa tarde ou boa noite, como mandam os mandamentos), meus querid@s amig@s que andam com a cabeça no ar, tocando os céus.

Isto é uma mensagem para a Administração da empresa Ryanair.

Já vos digo, cabrões.

Perdão.

Que raio é isso de que com um piloto chega para pilotar (que raio haveria de ser?) aviões em curtas distâncias.

Vamos lá começar pelo princípio.

Para quem como eu, tem medo em voar (não será voar, que não sei, nem fui feito com asas …) – pelo menos, para os que nos atrevemos a reconhecê-lo, não há distâncias curtas a bordo de um avião; todas são eternas.

Bem, esclarecido este ponto, avante.

Não se torna especialmente excitante sermos uns cobardes em questões de voar, é uma condição que não nos aporta glamour, nem elevação.



Somos obrigados a recorrer ao automóvel, ou ao romântico trem, para desfrutar das nossas românticas férias; efectivamente, a América e arredores são uma utopia para nós.

Suportamos estoicamente em charlas infestadas de frases feitas, os argumentos dos que voam tranquilamente, ou melhor dito, inconscientemente.

Inundam-nos e aturdam-nos de dados sobre a segurança dos aviões no que respeita a qualquer outro meio de transporte.

São tão contundentes nas suas explanações que nós os “medrosos” não podemos senão agachar a cabeça ou recorrer ao chiste fácil para sairmos airosos da pressão do meio.

Já vêem, magnatas do ar, não é fácil a vida do temeroso, mas podemos assegurar que fazemos os nossos esforços para superar a nossa pequena tara.




No fundo – e isto é uma confissão – todos nós gostaríamos de viver um voo transatlântico com turbulência e tempestade tropical sem pestanejar, como se fossemos estrelas do rock ou executivos de uma multinacional.

Estão a topar a mensagem?

Isto da nossa integração no espaço aéreo é um esforço de equipe, todos necessitamos de todos.

E, verdade seja dita, saber que na cabine do avião há somente um triste piloto e um computador controlado por um controlador (é propositada a redundância) que só pensa em fazer greve, não ajuda muito.

Eu pessoalmente, vou dar-lhes uma margem de manobra e cortesia para que rectifiquem e me metam na cabine quatro ou cinco pilotos com o ordenado em ordem, caso contrário, passo à bicicleta para o resto de meus dias.

Tenham uma boa viagem!

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sábado, setembro 11, 2010

- Um êxtase de beleza e ternura é que faz os meus olhos saírem das órbitas !

MAUS FRINCHEIROS

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O M15 despede os seus agentes secretos que não sabem usar as redes sociais:
Os serviços secretos, M15, despediram uma vintena dos seus espiões mais veteranos pois desconhecem como utilizar as redes sociais pela Internet, o Facebook, Twitter, entre outras.

Segundo escreveu o diário inglês Daily Telegraph, os agentes da Inteligência sustêm que os potenciais terroristas utilizam cada vez mais a Internet para planear atentados.

Os “experts” afirmaram que as redes sociais da Web são aproveitadas pelos extremistas para comunicarem entre si e por isso os agentes devem saber como utilizar os ditos cujos sítios.

O Daily Telegraph informou além disso que as autoridades de segurança temem que a Grã Bretanha seja vítima de um ataque cibernético bem sucedido ao seu sistema de computadores.



O director geral do M1, Jonathan Evans, deu a conhecer o plano de despedimento para os agentes secretos mais veteranos durante uma comunicação ante o Comité parlamentar de Segurança e Inteligência.

Acredito que estes funcionários não são exactamente o que necessitamos para o futuro”, salientou o director.

Nesse sentido, informou que o M15 recrutará futuros agentes com licenciaturas e doutoramentos em sistemas informáticos e computação.

Foi assim que, Patrick Mercer, presidente do subcomité parlamentar antiterrorista, afirmou ao tablóide Daily Mail que devido, a que a ameaça de terrorismo muda constantemente, “os serviços de segurança devem adaptar-se para manterem-se actualizados”.

E muito bem!

Quem não for Twitteiro ou Facebookeiro ...

RUA !!!

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sexta-feira, setembro 10, 2010

- Ignorância: felicidade plena !

NOITE MARAVILHOSA

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Depois de “miles” tarefas que foram deixadas inacabadas ou sem fazer, chegou a hora da verdade; de enfrentar-me com o balanço do“trabalho” dos últimos dois ou três meses.

Foram uns quantos tempos a recolher mais dor do que glória, mas pelo menos estou aqui; insano mas a salvo, o que não é pouco.

Outros a meio caminho baixariam os braços … e a cabeça (o que eu considero pior).

E passe-se o que se passar dentro dela, (por exemplo, um par de neurónios que se negam a saudar-me), terei que prosseguir olhando em frente, que para trás, há muito tempo, não vale a pena, são só desditas ou contratempos.

Não é por nada em particular, ou talvez seja, mas não o sugiro nem quando me questiono.


Sempre gostei de desafios principalmente aqueles que me dizem ser impossíveis, porque de tanto cair qualquer um aprende a levantar-se.

E o que se aprende, nessas noites mal dormidas … por esses sonhos não realizados ...

Vou, que é a mesmíssima coisa comer entre as refeições, que engorda, ou escrever nas entrelinhas que conspurca a alma.

Gostaria de dizer ao mundo inteiro que, (isto é modéstia da minha parte, rsss, rsss, rsss), para mim, tanto se me dá, como se me deu, é tudo a mesmíssima coisa.

Desejo … mas precisamente hoje, foi uma noite realmente maravilhosa.




P.S.

Regressei, quase ao mesmo tempo de cumprir um afastamento de um tempo.

Umas vezes por culpa do tempo (relógio), outras pela ânsia, pela saudade, pelo deslumbramento, pelas amizades, pelos contactos, pelo prazer, pelo desejo e por que não por vaidade?

Muito melhor estava a pradaria sem segar, porque assim não se via onde cresciam as urtigas.

Mas eu não estava melhor sem vir aqui, a esta janela, donde abarco todo o (meu) mundo, porque necessito dele para bradar bem alto.

Tal e qual como faço ao cortar o cabelo, para dissimular a tristeza.

Vou tentar vir aqui todos os dias.

É uma promessa política; como tal, poderá não se concretizar.

Até já!

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