O VIDEIRINHO

quinta-feira, setembro 02, 2010

JÁ IMAGINARAM …

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As mulheres do Ayatollah Khamenei e de Ahmadinejad


Desde que o professor Huntington publicou na revista Foreign Affairs um artigo sobre como as relações entre as grandes culturas determinam a política internacional depois da guerra fria, nós os ocidentais vamos fazendo esforços para expressarmos com correcção e não molestar os nossos vizinhos muçulmanos.

Salta à vista que os resultados até ao presente não têm sido nada positivos.

Há quem pense que a solução passa por nos deixarmos humilhar um pouco mais … pedir desculpas, dar dinheiro, aceitar os seus desmandos
políticos e ceder tudo que nos exijam.

Outros há que não vêem bem assim as coisas.

Por estes dias, nós os europeus, encontramo-nos um tan
to ou quanto surpreendidos ante as declarações que não obedecem à mínima urbanidade exigível por uns quaisquer cascas grossas da teocracia iraniana.



Carla Bruni e Isabelle Adjani mostraram a sua solidariedade com a mulher que foi condenada a ser assassinada por delapidação por ter mantido uma relação fora do matrimónio.

Desde a imprensa governamental e governamentalizada daquele país qu
e a condenada foi equiparada ás duas, com a amável expressão de “puta francesa” para a mulher do Presidente da República francesa.

Já imaginaram o que ocorreria se um meio qualquer de informação dissesse algo semelhante da mulher dos tiranos,
Ayatollah Khamenei ou Ahmadinejad ?

Outro que tal, o ditador líbio Khadafi, esteve há uns tempos de visita a Roma, lugar particularmente indicado para convidar-nos à conversão ao islão e aclarar que Jesus de Nazaré não foi crucificado.



Umas interessantes declarações que realizou ante 200 formosas jovens modelos a quem pagou, a peso de ouro, para assistirem aos seus dislates verbais.

Já imaginaram o que ocorreria se um chefe de estado ou governo, europeu, se deslocasse a um país islâmico para convidar a população a converter-se ao cristianismo e que para isso contratasse o serviço de 200 jovens?

Se nos queremos entender, primeiramente temos que exigir respeito e reciprocidade de quem parece que só sabe meter as mãos na sopa, para não dizer as patas.



Parte das 200 modelos contratadas a peso de ouro


De outra forma só nos afundaremos na merda de um dialogo absurdo e estéril que só beneficiará o radicalismo.

Já agora, santas devem ser para os “ayatollahs” de Teerão, todas as ministras do nosso amado governo, tão feministas são, que ainda não abriram a boca, pelo menos para se darem conta de que o drama de Ashtiani existe.

E as santas de outros governos?

Não as haverá?


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quarta-feira, setembro 01, 2010

- A bolacha serve para medir a temperatura do pequeno almoço (café da manhã) !

PICADURAS DE MEDUSAS (águas vivas)

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Ora então vamos lá tratar da saúde ás medusas ou alforrecas, essas piranhas dos mares (celenterado cifosoário), que “mordem” a torto e a direito.

Primeiro que tudo, não mordem pois não possuem dentes, não picam, porque não possuem picos ...

Quanto muito defendem-se e o contacto com a nossa pele provoca uma irritação porque os cílios desses “vampiros” possuem uma substância urticante que utilizam para se defender dos inimigos.

Nesta época do verão sempre aparecem conselhos sobre o que fazer ante os diferentes casos que nos podem ocorrer nas praias, realizando uma intervenção tanto ou quanto a rapidez nos permita.

Então o que fazer frente a uma “picadura”?

Ainda que pareça algo complicado, é muito “facilíssimo” e portanto, não muito complicado.

A primeira coisa a fazer é não tomar banho quando sabemos que há medusas ou alforrecas a “navegar” no local.





Segundo, é evitar que nos toquem e portanto injectem a substância urticante, ou trocando por miúdos mais directos, que não nos deixemos picar.

Muitas vezes, para não dizer quase sempre não se vêem dentro de água onde se deixam arrastar pelas correntes muito perto da superfície.

Para o tratamento é necessário actuar rapidamente para que a substância urticante da “picadura” não se converta em algo grave, mas sim que seja mais um momento hilariante.

Então tomem nota nos passos que devem dar:

1 – Não friccionar ou esfregar a zona afectada, nem ccom areia, nem com a toalha.

2 – NÃO LIMPAR A ZONA AFECTADA COM ÁGUA DOCE, usar sempre água salgada. NUNCA ÁGUA DOCE.

3 – Aplicar algo frio na zona afectada durante ± 15 minutos, utilizando um saco de plástico que contenha gelo. (Pede-o em algum estabelecimento próximo da praia que por certo não to negarão).





4 – Nunca apliques gelo directamente (usa um tecido, por exemplo o lenço) porque o gelo também “queima”.

Se a dor persistir, coloca outro quarto de hora de gelo.

5 – Extrai qualquer resto de tentáculos ou cílios que permaneça aderido à pele, tendo cuidado com os dedos.

Em caso de dúvida recorre aos serviços médicos ou de enfermagem de apoio á praia.

6 – Depois de tudo isto podes aplicar Iodopovidona, vulgarmente conhecida por Betadine@, na zona para que não infecte.

NUNCA ÁLCOOL!!!


7 – No caso de qualquer complicação mais grave, dirige-te a um centro de saúde ou uma urgência mais perto.




Espero que estes conselhos rápidos te sejam úteis ou sirvam no caso de teres o azar de cruzares com uma “aventesma” destas.

Há sempre uma possibilidade, para os mais hipocondríacos; comprar "Cloreto de etilo” que é vendido nas farmácias sob a forma de spray pressurizado.

Digo é, mas não sei não se ainda é vendido á tripa forra … é que há quem o utilize como alucinogénio.

Mas rematando:

NUNCA USES ÁGUA DOCE. COLOCA GELO envolto numa protecção e depois Betadine@, (NUNCA ÁLCOOL), se a tivermos à mão de semear; caso contrário espera até chegar a casa.

Nem mesmo o homem do melhor emprego do mundo escapou a um encontro com uma medusa.

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terça-feira, agosto 31, 2010

- Os toureiros são surpreendidos por cornudos !

VIDA REAL

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Não consta que Nossa Senhora da Boa Kalashnikov figure na hagiologia, mas a arte é mesmo assim, não se detém em minudências.

O que sucede é que Hugo Chávez e “sus muchchos”, quando se deparam com um muro, derribam-no a coronhadas caso seja necessário.

Se pelo meio há vítimas colaterais, diz pessoas, diz direitos e liberdades má sorte, as armas tenho-as eu.

Esta jóia do muralismo contemporâneo brotou da noite para o dia em 23 de Janeiro num arrabalde de Caracas, bastião do chavismo mais furibundo.



À esquerda da imagem, oculto - nalgum lugar há que cortar a foto –, está pintado um Cristo que também não reparte bênçãos.

Armado com outra “escopeta” de assalto cospe “La Piedrita-Venceremos”.

“La Piedrita” é o nome dum grupo de capangas valentões, de bairro, guardiães pretorianos do presidente venezuelano, dispostos a defender a chamada “revolução boliveriana”, até ás últimas consequências.



A igreja, tão dada a escandalizar-se pelo que sucede extramuros dos seus seminários, já berrou no deserto, valha-me a brincadeira.

Vários monsenhores clamaram contra a “sementeira permanente do ódio e violência” de um projecto político “cuja felicidade está na eliminação do outro”.

As “façanhas” da “La Piedrita” alimentam muitas páginas dos diários venezuelanos, quando os seus jornalistas e redactores não se vêm obrigados a refugiar-se dos gases lacrimogéneos com que em diversas ocasiões têm sido “metralhados” pelos paramilitares.

No seu historial de armas também se conta a ocupação do arcebispado de Caracas, há um par de anos.

Até Chávez lhes falou do alto naquela ocasião.

Odeiem-se ou amem-se, os regimes autoritários sempre encontraram vantagens no casamento de conveniência com a confissão maioritária.



E vice-versa.

Em ambos os lados do Atlântico, a hierarquia católica sempre se retratou amplamente neste sentido no século passado.

Em qualquer caso, a vida real é imune a estas fintas verbais em curso e à política de escaramuças pictóricas dos seus golpes.

Além disso a vida real é levar a jorna a casa e chegar até ao fim de mês.

A vida real é essa senhora com as compras do dia ás costas, que passa sem olhar a “matrona” e o menino armados para o Juízo Final.

Bastante tem que encher o cabaz num país onde a inflação se situará, em 2010, entre 35 e 40 % e o maná do petróleo alimenta a revolução e pouco mais.


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segunda-feira, agosto 30, 2010

- É a vontade que faz o homem grande ou pequeno !

ARREPENDIDO

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Já vi muitas tatuagens de verdade.

Nada têm a ver com essas fantasias pindéricas que futebolistas e concursantes ou concursistas de “bestiais” (de farsantes) concursos, colocaram na moda.

Também nada têm que ver com esses filigranas adornos eróticos que adornam umbigos ou tornozelos femininos, para parafrasear de alto abaixo sem paragem a meio termo.

Tudo isso não significa nada.

O que vi, tinha um sentido, era pura iconografia numa tela humana.

Eram desenhos de traço roliço, linhas que ressumavam violência visual, desenhos que demonstravam que pertenciam a uma casta, a uma linhagem.

Eram o compromisso lacrado com iguais, fidelidade a uma lei que não conhece fronteiras nem constituições.




As tatuagens de verdade que vi, adornavam o pescoço, as mãos, as falanges, os braços e o torso de Nikolai Lilin, o homem que aparece na foto e que já é apelidado do Roberto Saviano da Europa de Leste.

Tal como o jornalista italiano, Lilín decidiu contar todo o horror que viveu e denunciar esse terror que já se expandiu ás veias da Europa Ocidental e que se chama “crime organizado”.

Lilín é um “urca”.

Não se esforcem na busca do que será isso, porque quase não há referências.

Eu desvendo tudo.

Os “urcas”, eram um pequeno povo siberiano que foi deportado por Estaline da sua terra até à Transnístria, uma região na Moldávia que depois da independência à força, desatinou num estado mafioso ás portas da EU.




As suas gentes rebelaram-se, contra os czares primeiro e depois contra a a União Soviética.

A sua forma de rebelião era o crime.

Um crime controlado por umas férreas regras de honra.

Um código que modelavam na pele em forma de tatuagem.

Lilín publicou um livro (“Educação Siberiana”, escreveu-o em italiano por agora viver em Itália), com a espectacularidade que teve, “Gomorra”, de Saviano.

Aí, compendia as tradições dos seus avós e explica a viagem aos infernos da Chechénia, onde lutou, depois de ter sido recrutado à força.

Não percam o seu livro e, muito importante, não se esqueçam que é um romance.

Cola-se à pele como uma tatuagem.

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domingo, agosto 29, 2010

- Se nunca viste a cor do dinheiro, é que, para além de seres pobre, também deves ser cego !

FEIOS, PORCOS e MAUS (Parte II)

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… Continuação




Pegaram nos 5 euros e começaram a rir-se, fazendo menção, por gestos, de a quererem guardar no bolso, não sei se "estáis" a topar, como foi, eheheh …

O “espertalhão”, voltou a colocá-los na mesa, mas, de forma casual, numa "desafortunada manobra", fez com que uma lista, de ementa, caísse sobre ela, ocultando-a da vista.

Novamente muitos risos alarves.

Desta vez os olhares cúmplices selaram o pacto e, quando o empregado se acercou da mesa para limpá-la e recolher a loiça do grupo anterior, uma sólida mão manteve a lista da ementa colada à mesa, abrigando a preciosa e valiosíssima … nota de 5 euros.

Não é preciso dizer que ao espertalhão e ao seu grupo de abutres lhes saiu o tiro pela culatra.

Saiu-lhes o abcesso mais chato e desgraçado com que poderiam contar:

EU!!!


Não sei se o que mais me chateou foi por os tipos serem uns mãos-leves vestidos de Armani, ou por ser uma parca quantia, os 5 miseráveis euros.

Por que é que se há-de ser desprezível e ascorosamente avarento para pôr-se a surripiar notas e moedas das mesas dos cafés, a quem trabalha?

Resumindo, poder-me-ia estender com adjectivos qualificativos mais algum tempo, mas creio que deixei vincada a minha postura.

Passado um tempo prudente e vendo que a disposição dos indivíduos não se tinha modificado uma vírgula, a minha parceira fez sinal ao empregado para que nos trouxesse a conta.

Abanando numa mão a nota com que pensava pagar, conseguiu que o célere empregado parasse a sua agitada marcha e nos brindasse 5 segundos de atenção.

E chibei.

Assim, no mais puro estilo “queixinhas”, chibei e fiquei explodindo de prazer.



O homem agradeceu-nos e sem dizer uma palavra, aproximou-se da mesa dos ministros da economia, colocou a lista de pé e levou a nota.

Puxa, que jogada, pá!

O que ele poderia ter feito com 5 euraços, aparte de ficar como um cabrão na cafetaria …

O tipo que estava à minha frente olhou-me sibilinamente e cravou-me um olhar que me augurava arder num dos 9 círculos do inferno.

Eu, ali, com a minha camisa de feira e as minhas calças gastas, sustive o olhar de “senhor de Park Avenue”, triunfal, desafiante, com essa tranquilidade que me outorga saber que tenho mais razão do que deus.



A minha amiga, que é uma pessoa de arrebatadora vivacidade, digamos assim, para não dizer que é pólvora comprimida, tomou consciência de que com a tensão que existia no ambiente, que era de cortar à faca, virou-se rapidamente, preparando-se para uma luta, se surgisse a oportunidade.

Não fez falta, o tipo olhou-me outra vez mais, não sei se por me odiar ou porque queria uma foto assinada, recuou no seu empenho para tentar ver através de mim e voltou a falar com a sua carteira ministerial.

E assim, amigos, estão as coisas, 5 sujos e míseros euros.

Já nem no gato podes confiar.

Não é boa época para fazer bons negócios.

E maus, pelos vistos, também não.

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sábado, agosto 28, 2010

- O dinheiro não fala, jura !

FEIOS, PORCOS e MAUS (Parte I)

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"pois, café" em Alfama


Incrivelmente e, contra todo e qualquer prognóstico, recebi há dias, via e-mail, uma curiosa pergunta.

Por onde andava, já que tinha deixado de “frequentar” o INSÉTE.

Vicissitudes várias têm-me impedido de assinar o ponto como eu gostaria.

Mas enfim …

Assim, vejo-me na obrigação de bramir bem alto e deixar umas alinhavadas linhas tortas, onde escreverei direito (rsss, rsss, rsss ...) e quiçá, provocar um par de mal-humorados, mas se possível, será muito melhor um par de gargalhadas.

Uma “obrigação” muito tolerável, já que “sarna com gosto não coça”.

Vamos dar um descanso, também, aos politiqueiros vários e baratos.

Vou compartir, com muito gosto, com “vossascelências” um tema de primeiríssima actualidade e que anda por aí: os roubos, as fraudes, os enganos, os contos do vigário …



Claro que estas actividades não são nenhuma novidade e, em virtude da rufiaria e picaresco que tão claramente nos define como porteguesitos, continuam a suceder e sucederão, ano atrás de ano, até ao fim dos nossos dias.

Mas, a sensação de que, desde que estamos em crise (já estivemos melhor?), esta classe de “filhos da putice” aumentou, ou o “chôriço” fez-se menos cauteloso … o que, do enfurecimento que nos originam, vimo-los chegar a revoltear.

O caso é que, desde que tomámos consciência de que verdadeiramente nos encontramos numa situação de crise económica - que, por certo nos custa, já que quase investimos um ano inteiro em negá-la em lugar de admiti-lo ou tentar procurar uma solução … -, desde esse mesmo instante, estamos postos em modo sobrevivente.

Mas para não me despistar mais … aqui fica.



Noutro dia, sem ir mais longe, num dos meus afamados “passeios dos tristes”, como muito bem acertado lhes chamam os meus mais “chegados”, decidi que, para não ser suficiente ter um trabalho que me mantém todo o dia com o meu digno e cada vez mais largo trazeiro ancorado numa cadeira, decidi, como disse, sequestrar uma amiga do seu local de trabalho e ir tomar um café numa confeitaria nas cercanias do meu destino matinal, onde espreguiço o olhar sobre as notícias do dia anterior.

A sorte que me desampara no Euromilhões, fez com que houvesse uma mesa livre, “reservada” para mim; então fiz, eu próprio, tomar posse do último bastião de conforto.



Frente a “nós” existia outra mesa repleta de pratos e chávenas despojados dos seus conteúdos; os comensais partiram, deixando à vista numa ponta da mesa, uma nota de cinco euros, destinados, talvez, a pagar o pequeno almoço.

A confeitaria estava a rebentar pelas costuras e o empregado mal tinha tempo de respirar para atender tudo e todos.

Aos poucos, entraram uns tipos encasacados, fatiotas tipo "Emidio Tucci" e toda a parafernália, obviamente de alguma boa empresa ou escritórios dos arredores, ocuparam a mesa dos cinco euros à espera que viesse o empregado para atendê-los.


... Continua

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quinta-feira, agosto 26, 2010

- Se nos desejamos e nos amamos por que não nos cumprimentamos por onde urinamos ?

MÁS AMIZADES ou COISAS da AMÉRICA

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A Fox News anda há uns dias a perder a cabeça com a venturosa mesquita da “zona zero” (que não é uma mesquita, nem está na “Ground Zero”, etc.), dizendo que algumas malvadas entidades que financiam os “vespeiros” têm um longo historial de apoiar organizações terroristas.

Os construtores da mesquita têm amigos malvados ; portanto, o projecto é parte da conspiração islâmica internacional para subjugar o ocidente com centros sociais, com salas de conferências, com ginásios, com piscinas …


O grande Satã do dia é a Kingdom Foundition do príncipe saudita Al-Waleed bin Talal, um tipo que “passou” dinheiro a organizações relacionadas com a flotilha de Gaza e ao Conselho de relações Islâmico-americanas, ambas, segundo a Fox, focos de ódio terrorista.






Há um pequeno problema:
Al-Waleed bin Talal é o segundo maior acionista da News Corp, os proprietários da Fox News.

Isto é, a Fox News financia um tipo que financia grupos terroristas.

E ainda mais:

A New Corp deu um milhão de dólares ao partido Republicano para a campanha eleitoral de Novembro (que grande porra, por certo) o que configura que o partido Republicano é um braço do terrorismo islâmico internacional.

"Valha-me um burro aos pinotes", vamos morrer todos.

Depois dirão que tudo relacionado com a mesquita da Ground Zero, não tem nada de propaganda eleitoral pura e dura, de cinismo, de anorquídia imbecil para sacar votantes cavernícolas nas urnas.


Enfim!


A última palavra para Jon Stewart, o comentarista mais sensato (como de costume) neste tema:


THE DAILY SHOW com JON STEWART EXTREMIST MAKEOVER - HOMELAND EDITION


The Daily Show With Jon StewartMon - Thurs 11p / 10c
The Hurt Talker
www.thedailyshow.com
Daily Show Full EpisodesPolitical HumorTea Party


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quarta-feira, agosto 25, 2010

- Não há comparação possível entre um ovo estrelado e um ovo estatelado, se bem que ambos fiquem "fritos" !

SAIR-SE DA CASCA

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Cientistas das universidades de Warwick e Sheffield (Inglaterra), descobriram que a galinha existiu antes do ovo e que uma proteína encontrada nos ovários das galinhas, a ovocledidina-17 (OC-17)”, cumpre
uma “função vital” na casca do ovo.

Além disso, não só mencionam que esta circunstância é a evidência suficiente para determinar que a galinha apareceu primeiro que o ovo, como também afirmam que essa primeira galinha possivelmente não nasceu de um ovo da sua mesma espécie.

O nosso estudo faz-nos deter por um momento e pensar se o ovo de que nasceu a primeira galinha foi realmente um ovo de galinha”, assinala o especialista da Universidade de Warwick, Mark Rodger.





Neste sentido, explicam que teve que haver um embrião que se transformou na primeira galinha, ainda que, assinalam, que o ovo que puseram os seus progenitores “não teria o aspecto de um ovo de galinha tal e qual como o conhecemos hoje em dia”, segundo informa a BBC Mundo.

Não obstante, Rodger afirmou que o dilema sobre “quem foi o primeiro: o ovo ou a galinha” nunca terá uma resposta definitiva em virtude de não poder ser verificada de acordo com métodos científicos”.

Em qualquer caso, de momento, o estudo faz alguma luz sobre o assunto.





O descobrimento do papel desempenhado pela proteína OC-17 na formação da casca do ovo, pode conseguir-se por intermédio de um projecto mais amplo que tem como objectivo investigar como os sistemas biológicos controlam a formação de materiais, para poder reproduzi-los mais tarde em laboratório.

Este conhecimento, além disso, permitirá avanços no campo da medicina, no momento de criar ossos sintéticos e implantes mais similares às estruturas reais, "que se acomodem melhor ao corpo e que durem mais tempo”.

A hora do homem de borracha está por um fio, ou melhor, por um elástico.

E talvez a minha galinha, quero dizer, vizinha galinha, seja melhor que a minha.

Não é assim?

Então ordenem as coisas P.F.!!!

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segunda-feira, agosto 23, 2010

- O luxo arruína o rico e aumenta a miséria dos pobres !

LABAREDAS

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Não há nada pior do que ver, em pleno incêndio, como os bombeiros pisam as mangueiras.

Cada um quer levar a água ao seu moinho político e não conseguem colocar-se de acordo, enquanto as chamas são cada vez mais alterosas.

Os fanfarrões ou gabarolas que se escancharam no poder, pela nossa negligência ou pela inconsciência, dedicam-se há muito tempo a levantar-se tarde e isso dificulta muito o avanço.

Conviria que as equipas de salvamento da crise estivessem coordenadas e saíssem juntas do carro antes que morram carbonizados mais portugueses.


Tirada daqui


Já são mais de seiscentos mil no pavilhão de queimados, mas continuamos a debater quais as janelas mais apropriadas para pularem e quais são as melhores esteiras que tornem menos penosa a queda.

Para cúmulo, não pode intervir (como ele ansiava!!!) a pessoa que iria desunir, digo reunir as tácticas e colocar ordem no resgate, já que o seu papel é o de “arbitrar e moderar”, coisas que são impossíveis se exigem estar-se calado como um morto, papel que faz razoavelmente “muito” bem.

Parece-me que não há maneira de se entenderem estes cavalheiros que nos caíram em sorte, para nossa desgraça.



Alguns só se colocam de acordo quando se trata de dividir mais um despojo de guerra.

Desconfiam uns dos outros, como convém entre cavalheiros do mal, talvez com razão e, esse desprezo, traduzido em desdém pela nossa boa-fé, conduzir-nos-à à raia do abismo.

O pessoal normal, que é mais sensato do que parece, quando vê o descaminho do salvamento, fica atarantado com tanta sinalética.

Entre mortos e feridos, alguém há-de escapar, mas eu, pessoalmente, não gostaria de cair com qualquer uma das equipas de resgate que se apresentam.

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domingo, agosto 22, 2010

- A vida de opulência irá ditar a sorte dos mais necessitados, porque o excesso de alguns, causa a carência de outros !

SOLUÇÃO PARA SOLUCIONAR

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Ói pessoal.

A todos os que quiserem ler isto, já que imagino o país muito ocupado para ler algo de analfabetos e doentes mentais, como eu, economicamente falando, que tentamos abrir os olhos à nação, para ver se entre todos encontramos uma solução para algo que parece estar na moda na actualidade mundial … e que é a famosa CRISE ECONÓMICA …, ainda que para mim, não me canse de lhe chamar, o MAIOR EMBUSTE de todos os governos do mundo, visto que estão a tentar dar-nos a acreditar que vão solucionar o futuro, (GASTANDO CENTENAS DE MILHARES DE MILHÕES DE EUROS EM REUNIÕES), quando na realidade eles mesmos sabem muito bem que não estão a fazer outra coisa que não seja um ‘BOTELHÃO’ DE MILIONÁRIOS COM UM SÉQUITO DE CRIADAGEM AO SEU SERVIÇO; por isso pagam, por todos nós e com os nossos impostos, sem que as suas milionárias contas de aforro se ressintam; não tendes dado conta como saem sempre contentes, rindo-se muito, dessas reuniões tão chatas e laboriosas?



Ah!, ah!, ah! Ou eh!, eh!, eh! … deixem-me rir para não chorar, é que o desemprego continua a aumentar e tenho quase a certeza que eles não vão solucionar patavina.

Sendo assim, quero PROPOR UMA SOLUÇÃO para a crise económica em Portugal … e exponho a minha tese …, (como “botam faladura” os artificiosos).

Tentei descobrir, no Google o número de famílias que há , (mais ou menos), em Portugal, mas vi-me negro para encontrar esse dado (já que só se preocupam em colocar os gays e lésbicas, bem como os seus casamentos em estatísticas da população) e quase não encontrava nada sobre as famílias em geral para fazer os meus cálculos ..., mas vá lá, ..., consegui, (penso que estou certo, dos Censos de 2001), encontrar um número que se aproxima dos 3,6 milhões de famílias em Portugal, mas para arredondar os cálculos um pouco por cima, direi que há um total de 4 milhões de famílias, isto para ser mais fácil contar pelos dedos, (como se costuma dizer) e talvez inflaccionando o número, mas simplificando os cálculos.





Poderei dizer, então, que o NOSSO GOVERNO “enterrou” ou como pomposamente declamam, “injectou”, só ao BPN e BPP, perto de 5 mil milhões de euros, para se “auguentarem “ na crise, não nos podendo esquecer que, segundo as estatísticas, foi de perto de 1,5 mil milhões de euros, DE LUCROS, dos nossos quatro maiores bancos: tinham que possuir algumas “sacas” ou “alforges” de dinheiro aforrado, numa qualquer gruta, vendo-se agora que, unicamente o que fazem, é repartir os lucros e os seus ordenados milionários, não ligando patavina aos problemas dos portugueses.

Face a tudo isto, não seria melhor que esses 5 mil milhões de euros fossem repartidos por cada família portuguesa, para terem liquidez na sua vida, montarem os seus negócios ou os sanearem, os que os têm afundados e desta forma voltaria a correr o dinheiro pelo país?

Não era uma belíssima maneira de aliviar os banqueiros do trabalhão de o repartirem entre os seus sócios milionários e nós continuarmos á beira da ruína?





Os banqueiros já têm os seus iates de luxo, os seus chalés a sua vidas orientadas, pelo que não necessitam de mais liquidez.

Não lhes interessa que tenhamos dinheiro à disposição já que assim, estamos debaixo do jugo da sua opressão …, numa frase, não nos podem espezinhar como é seu costume; por esta razão, proponho que o Governo deste pobre país ajude realmente o povo e assim desta forma, – 5 mil milhões a dividir pelos 4 milhões de famílias, caberia a cada família, 1,25 milhões de euros – o dinheiro voltaria a circular por todos e por toda a Nação, os produtos consumir-se-iam, as fábricas teriam de repô-los e assim se aumentariam os postos de trabalho, para não falar nas inúmeras habitações construídas e ás moscas que se venderiam.

Mas, claro está, o povo, essa massa anónima não dá visibilidade … só luz ou reluz o dinheiro dos seus
impostos embolsados …




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sexta-feira, agosto 13, 2010

quarta-feira, agosto 11, 2010

AQUI D'EL REI


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Caríssimos amig@s, concidadães, concidadões, concidadãos (ai este meu inglês) e outros de ... terra mar e água, da minha raça e outras e já agora, de todo o mundo e arredores, mesmo aquele mundo problemático !!!




Estou encurralado como uma rato.


Esqueci-me do dito cujo, "roedor", e ... (coincidência das coincidências) eis-me com a mão na área de toque, (numa tradução um pouco forçada de 'touchpad'), que é como quem (sente) diz, RATA!

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sábado, agosto 07, 2010

- O riso cura; é a obra social mais barata e eficaz !

CORPO XUNGA

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Tenho andado todo o santo dia com a carta na mão; mesmo a conduzir, sempre com ela a meu lado ou deixando-a como quem não quer a coisa, no assento traseiro para ver se algum “pendura” a leva por engano e eu esquecer-me dela e deixar para trás as minhas dúvidas: Abro a maldita carta?

Queimo a maldita?

Analepse: Na segunda-feira da semana passada, depois de um obsceno número de noites vagueando de bar em bar (entre “limpa beiças” com versos e frases noctívagas escritas em ambos as faces, cigarrilhas “caça volúpias” e cervejas “afoga mágoas”), o meu fígado sacou do sinal vermelho e disse aos meus pulmões que, ou eu mudava de vida, ou ele mudava de dono.



Por isso, para contentar os três (fígado não tenho mais do que um, mas pulmões tenho um par) decidi ir até ao clube dos mortos vivos ou dos meros mortais”, que alguém teve a luminosa ideia de chamar Hospital e deixei fazerem-me uma revisão geral.

A carta fechada que, desde essa manhã, tenho nas minhas mãos, contém os resultados desse check in ou talvez check out (vá-se lá saber!!!).

A carta cerrada – que mistérios encerrará – que desde esta manhã, tenho entre minhas mãos contém os resultados do check, in ou out, deixo ao V/critério: as transaminases, colesterol, plaquetas e toda aquela parafernália de nomes feios que fazem os humanos sofrer ou sorrir e que não é divina.



Já sei que se a abro e leio o que espero ou desconfio, uns maus resultados, sugestionar-me-ei (sou muito apreensivo) e acabaria obsessionado pelos iogurtes Bifidus, pelas dietas sem sal, por passeios a pé ou melhor ainda, de bicicleta, comprar as “famosas” pulseiras Power Balance, que se podem adquirir nas famosas lojas de venda da banha da cobra e … vamos lá os famosos Planos de Poupança Reforma, (familiarmente PPR(s) para os ditos cujos achacados).

E claro está, enquanto as minhas queridas musas me vissem com fato de treino, t-shirt caviada, fita na cabeça, ir-se-iam com outro.

Mas se não a abro …

Que faço???

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quarta-feira, agosto 04, 2010

- Nunca parto de férias.
Entro em ócio criativo !

DESCANSO E UMA CABANA

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11 meses, 48 semanas, 335 dias aproximadamente à espera deste momento e, sim, hoje chegou finalmente: vou de férias, vacance, vacacione, holiday, vacanza … !

Quando entrei no blog, pensei escrever algo útil, tipo conselho, antes de fazer a maleta, sem perecer na dura batalha contra o excesso de peso, os esquecimentos, a roupa amarrotada …

Mas sinto-o … a emoção inunda-me e deixei-me levar.

Dai-me 3, 2, 1, …

Já me recomponho.

Comecemos.

Falo do “equipamento”.

Sem dúvida, o pior inimigo de muitos dias preliminares a uma viagem.

Terei metido o carregador do …?

E a bateria da máquina …?

E as calças de linho que quero vestir naquela …?

E os sapatos-luva que finalmente me resolvi a comprar, mesmo contra a saúde do meu cartão de crédito?

E aquele "fresco" colar?

O raio do voo é “low-cost”, vamos a ver onde meto estes vinte quilos da mala.

Que levante a mão quem não tenha tido alguma vez este monólogo interior.



Eu, pelo menos, não posso.

Deixo-vos a cinco regras de ouro que todos deveríamos seguir:

1 – A MALA:
Comprova que se ajusta ao tamanho do que exigem nos meios de transporte que pensas utilizar.

Já sabes que as companhias aéreas não perdoam, tanto nas medidas como no peso e até no número de bagagem de mão.

Se pisas o risco, quer dizer, levas peso a mais, já sabes que vais para as longas filas de facturação ou em alternativa, desfazeres-te de coisas do teu ordenado equipamento.

Se viajas de carro, conta primeiro as orelhas e depois divide por dois, para saberes ao certo quantos sois.

A bagageira não é a mala da Mary Poppins e os apetrechos dos teus companheiros de viagem são tão valiosos e imprescindíveis quanto os teus.

Uma vez que tenhas definido de quanto espaço físico dispões, é chegado o momento de preenchê-lo da forma mais eficiente e ordenada possível.



2 – ELABORA UM PLANO:
Com uma lista será muito mais fácil.

Para além de evitar esquecimentos, ajudar-te-á a organizar e não pecar, nem por excesso, nem por defeito.

Se sabes antecipadamente o que vais fazer, podes pensar no(s) cenário(s) que vais vestir em cada ocasião.

Se não souberes … vai nu(a).

Turismo, praia, jantarolas, festas, eventos sociais … sei lá …

Organiza a maleta por dias (se já fazes a separação dia/noite, és um(a) profissional) e assim não terás que gastar os neurónios a pensar no destino, que afinal de contas as férias estão aí, também, para descansar a mente.

3 – AS CORES NEUTRAS E BÁSICAS SÃO SEMPRE UM ÓPTIMO ALIADO:

Se não queres meter todo o roupeiro na mala, aposta nas peças de roupa.

Combinadas de maneira adequada e com os adereços certos, podes “luzir looks” totalmente diferentes com pouca roupa.



4 – ATENÇÃO AO "NÉCESSAIRE” E EQUIPAMENTO DE MÃO:

Os líquidos são “potencialmente perigosos”.

Bom, realmente quem corre perigo de perder o voo és tu se te "pilham" no controle do aeroporto com um frasco de colónia ou um champô para proteger a melena do sol, que supere os 100 ml.

Para não correres perigo visita a página do INAC.

5 – AO CHEGARES AO DESTINO:
… (não deixes as coisas na mala; não gastarás mais de 10 minutos a desfazer a “trouxa” e evitarás surpresas desagradáveis quando necessitares de uma peça qualquer e a encontres mais amarrotada que uma couve lombarda ou um acordeão.

Mas, se vais fazer escalas em diversas destinos e queres evitar isto, aposta sempre por tecidos que não sejam tão delicados.

Até já podes comprar peças de roupa já “amarrotada” …




E AGORA; DESFRUTA DAS FÉRIAS!

Por verdadeiro, olha quem anda a fazer turismo por cá.

É verdade, são os emigrantes.

Emigra tu também, nem que seja para o quintal ou mesmo para a casa (cama) d@ vizinh@.

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domingo, agosto 01, 2010

- Gula, é um apetite desenfreado de comer e beber, que só se corrige praticando a luxúria !

CORRER PARA O ORGASMO

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Diz-me como caminhas … e eu dir-te-ei como gozas …

Por vezes deparamos com notícias que nos deixam afogueados mesmo antes de começarmos a correr.

Entre essas investigações estranhas a que se dedicam os “cientistas” e científicos, destaco uma que assegura que, a forma de caminhar das mulheres, está relacionada com a sua capacidade de ter orgasmos e sentir prazer.

Confesso que não cheguei a ler se o caminhar é em qualquer local, ou se só é uma identificação, dentro de casa, o sentido de ... e para o local do “castigo”, (o quarto).



Alguém devia fazer uma investigação sobre os cientistas, para averiguar que raio de tipo são essas pessoas, ainda que, fosse mais correcto dizer que tipo de nerds são …

O caso é que, segundo um estudo do “The Journal of Sexual Medicine” e publicado na prestigiada revista norte-americana de sexologia, Journal of Sexual Medicine, sustem que as mulheres com passos mais largos gozam de orgasmos vaginais e têm uma maior flexibilidade(?).

Além disso, uma vez que o pensamento pode ser aplicado em sentido inverso, seria algo como andoterapia.



Se andamos de forma mais relaxada e com passos mais amplos e elásticos, contribuiremos para desbloquear a zona pélvica e, portanto, a aumentar o nosso prazer.

Tem razão Stuart Brody, professor da Universidade West Scotland e principal autor do estudo, que sustenta que o bloqueio dos músculos pélvicos poderá estar relacionado com alterações psico-sexuais e assim poder afectar, tanto a resposta orgástica, como a forma de andar.

Sobre o papel .... Por que não testar?

Para abrir caminho ... o mundo é nosso!

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