- Só os peixes mortos acompanham a corrente !
sábado, novembro 06, 2010
SEXSOMNIA (Parte II)
.
… Continuação

No meu caso, quando tive um episódio de sexsomnia, acordei a meio da noite e como ela era gente de confiança, não se passou nada.
Aliás, há pessoas que chegam a ter relações sexuais completas sem se inteirar de metade da missa.
De facto, em Toronto (Canadá), um homem foi absolvido da acusação de violação que apresentou contra si uma sua amiga, com a qual compartiu o quarto do hotel, porque nesse momento da “meiga agressão” estava adormecido.
Acordou com as pancadas e os gritos da sua companheira que se defendia do seu “ataque”, sem saber onde estava e o que tinha ocorrido.
Pode-vos soar a um conto das mil e umas noites ou uma desculpa barata, no entanto, graças ao depoimento de alguns especialistas do sono, a sua inocência foi corroborada.
Um caso muito mais negro foi o de um pai que violou a filha com 4 anos; também terminou com a absolvição do "pai".

Poder-se-à perguntar a que fazia a amiga na mesma cama.
Tricot?
Isto é um transtorno do sono que até ao ano de 2005 não foi descrito e reconhecido por parte da Academia de Medicina do Sono dos EUA, ainda que uns quatro anos antes, o psicólogo norte-americano, Michael Mangan, da Universidade de New Hampshire (EUA), já tivesse falado deste problema num dos seus livros, tendo criado um site para ajudar os pacientes.
Aí expõe as suas teorias e solicita testemunhos (anónimos) de pessoa que sofram esta disfunção do sono para poder continuar a avançar com as suas investigações.
Na maioria dos casos as pessoas que sofrem de sexsomnia vivem o problema como algo curioso, sem que interfira negativamente nas suas relações com @ parceir@.
Aliás, também há pessoas com grandes prejuízos morais em matéria sexual que os vivem com bastante preocupação, tendo em conta a mudança de papel e a atitude sexual que sofrem enquanto dormem.
Há contrastes verdadeiramente espectaculares, como os da mulher do primeiro ministro da Irlanda do Norte, aparentemente tão casta e pura.

No meu caso, quando tive um episódio de sexsomnia, acordei a meio da noite e como ela era gente de confiança, não se passou nada.
Aliás, há pessoas que chegam a ter relações sexuais completas sem se inteirar de metade da missa.
De facto, em Toronto (Canadá), um homem foi absolvido da acusação de violação que apresentou contra si uma sua amiga, com a qual compartiu o quarto do hotel, porque nesse momento da “meiga agressão” estava adormecido.
Acordou com as pancadas e os gritos da sua companheira que se defendia do seu “ataque”, sem saber onde estava e o que tinha ocorrido.
Pode-vos soar a um conto das mil e umas noites ou uma desculpa barata, no entanto, graças ao depoimento de alguns especialistas do sono, a sua inocência foi corroborada.
Um caso muito mais negro foi o de um pai que violou a filha com 4 anos; também terminou com a absolvição do "pai".

Poder-se-à perguntar a que fazia a amiga na mesma cama.
Tricot?
Isto é um transtorno do sono que até ao ano de 2005 não foi descrito e reconhecido por parte da Academia de Medicina do Sono dos EUA, ainda que uns quatro anos antes, o psicólogo norte-americano, Michael Mangan, da Universidade de New Hampshire (EUA), já tivesse falado deste problema num dos seus livros, tendo criado um site para ajudar os pacientes.
Aí expõe as suas teorias e solicita testemunhos (anónimos) de pessoa que sofram esta disfunção do sono para poder continuar a avançar com as suas investigações.
'Nu aux jambes croisées', de Henri Matisse
Na maioria dos casos as pessoas que sofrem de sexsomnia vivem o problema como algo curioso, sem que interfira negativamente nas suas relações com @ parceir@.
Aliás, também há pessoas com grandes prejuízos morais em matéria sexual que os vivem com bastante preocupação, tendo em conta a mudança de papel e a atitude sexual que sofrem enquanto dormem.
Há contrastes verdadeiramente espectaculares, como os da mulher do primeiro ministro da Irlanda do Norte, aparentemente tão casta e pura.
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sexta-feira, novembro 05, 2010
SEXSOMNIA (Parte I)
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De pequeno tive um ou outro episódio de sonambulismo; não o sonambulismo induzido que nos encaminhava para a cama da prima, ou da 'sopeira', mas sonambulismo mesmo.
O médico recomendou aos meus pais colocar a bom recato, não as primas ou outras personagens, mas sim as facas, tesouras, navalhas, pistolas, caçadeiras e outros elementos que tais, para evitar ferir ou matar alguém no decurso dos meus passeios oníricos-festivos pela casa.
Não para impedir que os assassinasse, como suponho que hoje em dia devem indicar os especialistas, tal como estão da cabeça, os nossos "putos".
Em geral, claro.
Com o passar dos anos, os meus shows nos braços de ... Morfeu foram perdendo frequência e espectacularidade.
Sem dúvida, a minha actividade cerebral está em declínio e já não intento atravessar paredes nem patinar sobre gelo na sala de jantar.

Aliás, uma nova forma de transtorno fez a sua aparição nos últimos anos, para desconcerto das minhas sucessivas parceiras.
Para minha angústia.
Chama-se sexsomnia e, ainda que não sofra amiúde, no dia seguinte tenho que dar muitas explicações.
Para não falar do mau que passei quando, por avatares e casualidades da vida, tive que compartilhar o leito com alguém com quem que, ter relações sexuais não entrava dentro das previsões (ou expectativas).
Em que consiste a sexsomnia?
Eu conto-vos.
É muito provável que já tenham passado pelo mesmo.
Basicamente consiste em ter relações sexuais enquanto se está a dormir.

Não é necessário deitarmo-nos com "calores" ou “esquentão”, ou algo parecido, na "arma".
O desejo aparece sem mais nem menos e o tipo começa a masturbar-se ou a apalpar o seu companheiro de leito sem prévio aviso e sem abandonar o estado inconsciente próprio do sonho.
A alguns de vós pode parecer um mar espirituoso de diversão, mas acredito que tenha um pingo de sentimento ruim indiscutível.
Como já disse, imaginai que um dia têm de compartir a cama com um amigo.
Sim, talvez com a agitação a amizade se reforce ou cubra uma nova dimensão, mas não é linear.
O médico recomendou aos meus pais colocar a bom recato, não as primas ou outras personagens, mas sim as facas, tesouras, navalhas, pistolas, caçadeiras e outros elementos que tais, para evitar ferir ou matar alguém no decurso dos meus passeios oníricos-festivos pela casa.
Não para impedir que os assassinasse, como suponho que hoje em dia devem indicar os especialistas, tal como estão da cabeça, os nossos "putos".
Em geral, claro.
Com o passar dos anos, os meus shows nos braços de ... Morfeu foram perdendo frequência e espectacularidade.
Sem dúvida, a minha actividade cerebral está em declínio e já não intento atravessar paredes nem patinar sobre gelo na sala de jantar.

Aliás, uma nova forma de transtorno fez a sua aparição nos últimos anos, para desconcerto das minhas sucessivas parceiras.
Para minha angústia.
Chama-se sexsomnia e, ainda que não sofra amiúde, no dia seguinte tenho que dar muitas explicações.
Para não falar do mau que passei quando, por avatares e casualidades da vida, tive que compartilhar o leito com alguém com quem que, ter relações sexuais não entrava dentro das previsões (ou expectativas).
Em que consiste a sexsomnia?
Eu conto-vos.
É muito provável que já tenham passado pelo mesmo.
Basicamente consiste em ter relações sexuais enquanto se está a dormir.
Não é necessário deitarmo-nos com "calores" ou “esquentão”, ou algo parecido, na "arma".
O desejo aparece sem mais nem menos e o tipo começa a masturbar-se ou a apalpar o seu companheiro de leito sem prévio aviso e sem abandonar o estado inconsciente próprio do sonho.
A alguns de vós pode parecer um mar espirituoso de diversão, mas acredito que tenha um pingo de sentimento ruim indiscutível.
Como já disse, imaginai que um dia têm de compartir a cama com um amigo.
Sim, talvez com a agitação a amizade se reforce ou cubra uma nova dimensão, mas não é linear.
Continua...
quinta-feira, novembro 04, 2010
CAÇA AOS NÍQUEIS
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Vivi uma curiosa anedota.
Uma mostra do que não é a "globalização", a interculturalidade dos povos, senão a "modafilía", seja qual seja, contando que "nos tenham por modernos e actuais".
Foi um fugaz encontro com uma jovenzita, “abóbora na mão”, que pedia uma moedinha de colaboração.
– Para quê?, perguntei-lhe.
– Para festejar o ‘halloween’, respondeu-me com um enorme sorriso e sonoro aboborado.
– Vejamos alguns aspectos.
Tu celebras o halloween, mas proponho-te duas festas para este dia feriado.
A primeira, é o “Ano Novo Celta” e a segunda, “Os fieis defuntos”.
As três festas são macabras.
Têm o enquadramento da morte, como fundamento para a festa.
– Mas que festa?
– Não sei, respondeu-me a jovenzita pedinte.
Acrescentou, “a minha professora diz que com o "halloween" conseguimos recobrar um sentido de vida sobre a morte”.

– Magnífico!!!
As outras duas, também.
A única diferença está na origem e na sua substância cultural e religiosa.
Antropologicamente merecem-me todo o respeito e consideração.
São expressão de uma vida, de uma história, de uma cultura.
Mas torna-se muito difícil admitir essa estranha interculturalidade que nos querem impor, a partir de um mercantilismo voraz e transgressor.
São festas que têm o seu próprio cenário cultural.
Mas parece que o “progresso”, o “postmoderno”, é assumir o estranho e esquecer a raiz cultural e profunda do ser.
Porquê essa loucura de abraçar o outro e desprezar o próprio?
Que os povos de raízes saxónicas ou célticas, celebrem uma ou a outra festa, parece-me congruente com as suas raízes antropológicas.
Mas desconcertam-me que países de origem greco-latina e cristãs, se “embriaguem”, com tantas “bruxas” e “abóboras”.

Tudo, claro está, para afastar os maus espíritos.
Nas nossas latitudes celebramos os defuntos.
Uma festa precedida da de Todos os Santos.
No México, por exemplo, fazem alarde de maravilhosos altares, de doces, para festejar os defuntos.
Não sei se por aquelas paragens são mais gulosos, os defuntos, pois claro.
É um prazer degustar uma “máscara” de chocolate branco.
Mas isso do “halloween”, que se mantenha no seu lugar.
Voltemos ás nossas raízes cristãs.
Festejemos a morte enquanto estamos vivos.
Afastemos estas recentes extravagâncias (do halloween) completamente alheias à fé católica e que só servem para nos pilhar mais uns euros.
Pôe-te a pau com eles, ou elas (abóboras) e com bruxos e bruxas!!!
Uma mostra do que não é a "globalização", a interculturalidade dos povos, senão a "modafilía", seja qual seja, contando que "nos tenham por modernos e actuais".
Foi um fugaz encontro com uma jovenzita, “abóbora na mão”, que pedia uma moedinha de colaboração.
– Para quê?, perguntei-lhe.
– Para festejar o ‘halloween’, respondeu-me com um enorme sorriso e sonoro aboborado.
– Vejamos alguns aspectos.
Tu celebras o halloween, mas proponho-te duas festas para este dia feriado.
A primeira, é o “Ano Novo Celta” e a segunda, “Os fieis defuntos”.
As três festas são macabras.
Têm o enquadramento da morte, como fundamento para a festa.
– Mas que festa?
– Não sei, respondeu-me a jovenzita pedinte.
Acrescentou, “a minha professora diz que com o "halloween" conseguimos recobrar um sentido de vida sobre a morte”.

– Magnífico!!!
As outras duas, também.
A única diferença está na origem e na sua substância cultural e religiosa.
Antropologicamente merecem-me todo o respeito e consideração.
São expressão de uma vida, de uma história, de uma cultura.
Mas torna-se muito difícil admitir essa estranha interculturalidade que nos querem impor, a partir de um mercantilismo voraz e transgressor.
São festas que têm o seu próprio cenário cultural.
Mas parece que o “progresso”, o “postmoderno”, é assumir o estranho e esquecer a raiz cultural e profunda do ser.
Porquê essa loucura de abraçar o outro e desprezar o próprio?
Que os povos de raízes saxónicas ou célticas, celebrem uma ou a outra festa, parece-me congruente com as suas raízes antropológicas.
Mas desconcertam-me que países de origem greco-latina e cristãs, se “embriaguem”, com tantas “bruxas” e “abóboras”.

Tudo, claro está, para afastar os maus espíritos.
Nas nossas latitudes celebramos os defuntos.
Uma festa precedida da de Todos os Santos.
No México, por exemplo, fazem alarde de maravilhosos altares, de doces, para festejar os defuntos.
Não sei se por aquelas paragens são mais gulosos, os defuntos, pois claro.
É um prazer degustar uma “máscara” de chocolate branco.
Mas isso do “halloween”, que se mantenha no seu lugar.
Voltemos ás nossas raízes cristãs.
Festejemos a morte enquanto estamos vivos.
Afastemos estas recentes extravagâncias (do halloween) completamente alheias à fé católica e que só servem para nos pilhar mais uns euros.
Pôe-te a pau com eles, ou elas (abóboras) e com bruxos e bruxas!!!
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quarta-feira, novembro 03, 2010
GELADOS ENGRAVIDAM ???
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Li algures por aí que, a gordura do gelado melhora o funcionamento do aparelho sexual da mulher.
Fui investigar e soube então que, Investigadores do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Havard, nos E.U.A., concluíram que trocar o leite integral por gelado, pelo menos duas vezes na semana, pode ser meio caminho andado para quem deseja um filho.
O coordenador da pesquisa acompanhou durante oito anos, mais de dezoito mil mulheres, com idade entre os 24 e os 42 anos, que apresentavam dificuldade em engravidar.
De dois em dois anos respondiam a um questionário, no qual diriam se tinham tentado ter um filho, se essas tentativas já duravam há mais de um ano e, no caso de dificuldade, se sabiam a razão.
Além disso as voluntárias forneceram elementos sobre os seus hábitos alimentares.

No final da pesquisa, ficou demonstrado que as mulheres que consumiam diariamente pelo menos dois gelados, tinham mais de 85 % de probabilidades de ovular do que aquelas que não os consumiam.
A pesquisa revelou ainda que a sobremesa diminuiu o risco de infertilidade em 22 %.
As mulheres que comeram gelados cremosos duas vezes por semana têm um risco de infertilidade 38 % menor do que aquelas que não os comeram.
A explicação dos investigadores é de que a gordura presente nos gelados, tem substâncias que melhoram o funcionamento dos ovários, facilitam a produção de hormonas sexuais e aumentam a fertilidade.

Pode muito bem ser que os gelados aumentem a fertilidade da mulher, mas também se deve salientar que o gelado engorda e muito, …não para a parte da frente da barriga, mas pelo corpo todo ... eh!eh!eh!eh!.
Se pensas ter um filho algures … cuidado ou não com os gelados.
Muito mais se estás a tentar engravidar e … nada …
Então está na hora de comeres aqueles gelados.
E agora que tudo acabou e o gelado derreteu, serás capaz de acreditar que o dito cujo aumenta a opulência do bojo?
Deixa-me a tua opinião.
Assim poderei reclamar veementemente que … uma minhoca saudável, é a melhor forma de entrar num túnel.
Fui investigar e soube então que, Investigadores do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública de Havard, nos E.U.A., concluíram que trocar o leite integral por gelado, pelo menos duas vezes na semana, pode ser meio caminho andado para quem deseja um filho.
O coordenador da pesquisa acompanhou durante oito anos, mais de dezoito mil mulheres, com idade entre os 24 e os 42 anos, que apresentavam dificuldade em engravidar.
De dois em dois anos respondiam a um questionário, no qual diriam se tinham tentado ter um filho, se essas tentativas já duravam há mais de um ano e, no caso de dificuldade, se sabiam a razão.
Além disso as voluntárias forneceram elementos sobre os seus hábitos alimentares.

No final da pesquisa, ficou demonstrado que as mulheres que consumiam diariamente pelo menos dois gelados, tinham mais de 85 % de probabilidades de ovular do que aquelas que não os consumiam.
A pesquisa revelou ainda que a sobremesa diminuiu o risco de infertilidade em 22 %.
As mulheres que comeram gelados cremosos duas vezes por semana têm um risco de infertilidade 38 % menor do que aquelas que não os comeram.
A explicação dos investigadores é de que a gordura presente nos gelados, tem substâncias que melhoram o funcionamento dos ovários, facilitam a produção de hormonas sexuais e aumentam a fertilidade.

Pode muito bem ser que os gelados aumentem a fertilidade da mulher, mas também se deve salientar que o gelado engorda e muito, …não para a parte da frente da barriga, mas pelo corpo todo ... eh!eh!eh!eh!.
Se pensas ter um filho algures … cuidado ou não com os gelados.
Muito mais se estás a tentar engravidar e … nada …
Então está na hora de comeres aqueles gelados.
E agora que tudo acabou e o gelado derreteu, serás capaz de acreditar que o dito cujo aumenta a opulência do bojo?
Deixa-me a tua opinião.
Assim poderei reclamar veementemente que … uma minhoca saudável, é a melhor forma de entrar num túnel.
07JUN2010
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terça-feira, novembro 02, 2010
À ATENÇÃO dos URBANISTAS PORTUGUESES
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ATENÇÃO QUE ESCREVI URBANISTAS PORTUGUESES.
NÃO LADRÕES!!!
LONGE DE MIM TAL PENSAMENTO.
SÓ SEI QUE PORTUGAL, DE NORTE A SUL, DE NASCENTE A POENTE, FOI RETALHADO, PARA FAZER FORTUNAS.
TERRENOS PRODUTIVOS; MARGENS E LEITOS DE RIOS; COSTA ATLÂNTICA; SERRAS; COLINAS; LEZÍRIAS; ATÉ VIAS PÚBLICAS... EM TUDO O QUE ERA SÍTIO, CONSTRUIU-SE À TRIPA FORRA!!!!!
NÃO LADRÕES!!!
LONGE DE MIM TAL PENSAMENTO.
SÓ SEI QUE PORTUGAL, DE NORTE A SUL, DE NASCENTE A POENTE, FOI RETALHADO, PARA FAZER FORTUNAS.
TERRENOS PRODUTIVOS; MARGENS E LEITOS DE RIOS; COSTA ATLÂNTICA; SERRAS; COLINAS; LEZÍRIAS; ATÉ VIAS PÚBLICAS... EM TUDO O QUE ERA SÍTIO, CONSTRUIU-SE À TRIPA FORRA!!!!!
VIVAM OS EMPREITEIROS !!!

A maldita crise está a provocar estragos nas nossas carteiras, também nas economias e no nosso ambiente natural.
Os orçamentos para o meio ambiente adelgaçaram até se tornarem quase invisíveis, tesourada que vai deixar reduzidos à mínima expressão os já de si exíguos recursos destinados à protecção da natureza.
Como o dinheiro não flui ás arcas públicas como há uns tempos atrás, alguns estados procuram novas fontes de financiamento, inclusive debaixo das pedras.
No Reino Unido, tão práticos são, o actual governo decidiu fazer uma caixa de aforro, com nada mais que, as suas árvores, segundo informou o diário The Telegraph na sua edição de 23 de Outubro.
Para reduzir o actual défice nacional, venderá metade dos ± 750.000 hectares de bosques públicos, até agora intocáveis por estarem sob gestão de uma Comissão Florestal inglesa.

São ± 350.000 hectares de arvoredo do que se quer aproveitar tudo: a sua madeira para fazer móveis, mas também e especialmente o seu solo, o lugar perfeito para a construção de toda classe de campos de golf e parques temáticos.
A decisão obrigará a retirar uma secular protecção que provém nada mais nada menos do que da época do rei Guilherme (I), o Conquistador, no século XI.
Velhos bosques, relíquias antigas, cheios de história como o famoso Sherwood, refúgio de Robin dos Bosques, estão agora ameaçados pelo mercantilismo governamental.
Mais do que um ecologista agarrará no arco e nas flechas da razão para defenderem destes novos “João Sem Terra” tão valiosos redutos de biodiversidade, ainda que esteja complicado.

Mas como sempre sucede, temo o sindroma do copianço.
Se isto é feito pelo Reino Unido, modelo mundial de protecção extraordinária dos seus escassos recursos ambientais, nem quero pensar que se expanda o exemplo e o nosso governo decida empreender uma segunda desamortização, desta vez com os montes de utilidade pública.
Será que tal é possível?
Atrever-se-ão a copiar o que é mau?
Tenho a certeza que as velhas raposas do Urbanismo, deste país de corruptos e não só, do Norte a Sul, já estão a esfregar as mãos de contentes e a fazer contas ás suas contas.
Tanta madeira para queimar e campos para urbanizar ...
O que me contas?
Os orçamentos para o meio ambiente adelgaçaram até se tornarem quase invisíveis, tesourada que vai deixar reduzidos à mínima expressão os já de si exíguos recursos destinados à protecção da natureza.
Como o dinheiro não flui ás arcas públicas como há uns tempos atrás, alguns estados procuram novas fontes de financiamento, inclusive debaixo das pedras.
No Reino Unido, tão práticos são, o actual governo decidiu fazer uma caixa de aforro, com nada mais que, as suas árvores, segundo informou o diário The Telegraph na sua edição de 23 de Outubro.
Para reduzir o actual défice nacional, venderá metade dos ± 750.000 hectares de bosques públicos, até agora intocáveis por estarem sob gestão de uma Comissão Florestal inglesa.

São ± 350.000 hectares de arvoredo do que se quer aproveitar tudo: a sua madeira para fazer móveis, mas também e especialmente o seu solo, o lugar perfeito para a construção de toda classe de campos de golf e parques temáticos.
A decisão obrigará a retirar uma secular protecção que provém nada mais nada menos do que da época do rei Guilherme (I), o Conquistador, no século XI.
Velhos bosques, relíquias antigas, cheios de história como o famoso Sherwood, refúgio de Robin dos Bosques, estão agora ameaçados pelo mercantilismo governamental.
Mais do que um ecologista agarrará no arco e nas flechas da razão para defenderem destes novos “João Sem Terra” tão valiosos redutos de biodiversidade, ainda que esteja complicado.

Mas como sempre sucede, temo o sindroma do copianço.
Se isto é feito pelo Reino Unido, modelo mundial de protecção extraordinária dos seus escassos recursos ambientais, nem quero pensar que se expanda o exemplo e o nosso governo decida empreender uma segunda desamortização, desta vez com os montes de utilidade pública.
Será que tal é possível?
Atrever-se-ão a copiar o que é mau?
Tenho a certeza que as velhas raposas do Urbanismo, deste país de corruptos e não só, do Norte a Sul, já estão a esfregar as mãos de contentes e a fazer contas ás suas contas.
Tanta madeira para queimar e campos para urbanizar ...
O que me contas?
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segunda-feira, novembro 01, 2010
O CALOR DILATA OS CORPOS (Parte II)
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… Continuação

A testosterona, hormona masculina por excelência, estimula o desejo sexual, alcançando o seu apogeu no final do verão.
Esta hormona responde aos estímulos da luz, o que explica, entre outras razões, o aumento que se produz do desejo sexual no período estival.
Serotonina e endorfina, são hormonas que produzem sensação de prazer.
Podem aumentar por diversos estímulos como a alimentação, o exercício físico e a luz.
Ao serem estimuladas também pela luz, guardam a relação com os ciclos estacionais, aumentando na Primavera e Verão, guardando também, uma relação inversamente proporcional com a depressão e com a falta de estímulo sexual.

Outros factores que influem.
Não é um só factor que intervém no aumento do desejo sexual no Verão, mas sim um conjunto de factores, entre os quais podemos destacar, para além dos hormonais:
- A atracção física. Durante o verão o atractivo físico das pessoas é maior. A pele está bronzeada (para quem gosta) e o tipo de roupa é geralmente mais “apetecível”. As roupas são mais ligeiras, insinuantes, com cores mais intensas e estampados alegres e apelativos.
– O descanso, o relaxamento e o bom tempo fazem com que as pessoas se sintam alegres e de bom humor. Regra geral são mais sociáveis e divertidas, o que convida a relacionarem-se com os demais e a “saborear” melhor cada instante.
– As saídas nocturnas são mais frequentes que no resto do ano.
O clima acompanha-nos e há sempre um local para beber um copo ou conversar com o teu par, criando dessa forma um bom ambiente para um encontro amoroso.
É como fazer a cama de lavado e perfumada, rsss, rsss, rsss.
– É, também, uma época propícia para a “pesca”, pois há muito maiores estímulos visuais, principalmente nas praias e piscinas, onde a escassez de roupa, para além da boa dificuldade em enxergá-la, activa e aviva o desejo sexual.

Para tua introspecção:
- Os affaires de verão recordam-se especialmente; quase todo mundo tem alguma história que contar: o primeiro beijo, o primeiro amor, uma aventura louca, um deslize, alguém que te marcou e a quem nunca mais voltaste a ver...
- Sobe-te a libido no verão?
- Tens algum affaire que queiras compartilhar?
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A testosterona, hormona masculina por excelência, estimula o desejo sexual, alcançando o seu apogeu no final do verão.
Esta hormona responde aos estímulos da luz, o que explica, entre outras razões, o aumento que se produz do desejo sexual no período estival.
Serotonina e endorfina, são hormonas que produzem sensação de prazer.
Podem aumentar por diversos estímulos como a alimentação, o exercício físico e a luz.
Ao serem estimuladas também pela luz, guardam a relação com os ciclos estacionais, aumentando na Primavera e Verão, guardando também, uma relação inversamente proporcional com a depressão e com a falta de estímulo sexual.

Outros factores que influem.
Não é um só factor que intervém no aumento do desejo sexual no Verão, mas sim um conjunto de factores, entre os quais podemos destacar, para além dos hormonais:
- A atracção física. Durante o verão o atractivo físico das pessoas é maior. A pele está bronzeada (para quem gosta) e o tipo de roupa é geralmente mais “apetecível”. As roupas são mais ligeiras, insinuantes, com cores mais intensas e estampados alegres e apelativos.
– O descanso, o relaxamento e o bom tempo fazem com que as pessoas se sintam alegres e de bom humor. Regra geral são mais sociáveis e divertidas, o que convida a relacionarem-se com os demais e a “saborear” melhor cada instante.
– As saídas nocturnas são mais frequentes que no resto do ano.
O clima acompanha-nos e há sempre um local para beber um copo ou conversar com o teu par, criando dessa forma um bom ambiente para um encontro amoroso.
É como fazer a cama de lavado e perfumada, rsss, rsss, rsss.
– É, também, uma época propícia para a “pesca”, pois há muito maiores estímulos visuais, principalmente nas praias e piscinas, onde a escassez de roupa, para além da boa dificuldade em enxergá-la, activa e aviva o desejo sexual.

Para tua introspecção:
- Os affaires de verão recordam-se especialmente; quase todo mundo tem alguma história que contar: o primeiro beijo, o primeiro amor, uma aventura louca, um deslize, alguém que te marcou e a quem nunca mais voltaste a ver...
- Sobe-te a libido no verão?
- Tens algum affaire que queiras compartilhar?
10JUN2010
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domingo, outubro 31, 2010
O CALOR DILATA OS CORPOS (Parte I)
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É no Verão que a maioria das pessoas desfrutam das férias e, portanto, do descanso, do tempo livre e da diversão.
Estes factores, junto com a influência positiva que o sol e luz têm nas hormonas que determinam o comportamento sexual, fazem que se produza um aumento do desejo sexual.
A tudo isto acrescento o que aprendi nos bancos da escola: o calor dilata os corpos, daí… o aumento do desejo sexual e não só… (também do “corpo” do delito).
Tendências.
Peculiares factores indicam que no verão, é “tudo” em grande, (salvo as coisas pequenas, rsss, rsss, rsss).
Durante o ano não faltam ocasiões em que o stress se apodere de nós.
Passamos por situações complicadas no trabalho e quando chegamos a casa, estamos demasiado cansados.

Queremos estar com @ noss@ parceir@, mas apenas há forças e tempo para o ramerrame ramerrão.
Quando estamos debaixo duma situação de stress, somos mais irritáveis e tendemos a ser mais negativos.
Regra geral, fixamo-nos mais facilmente nos erros e defeitos de quem nos rodeia.
Isto afecta especialmente @ noss@ parceir@, que além de suportar a nossa irritação, suporta como interpretamos mal, o que nos diz ou faz.
Chega-se ao cúmulo de parecer que tudo o que faz está mal.
Em férias é diferente.
Normalmente a tensão e o stress desaparecem.
Dispomos de tempo para estar com o nosso par, para conversar, divertirmo-nos e … desfrutarmo-nos um do outro.

Rompemos a rotina e não estamos sujeitos a horários, ficamos relaxados e com desejos de estarmos juntos.
As circunstâncias são propícias e as chances de um encontro sexual multiplicam-se.
Ter tempo livre para descansar e desfrutar de actividades sociais é fundamental para umas boas férias.
Há que aprender a relaxar-se e fruir do tempo de ócio.
Assim lograremos também uma vida sexual mais enriquecida, já que a diversão e o relaxamento que nos proporcionam as férias, favorece-nos o aumento do desejo sexual.
As hormonas são um factor com muita influência.
São muitas as que intervêm na realização do acto sexual.
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Estes factores, junto com a influência positiva que o sol e luz têm nas hormonas que determinam o comportamento sexual, fazem que se produza um aumento do desejo sexual.
A tudo isto acrescento o que aprendi nos bancos da escola: o calor dilata os corpos, daí… o aumento do desejo sexual e não só… (também do “corpo” do delito).
Tendências.
Peculiares factores indicam que no verão, é “tudo” em grande, (salvo as coisas pequenas, rsss, rsss, rsss).
Durante o ano não faltam ocasiões em que o stress se apodere de nós.
Passamos por situações complicadas no trabalho e quando chegamos a casa, estamos demasiado cansados.

Queremos estar com @ noss@ parceir@, mas apenas há forças e tempo para o ramerrame ramerrão.
Quando estamos debaixo duma situação de stress, somos mais irritáveis e tendemos a ser mais negativos.
Regra geral, fixamo-nos mais facilmente nos erros e defeitos de quem nos rodeia.
Isto afecta especialmente @ noss@ parceir@, que além de suportar a nossa irritação, suporta como interpretamos mal, o que nos diz ou faz.
Chega-se ao cúmulo de parecer que tudo o que faz está mal.
Em férias é diferente.
Normalmente a tensão e o stress desaparecem.
Dispomos de tempo para estar com o nosso par, para conversar, divertirmo-nos e … desfrutarmo-nos um do outro.

Rompemos a rotina e não estamos sujeitos a horários, ficamos relaxados e com desejos de estarmos juntos.
As circunstâncias são propícias e as chances de um encontro sexual multiplicam-se.
Ter tempo livre para descansar e desfrutar de actividades sociais é fundamental para umas boas férias.
Há que aprender a relaxar-se e fruir do tempo de ócio.
Assim lograremos também uma vida sexual mais enriquecida, já que a diversão e o relaxamento que nos proporcionam as férias, favorece-nos o aumento do desejo sexual.
As hormonas são um factor com muita influência.
São muitas as que intervêm na realização do acto sexual.
… Continua
10JUN2010
10JUN2010
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sábado, outubro 30, 2010
SEXO PELO MUNDO (parte II)
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… continuação

Se formos até África, podemos ver alguns rituais como o das mulheres Nuer, na África Oriental, que amarram os pénis dos seus parceiros com uma corda e puxam com toda a força.
Oops!!!
Os Zulus sul-africanos têm por norma não fazer amor durante o dia, já que se o fazem, pensam que não se diferenciarão dos animais.
Os Luo, do Este de África, (da mesma etnia que o pai e o avô de Barack Obama), praticam actos necrófilos.
Pensam que o espírito de uma mulher que morreu virgem poderá ser muito perigoso para eles e assim, pedem a um voluntário que desflore a falecida.
Enfim … sem comentários.
E continuando com espíritos, no Gana, os Twi exigem ás mulheres viúvas que querem voltar a casar, “transar” antes com outro homem que não conheça a sua condição, para libertar-se do espírito do marido morto.

Algo já conhecido como o é a clitoridectomia (extirpação do clítoris) continua sendo bastante habitual em alguns povos africanos.
Depois destas “quecas” todas, chegamos finalmente à Oceania, onde encontramos os habitantes das ilhas Yap, antes de se casarem, praticam o “gichi gich”, que consiste em introduzir ligeiramente o pénis entre os lábios maiores da mulher, que permanece sentada no colo do seu parceiro.
Isto, segundo se diz, faz-lhe ter vários orgasmos.
E uma vez casadas, a postura do missionário é a mais praticada.
As poções de amor e os feitiços ou bruxaria estão muito valorizados nestas sociedades.

Para eles, qualquer êxito amoroso obedece à magia e ao poder que contêm algumas beberagens amorosas.
Não seria nada mau ter alguma para que nos desse uma ajudita …
Há mulheres no Pacífico que continuam a praticar o tatuar dos genitais.
E fazem-no não só por razões estéticas e eróticas, mas também como símbolo do status.
Para terminar, assim como no ocidente, se estreita a mão, os Walbiri da Austrália, “estreitam” os pénis.
Oferecem-nos aos seus anfitriões e não o fazer está considerado como um detalhe de muito má educação.
Por isso já sabes.
Se viajares para aquelas bandas, é pegar e não largar.

Se formos até África, podemos ver alguns rituais como o das mulheres Nuer, na África Oriental, que amarram os pénis dos seus parceiros com uma corda e puxam com toda a força.
Oops!!!
Os Zulus sul-africanos têm por norma não fazer amor durante o dia, já que se o fazem, pensam que não se diferenciarão dos animais.
Os Luo, do Este de África, (da mesma etnia que o pai e o avô de Barack Obama), praticam actos necrófilos.
Pensam que o espírito de uma mulher que morreu virgem poderá ser muito perigoso para eles e assim, pedem a um voluntário que desflore a falecida.
Enfim … sem comentários.
E continuando com espíritos, no Gana, os Twi exigem ás mulheres viúvas que querem voltar a casar, “transar” antes com outro homem que não conheça a sua condição, para libertar-se do espírito do marido morto.

Algo já conhecido como o é a clitoridectomia (extirpação do clítoris) continua sendo bastante habitual em alguns povos africanos.
Depois destas “quecas” todas, chegamos finalmente à Oceania, onde encontramos os habitantes das ilhas Yap, antes de se casarem, praticam o “gichi gich”, que consiste em introduzir ligeiramente o pénis entre os lábios maiores da mulher, que permanece sentada no colo do seu parceiro.
Isto, segundo se diz, faz-lhe ter vários orgasmos.
E uma vez casadas, a postura do missionário é a mais praticada.
As poções de amor e os feitiços ou bruxaria estão muito valorizados nestas sociedades.

Para eles, qualquer êxito amoroso obedece à magia e ao poder que contêm algumas beberagens amorosas.
Não seria nada mau ter alguma para que nos desse uma ajudita …
Há mulheres no Pacífico que continuam a praticar o tatuar dos genitais.
E fazem-no não só por razões estéticas e eróticas, mas também como símbolo do status.
Para terminar, assim como no ocidente, se estreita a mão, os Walbiri da Austrália, “estreitam” os pénis.
Oferecem-nos aos seus anfitriões e não o fazer está considerado como um detalhe de muito má educação.
Por isso já sabes.
Se viajares para aquelas bandas, é pegar e não largar.
27MAI2010
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