
Quando se trata de preservar os miúdos e adolescentes de abusos, de todo e qualquer tipo, que se podem perpetrar contra eles, até se me revoltam as tripas.
Se nalgum momento pude ter uso da razão, quando chego a este ponto, perco-a.
Não me consigo compenetrar em razões para justificar o “perdoar”.
Nem perdoo por nada deste mundo, nem esqueço os hediondos e abjectos abusadores.
A maior vileza, cometem-na aqueles que era suposto preservar os miúdos e adolescentes de toda e qualquer infâmia.
Hoje, ao abrigo sobretudo de novas tecnologias, pensamos que conhecemos todos (ou quase todos) os abusos que clérigos católicos têm vindo a perpetrar contra miúdos e adolescentes em qualquer local onde tenham implantação.
E é como o iceberg, só aflora uma mínima parte do seu volume.
As “reservas espirituais do ocidente”, semearam um medo insuperável ao denunciarem os clérigos católicos por abusos.
Como o “sacana” do cura que dizia “primeiro fo**-as (papo-as) e depois mando-as para freiras.
Saiu uma noite no único táxi que havia na aldeia; talvez se tivesse saído ao amanhecer ou com dia fosse linchado.

Já lá vão uns anos largos, talvez meio século, que é muito mais tempo.
Ninguém se atreveu a denunciar o cura; o poderio do clero era imenso.
E hoje, mesmo por cá, com 36 de suposta democracia, o clero continua a reinar com o seu poderio.
Séculos de ditames do que está ou não correcto, deixaram marcas profundas e ainda mais, tanto ano de nacional-catolicismo.
Extirpar as falsidades da mente das pessoas não é fácil, principalmente quando os centros docentes continuam doutrinando-se na “moral” que predicam as hierarquias de purpurados príncipes de sedas da seita católica.
É necessário voltar à “República das letras” e implantar um sistema educativo longe de dogmas caducos.
Bento XVI, látego de hereges, diz que a pederastia nos clérigos católicos está mal.
E dizem alguns que quando era bispo na Alemanha deram-se abusos que não denunciou e até ocultou.

O seu irmão carnal que também é bispo, é outro que tal.
E um que estava a ponto de ser santo, descobriu-se que era pedófilo.
“Disse aos seus discípulos: É inevitável que haja escândalos; mas, ai daquele de quem venha. Melhor fosse que lhe atassem ao pescoço uma mó de moinho e o arrojassem ao mar antes de molestar um destes pequeninos. Acautelai-vos” Lucas 17, 1-3.
Já sabem os que são cristãos e conhecem as palavras de Cristo ,que estão com a doutrina do Concílio Vaticano II e não na de Trento, de meados do século XVI, que se Cristo vivesse hoje seria o primeiro a denunciá-los.
Não foi cómodo para os jerarcas do seu tempo e não o seria tão-pouco agora.
Por isso, há que denunciar com mais veemência todos os pseudo cristãos que denigram o cristianismo.
Aqueles que têm fé, exigem-no!!!
Ratzinger, não é justificável sob quaisquer circunstâncias.
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Se nalgum momento pude ter uso da razão, quando chego a este ponto, perco-a.
Não me consigo compenetrar em razões para justificar o “perdoar”.
Nem perdoo por nada deste mundo, nem esqueço os hediondos e abjectos abusadores.
A maior vileza, cometem-na aqueles que era suposto preservar os miúdos e adolescentes de toda e qualquer infâmia.
Hoje, ao abrigo sobretudo de novas tecnologias, pensamos que conhecemos todos (ou quase todos) os abusos que clérigos católicos têm vindo a perpetrar contra miúdos e adolescentes em qualquer local onde tenham implantação.
E é como o iceberg, só aflora uma mínima parte do seu volume.
As “reservas espirituais do ocidente”, semearam um medo insuperável ao denunciarem os clérigos católicos por abusos.
Como o “sacana” do cura que dizia “primeiro fo**-as (papo-as) e depois mando-as para freiras.
Saiu uma noite no único táxi que havia na aldeia; talvez se tivesse saído ao amanhecer ou com dia fosse linchado.

Já lá vão uns anos largos, talvez meio século, que é muito mais tempo.
Ninguém se atreveu a denunciar o cura; o poderio do clero era imenso.
E hoje, mesmo por cá, com 36 de suposta democracia, o clero continua a reinar com o seu poderio.
Séculos de ditames do que está ou não correcto, deixaram marcas profundas e ainda mais, tanto ano de nacional-catolicismo.
Extirpar as falsidades da mente das pessoas não é fácil, principalmente quando os centros docentes continuam doutrinando-se na “moral” que predicam as hierarquias de purpurados príncipes de sedas da seita católica.
É necessário voltar à “República das letras” e implantar um sistema educativo longe de dogmas caducos.
Bento XVI, látego de hereges, diz que a pederastia nos clérigos católicos está mal.
E dizem alguns que quando era bispo na Alemanha deram-se abusos que não denunciou e até ocultou.

O seu irmão carnal que também é bispo, é outro que tal.
E um que estava a ponto de ser santo, descobriu-se que era pedófilo.
“Disse aos seus discípulos: É inevitável que haja escândalos; mas, ai daquele de quem venha. Melhor fosse que lhe atassem ao pescoço uma mó de moinho e o arrojassem ao mar antes de molestar um destes pequeninos. Acautelai-vos” Lucas 17, 1-3.
Já sabem os que são cristãos e conhecem as palavras de Cristo ,que estão com a doutrina do Concílio Vaticano II e não na de Trento, de meados do século XVI, que se Cristo vivesse hoje seria o primeiro a denunciá-los.
Não foi cómodo para os jerarcas do seu tempo e não o seria tão-pouco agora.
Por isso, há que denunciar com mais veemência todos os pseudo cristãos que denigram o cristianismo.
Aqueles que têm fé, exigem-no!!!
Ratzinger, não é justificável sob quaisquer circunstâncias.
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4 comentários:
Nunca confiei em homens de saias: juízes, padres, escoceses, portugueses no Carnaval...
ola jose
meu nome e Angela Piqui da revista Abclassificados em Bruxelas, www.abclassificadosbelgica.com conheça a revista, ela e online e impresa. Gostaria de estar publicando uma materia escrita por voce,ou seja , voce gostaria de ter uma coluna na revista? preciso de seu numero de telefone, e email para falar sobre este assunto ok meu telefone e 0476 257 750 angelapiquibelgica@hotmail.com
Acho que estaríamos melhor sem papas, padres, pastores... enfim, todo tipo de Senhor já era! Já passamos dessa fase de total subserviência. Pra que um papa dizer que tem vergonha dos pecados dos outros? É como o general do Exército, que aparece chorando depois de um dos seus corporativistas matar por "engano". Todo tipo de subserviência segue até o dia em que o homem resolve não mais se curvar. Enquanto ele fizer referência a essas práticas religiosas desnecessárias, mas o fundo das calças aparece e menos respeito ele consegue.
Besos! \0/
O perdão é a maneira mais simples e aceitável socialmente de tapar um erro sem volta
Realmente... É revoltante!
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