O VIDEIRINHO
terça-feira, março 31, 2009
O QUE DEVES SABER QUE IRÁ ACONTECER NA CIMEIRA DO G 20
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Os tambores de guerra já retumbam há tanto tempo, que já nos chateiam os tímpanos sobre a realização duma mediática e institucional reunião dos G 20 no dia 2 de Abril em Londres.
Suponho que desta vez se vai afundar o capitalismo, daí a importância da reunião.
Mas até ao dia da dita, vai ser um bombardeio incessante de informação, como se vinte países se outorguem os direitos sobre todo o mundo.
Para saberes o que se vai passar, nessa importante, curiosa e não menos transcendente reunião, aqui te deixo uns tópicos:
- São 20+2+2, os países que têm cadeira marcada, sendo que já viste no link anterior, G 20, agora junta-se a Espanha ( que sempre quis entrar) e a Holanda, ambos convidados pelo mestre de cerimónias da França, na última chazada e que também foi aceite pelo Reino Unido.
Os outros dois extras serão a Tailândia e a Etiópia.
Todos juntos detêm 90 % do PIB Mundial – Produto Interno Bruto – e representam 80 % do comércio global.
- Vão falar sobre … nesta altura do filme já sabemos quase tudo o que se vai passar.
Pegar o touro pelos cornos, digo, enfrentar de frente a crise com estímulos fiscais, supervisionar melhor o sistema financeiro e redesenhar as carruagens financeiras, para que não derrapem nas curvas.
- Há ordem de trabalhos?
Todos os lideres mundiais estão fartos de dizer que o importante são os pontos de união e não os desencontros.
Obama vai chegar com a intenção de convencer a “assistência social do mundo” de que o gasto público ainda é insuficiente (sobretudo o europeu – pudera!), enquanto que Merkel e Sarkozy consideram que é necessária engendrar uma nova teia financeira mundial.
Se não chegam a acordo nestes pontos a cimeira será um fracasso.
- Como vão agasalhar a Espanha, Zapatero levará uma "quadriga" de cinco “testas duras”, que os espanhóis não brincam em serviço.
São convidados, mas mandaram ao anfitrião, Gordon Brown um decálogo com as propostas espanholas para fazer frente à crise.
Tentará também continuar a vender ao mundo o seu produto, como em Washington em Novembro passado, mas parece-me que o sistema financeiro espanhol é sólido, (ou tem sido) e solvente, pelo menos até hoje.
- Mais 53 milhões de euros para segurança extra, para tudo ser adequável nas instalações e outros preparativos.
Simon Jenkins conta no “The Guardian”, que dia e meio de conversas custará aos londrinos 7 milhões extras, com polícia em “full time”, 6 em decorações e revisões mais 12 milhões de outras coisas.
Os dinheiros bailam em milhões, sendo que há quem afirme que são mais de 80 milhões.
Os organizadores falam em 19, ainda assim muito abaixo dos 285 milhões que gastaram os G 8 no Japão em 2008, já em plena crise!!!
- 4 horas e 35 minutos !!!
É este o tempo que empregarão os mandatários dos países mais importantes, para tentar afundar o mundo, digo, o capitalismo.
Parece pouco, comparado com os 22 dias que, Roosevelt, White, Keynes e outros, - se não me engano eram 44 países no total – estiveram encerrados no complexo turístico de Bretton Woods (New Hampshire), em 1944, para assentar as bases da actual economia.
- Em 1933 foi um fracasso.
O optimismo de todos leva-os a pensar em Bretton Woods.
Mas parece-me que ainda sobrevive o fantasma da reunião anterior que se realizou em Londres há 74 anos.
Nessa reunião que acabou num estrepitoso fracasso, foi o presidente dos EUA que não aceitaram a paridade do dólar, com o franco francês e a libra esterlina.
- Gordon Blown joga tudo, até as suas esperanças políticas no êxito do “London Summit”.
É que não passa por um bom momento político e espera que a sua fleuma como anfitrião seja suficiente para engraxar as mentes dos ingleses e ganhar a popularidade dentro e fora do Parlamento.
- Um menu de Jamie Oliver: será este mediático chefe inglês o encarregado de preparar a ceia de honra de quarta-feira à noite.
Nesse menu não será incluída carne de porcos, digo de porco, por respeito aos muçulmanos.
- Meltdown ameaça: um punhado de valentes grupos anti-capitalistas tentará boicotar a cimeira.
No dia 1 ao meio-dia “assaltaram” o Banco de Inglaterra e na madrugada do dia 2 tentaram, em vão aproximar-se o máximo possível dos hotéis onde estão hospedados os lideres para protestar frente a frente a eles.
- 2500 jornalistas e 50+1 bloggers, (sim, é mesmo isso, esse +1, sou eu!):
2500 jornalistas estão acreditados para cobrir o evento histórico.
Serão os olhos que transmitirão para o mundo o acontecido.
Além disso e pelo primeira vez numa cimeira desta natureza os bloggers terão uma relevância especial e trabalharam como eu a partir do meu cardenho, ou trabalharão a partir das instalações da cimeira.
- O clube das primeiras damas:
Como não poderia deixar de ser, numa feira de vacuidades mentais, digo vaidades físicas, também virão algumas das esposas dos líderes mundiais.
Está previsto que Michelle Obama chegue com o seu marido, assim como Carla Bruni com Sarkozy.
De certeza que não vão, o marido de Angel Merkel e Sonsoles Espinosa, mulher de Zapatero.
- AH! Portugal, na pessoa do 1º Ministro, não aceitou o convite de ficar na portaria com o boné na mão a baixar e levantar a cabeça ...
Talvez proximamente!
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Os tambores de guerra já retumbam há tanto tempo, que já nos chateiam os tímpanos sobre a realização duma mediática e institucional reunião dos G 20 no dia 2 de Abril em Londres.
Suponho que desta vez se vai afundar o capitalismo, daí a importância da reunião.
Mas até ao dia da dita, vai ser um bombardeio incessante de informação, como se vinte países se outorguem os direitos sobre todo o mundo.
Para saberes o que se vai passar, nessa importante, curiosa e não menos transcendente reunião, aqui te deixo uns tópicos:
- São 20+2+2, os países que têm cadeira marcada, sendo que já viste no link anterior, G 20, agora junta-se a Espanha ( que sempre quis entrar) e a Holanda, ambos convidados pelo mestre de cerimónias da França, na última chazada e que também foi aceite pelo Reino Unido.
Os outros dois extras serão a Tailândia e a Etiópia.
Todos juntos detêm 90 % do PIB Mundial – Produto Interno Bruto – e representam 80 % do comércio global.
- Vão falar sobre … nesta altura do filme já sabemos quase tudo o que se vai passar.
Pegar o touro pelos cornos, digo, enfrentar de frente a crise com estímulos fiscais, supervisionar melhor o sistema financeiro e redesenhar as carruagens financeiras, para que não derrapem nas curvas.
- Há ordem de trabalhos?
Todos os lideres mundiais estão fartos de dizer que o importante são os pontos de união e não os desencontros.
Obama vai chegar com a intenção de convencer a “assistência social do mundo” de que o gasto público ainda é insuficiente (sobretudo o europeu – pudera!), enquanto que Merkel e Sarkozy consideram que é necessária engendrar uma nova teia financeira mundial.
Se não chegam a acordo nestes pontos a cimeira será um fracasso.
- Como vão agasalhar a Espanha, Zapatero levará uma "quadriga" de cinco “testas duras”, que os espanhóis não brincam em serviço.
São convidados, mas mandaram ao anfitrião, Gordon Brown um decálogo com as propostas espanholas para fazer frente à crise.
Tentará também continuar a vender ao mundo o seu produto, como em Washington em Novembro passado, mas parece-me que o sistema financeiro espanhol é sólido, (ou tem sido) e solvente, pelo menos até hoje.
- Mais 53 milhões de euros para segurança extra, para tudo ser adequável nas instalações e outros preparativos.
Simon Jenkins conta no “The Guardian”, que dia e meio de conversas custará aos londrinos 7 milhões extras, com polícia em “full time”, 6 em decorações e revisões mais 12 milhões de outras coisas.
Os dinheiros bailam em milhões, sendo que há quem afirme que são mais de 80 milhões.
Os organizadores falam em 19, ainda assim muito abaixo dos 285 milhões que gastaram os G 8 no Japão em 2008, já em plena crise!!!
- 4 horas e 35 minutos !!!
É este o tempo que empregarão os mandatários dos países mais importantes, para tentar afundar o mundo, digo, o capitalismo.
Parece pouco, comparado com os 22 dias que, Roosevelt, White, Keynes e outros, - se não me engano eram 44 países no total – estiveram encerrados no complexo turístico de Bretton Woods (New Hampshire), em 1944, para assentar as bases da actual economia.
- Em 1933 foi um fracasso.
O optimismo de todos leva-os a pensar em Bretton Woods.
Mas parece-me que ainda sobrevive o fantasma da reunião anterior que se realizou em Londres há 74 anos.
Nessa reunião que acabou num estrepitoso fracasso, foi o presidente dos EUA que não aceitaram a paridade do dólar, com o franco francês e a libra esterlina.
- Gordon Blown joga tudo, até as suas esperanças políticas no êxito do “London Summit”.
É que não passa por um bom momento político e espera que a sua fleuma como anfitrião seja suficiente para engraxar as mentes dos ingleses e ganhar a popularidade dentro e fora do Parlamento.
- Um menu de Jamie Oliver: será este mediático chefe inglês o encarregado de preparar a ceia de honra de quarta-feira à noite.
Nesse menu não será incluída carne de porcos, digo de porco, por respeito aos muçulmanos.
- Meltdown ameaça: um punhado de valentes grupos anti-capitalistas tentará boicotar a cimeira.
No dia 1 ao meio-dia “assaltaram” o Banco de Inglaterra e na madrugada do dia 2 tentaram, em vão aproximar-se o máximo possível dos hotéis onde estão hospedados os lideres para protestar frente a frente a eles.
- 2500 jornalistas e 50+1 bloggers, (sim, é mesmo isso, esse +1, sou eu!):
2500 jornalistas estão acreditados para cobrir o evento histórico.
Serão os olhos que transmitirão para o mundo o acontecido.
Além disso e pelo primeira vez numa cimeira desta natureza os bloggers terão uma relevância especial e trabalharam como eu a partir do meu cardenho, ou trabalharão a partir das instalações da cimeira.
- O clube das primeiras damas:
Como não poderia deixar de ser, numa feira de vacuidades mentais, digo vaidades físicas, também virão algumas das esposas dos líderes mundiais.
Está previsto que Michelle Obama chegue com o seu marido, assim como Carla Bruni com Sarkozy.
De certeza que não vão, o marido de Angel Merkel e Sonsoles Espinosa, mulher de Zapatero.
- AH! Portugal, na pessoa do 1º Ministro, não aceitou o convite de ficar na portaria com o boné na mão a baixar e levantar a cabeça ...
Talvez proximamente!
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segunda-feira, março 30, 2009
ALONGAR O PÉNIS ou PROLONGAR O COITO ???
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Ainda não nos libertámos da obsessão de alongar o pénis, quando nos propomos prolongar o coito …
A sexualidade masculina, com frequência, vê-se acometida de complexos e inseguranças; é que o estereótipo masculino do varão sexualmente especialista, de cuja responsabilidade depende o deleite da sua companheira, continua a causar estragos entre os homens, que todavia são vitimas desta tradição machista que entende que “o prazer feminino é coisa de homens”.
Desde logo e por sorte, cada vez se sonha mais com a distante expressão sexo forte, para referir-se à sexualidade masculina.
Nem anatómica, nem fisiologicamente, o é: e supostamente tal como se constata vulgarmente pelas preocupações femininas, maioritariamente giram em torno à sua falta de motivação e interesse pelo sexo, elas circundam em torno da insegurança sobre a sua capacidade e competência sexuais.
Neste contexto, não é de estranhar que o mercado publicitário tenda a oferecer supostos produtos afrodisíacos para ela, enquanto para eles, oferecem, uma mão cheia de nadas, ou quanto muito auto-estima.
Uns mais gerais do género, “melhora a tua vida sexual” ou “se queres podes”, como se isto fosse uma máquina de refrescos onde se inserta só a moeda, e outros que vão mais longe, “Alonga o teu pénis” ou “Queres que as tuas relações durem mais?”.
Aliás, esta última, de tão polémica que foi, levou as autoridades no Reino Unido , Autoridade de Padrões Publicitários, (ASA, sigla em inglês de, Advertising Standards Authority) a explicar a retirada dos anúncios publicitários, sobre a dita pergunta.
Colocados em 196 locais com grande visibilidade e em todo o país.
Trata-se de uma campanha promovida por um instituto médico que oferece tratamentos farmacológicos para as disfunções sexuais masculinas mais frequentes e concretamente para a ejaculação precoce.
Claro está que a motivação para questionar a pertinência, da dita publicidade por parte da ASA, responde a pressões de grupos que consideram a ofensiva inapropriada.
Ofensiva ?
Entramos no terreno sempre acreditado da intolerância quando se dá suporte ao argumento da ofensa, para as proibições.
Inapropriada?
Provavelmente, mas para não sugerir a possibilidade de desfrute sexual, mas sim de falácia que encerra a dita proposta ou publicidade, que aproveita a pertinaz insegurança masculina sobre a capacidade para retardar o coito.
O problema é que debaixo do maior desfrute, apresenta-se a relação sexual como se fosse um exercício de ginástica de resistência, onde no lugar de suscitar prazer “o enlace”, se propõe a duração do acto como fim.
Com muita frequência assistimos a casais em que o prazer descarrilou, confundido com o propósito de alcançar fins pouco ou nada realistas.
Por esse motivo, aproveito para reafirmar que os homens jovens e até alguns, talvez menos jovens, submetidos a uma estimulação constante, tendem a ejacular num curto espaço de tempo.
E muitas mulheres não conseguem o orgasmo através da penetração vaginal, por muito que se esforce o companheiro.
E o mais curioso é que nenhuma destas respostas se podem considerar como disfuncionais.
É óbvio que existem homens com problemas de ejaculação precoce, que merecem todo a atenção médica e que vão beneficiar de todos os recursos terapêuticos conhecidos, entre eles a farmacologia, e entre este alguns ou algum que será lançado muito brevemente, como uma dapoxetina, um inibidor do “capacitar de novo” da serotonina, com o nome comercial de “Priligy”.
Não obstante, isto não deveria confundir-se com a “passagem” à dopagem sexual, uma forma mais de vício sexual, em que os verdadeiros problemas, por deficit de auto-estima e insegurança de alguns homens os pode desviar e expor como “nobres propósitos” de aumentar a sua capacidade de dar prazer à sua parceira.
Ajudaria muito a superar estes problemas quando, particularmente o homem, se vê correntemente “enfrentado” pelo sexo “como um trabalho” (provavelmente grato como nenhum outro, mas trabalho) empenhado em conseguir dar prazer á sua parceira, se questiona se no fundo não está aplacando os seus próprios fantasmas interiores.
Para tua introspecção: - Durante o coito, estás mais centrado em dar prazer à tua parceira – inclusive o orgasmo – que no teu próprio prazer?
– Consegues entender a tua parceira mais preocupada com o teu orgasmo que com o seu prazer?
– Se pudesses atrasar o coito á tua vontade, quanto poderias prolongar a ejaculação?
- E se pudesses atrasar a ejaculação da tua parceira, quanto tempo prolongarias o coito, mantendo-te sem ejacular?
QUE POSIÇÕES GOSTAM OS HOMENS ?
A sexualidade masculina, com frequência, vê-se acometida de complexos e inseguranças; é que o estereótipo masculino do varão sexualmente especialista, de cuja responsabilidade depende o deleite da sua companheira, continua a causar estragos entre os homens, que todavia são vitimas desta tradição machista que entende que “o prazer feminino é coisa de homens”.
Desde logo e por sorte, cada vez se sonha mais com a distante expressão sexo forte, para referir-se à sexualidade masculina.
Nem anatómica, nem fisiologicamente, o é: e supostamente tal como se constata vulgarmente pelas preocupações femininas, maioritariamente giram em torno à sua falta de motivação e interesse pelo sexo, elas circundam em torno da insegurança sobre a sua capacidade e competência sexuais.
Neste contexto, não é de estranhar que o mercado publicitário tenda a oferecer supostos produtos afrodisíacos para ela, enquanto para eles, oferecem, uma mão cheia de nadas, ou quanto muito auto-estima.
Uns mais gerais do género, “melhora a tua vida sexual” ou “se queres podes”, como se isto fosse uma máquina de refrescos onde se inserta só a moeda, e outros que vão mais longe, “Alonga o teu pénis” ou “Queres que as tuas relações durem mais?”.
Aliás, esta última, de tão polémica que foi, levou as autoridades no Reino Unido , Autoridade de Padrões Publicitários, (ASA, sigla em inglês de, Advertising Standards Authority) a explicar a retirada dos anúncios publicitários, sobre a dita pergunta.
Colocados em 196 locais com grande visibilidade e em todo o país.
Trata-se de uma campanha promovida por um instituto médico que oferece tratamentos farmacológicos para as disfunções sexuais masculinas mais frequentes e concretamente para a ejaculação precoce.
Claro está que a motivação para questionar a pertinência, da dita publicidade por parte da ASA, responde a pressões de grupos que consideram a ofensiva inapropriada.
Ofensiva ?
Entramos no terreno sempre acreditado da intolerância quando se dá suporte ao argumento da ofensa, para as proibições.
Inapropriada?
Provavelmente, mas para não sugerir a possibilidade de desfrute sexual, mas sim de falácia que encerra a dita proposta ou publicidade, que aproveita a pertinaz insegurança masculina sobre a capacidade para retardar o coito.
O problema é que debaixo do maior desfrute, apresenta-se a relação sexual como se fosse um exercício de ginástica de resistência, onde no lugar de suscitar prazer “o enlace”, se propõe a duração do acto como fim.
Com muita frequência assistimos a casais em que o prazer descarrilou, confundido com o propósito de alcançar fins pouco ou nada realistas.
Por esse motivo, aproveito para reafirmar que os homens jovens e até alguns, talvez menos jovens, submetidos a uma estimulação constante, tendem a ejacular num curto espaço de tempo.
E muitas mulheres não conseguem o orgasmo através da penetração vaginal, por muito que se esforce o companheiro.
E o mais curioso é que nenhuma destas respostas se podem considerar como disfuncionais.
É óbvio que existem homens com problemas de ejaculação precoce, que merecem todo a atenção médica e que vão beneficiar de todos os recursos terapêuticos conhecidos, entre eles a farmacologia, e entre este alguns ou algum que será lançado muito brevemente, como uma dapoxetina, um inibidor do “capacitar de novo” da serotonina, com o nome comercial de “Priligy”.
Não obstante, isto não deveria confundir-se com a “passagem” à dopagem sexual, uma forma mais de vício sexual, em que os verdadeiros problemas, por deficit de auto-estima e insegurança de alguns homens os pode desviar e expor como “nobres propósitos” de aumentar a sua capacidade de dar prazer à sua parceira.
Ajudaria muito a superar estes problemas quando, particularmente o homem, se vê correntemente “enfrentado” pelo sexo “como um trabalho” (provavelmente grato como nenhum outro, mas trabalho) empenhado em conseguir dar prazer á sua parceira, se questiona se no fundo não está aplacando os seus próprios fantasmas interiores.
Para tua introspecção: - Durante o coito, estás mais centrado em dar prazer à tua parceira – inclusive o orgasmo – que no teu próprio prazer?
– Consegues entender a tua parceira mais preocupada com o teu orgasmo que com o seu prazer?
– Se pudesses atrasar o coito á tua vontade, quanto poderias prolongar a ejaculação?
- E se pudesses atrasar a ejaculação da tua parceira, quanto tempo prolongarias o coito, mantendo-te sem ejacular?
QUE POSIÇÕES GOSTAM OS HOMENS ?
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domingo, março 29, 2009
DINHEIROS da IRA
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Todos esperamos com as mãos nos bolsos vazios, alguns assobiando, que o presidente do Estados Unidos se converta em Rei, (sim, tem que ser grande).
Mas não num monarca qualquer, mas sim no rei mago, Baltasar e governe as finanças.
De momento mobilizou outro bilião de dólares, com “b” de barbaridade, para limpar a banca, que está tão suja que sentimos náuseas em vê-la e por isso ninguém mais olha para ela.
É muito dinheiro para detergentes, mas não há outro remédio senão gastá-lo, já que os resíduos tóxicos têm entupido todos os canais.
“Merda do diabo”, chamava-lhe Papini ao dinheiro, apesar de que não o conhecia para além da vista, como sempre sucedeu à grande maioria dos escritores.
Touro em bronze perto de Wall Street
Entre nós, talvez influídos pelo nosso Primeiro Ministro, consideramos o optimismo sistemático como a mais afortunada das doenças mentais.
Não a sofre o presidente do Fundo Monetário Internacional, Strauss Kahn, que já prognosticou que a crise provocará guerras nos países mais pobres.
Vem de encontro a Napoleão que dizia, que nas guerras morrem sempre os mesmos.
Para nós, a frente de batalha está em Wall Street e não no INEM.
Mas não num monarca qualquer, mas sim no rei mago, Baltasar e governe as finanças.
De momento mobilizou outro bilião de dólares, com “b” de barbaridade, para limpar a banca, que está tão suja que sentimos náuseas em vê-la e por isso ninguém mais olha para ela.
É muito dinheiro para detergentes, mas não há outro remédio senão gastá-lo, já que os resíduos tóxicos têm entupido todos os canais.
“Merda do diabo”, chamava-lhe Papini ao dinheiro, apesar de que não o conhecia para além da vista, como sempre sucedeu à grande maioria dos escritores.
Agora converteu-se no grande ausente, mas penso que tem que estar nalguma parte.
Chega um momento em que os nómadas reaparecem.
O grande projecto da esperança negra é acabar com os especuladores, mas terá primeiro que fazer uma campanha colossal a favor da pena de morte e não são essas as suas convicções.
Não se sabe se o “Plano Geithner” está bem traçado, já que não se conhece até ao final.
Mas todos sabemos que o Tesouro dos Estados Unidos não é inesgotável, ainda que Barack Obama fique com alguns trocos.
Apesar de tudo, Barack Obama predica o optimismo, ou pelo menos uma esforçada presença da esperança.
Chega um momento em que os nómadas reaparecem.
O grande projecto da esperança negra é acabar com os especuladores, mas terá primeiro que fazer uma campanha colossal a favor da pena de morte e não são essas as suas convicções.
Não se sabe se o “Plano Geithner” está bem traçado, já que não se conhece até ao final.
Mas todos sabemos que o Tesouro dos Estados Unidos não é inesgotável, ainda que Barack Obama fique com alguns trocos.
Apesar de tudo, Barack Obama predica o optimismo, ou pelo menos uma esforçada presença da esperança.
Não a sofre o presidente do Fundo Monetário Internacional, Strauss Kahn, que já prognosticou que a crise provocará guerras nos países mais pobres.
Vem de encontro a Napoleão que dizia, que nas guerras morrem sempre os mesmos.
Para nós, a frente de batalha está em Wall Street e não no INEM.
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sábado, março 28, 2009
CALÇADO QUE TE FAZ ELEVAR ...
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Esta temporada parece que as nossas parceiras, mulheres,amantes, companheiras, namoradas e outras ..., não podem sair à rua sem tacões, recuperando uma forma definitiva a uma alternativa mais cómoda e menos dolorosa, ainda que tão elevada, ou como quem diz, tão alta.
Esta primavera, junto com os tacões mais vertiginosos, alternar-se-ão também as sandálias e sapatos de solas grossas e tacão baixo, uma solução opção alternativa, para crescer uns centímetros, sem prejudicar tanto a saúde que é como quem diz, o esqueleto.
É uma opção menos fina e elegante que uns Louboutines e alguns recordam remotamente os sapatos ortopédicos, mas a actualidade impõe e eles aí estão nas sapatarias.
A presença duma sola sem muito tacão vai ser consolidada esta temporada e não só, já se vêm por aí, como é confirmado por outros meios.
E o certo é que este tipo de calçado tem umas quantas vantagens entre as quais se destaca que são bastante cómodos para usar inclusivamente no dia-a-dia e que elevam a mulher uns quantos centímetros.
Talvez a mulher perca mais em elegância, porque para mim, este tipo de calçado tem algo de ... serem um “matacão” inato.
Além de que, também, é tão-pouco uma panaceia caminhar sobre “chancas”, que ao fim e ao cabo só cansam: não permitem fazer o jogo de articulação completa do tornozelo, o que pode ocasionar ao fim de pouco tempo de caminhar, fazer doer os pés e ter que tirar essas solas tão rígidas. (Descalça vai para a fonte/ Lianor pela verdura;/ Vai fermosa, e não segura. Camões já adivinhava este drama)
As opções deste calçado de plataforma ou “estrado” são muito díspares: bons desenhos 100 % tipo avó, ou 100 % apetecíveis.
Não há meios termos.
O apartado da terceira idade da Top Shop propõe-nos estas com estampados de cobra que parecem já terem passado de moda.
Não te dá a impressão de as já teres visto há cerca de dez anos?
Em Opening Ceremony, deparamo-nos com estas de camurça negra e fecho de lacinho que são tão ortopédicas que podem dar a volta a alguma cabeça e começarem a parecer atractivas.
A maior surpresa vem desde a Urban Outfitters: trata-se de uma do tipo Victoria com uma supersola de couro, outro claro caso de sapatos que são tão surpreendentes que até se pode dar o caso de gostares.
Mas também há sandálias com “plataformas” dentro dessa categoria de bonitas e esteticamente agradáveis.
Por exemplo estas da Marni tão “anos setentas” com a sola de madeira, ou este outro modelo da Corso Como em couro, muito “chic”.
A Juicy Couture, a marca mais barroca do momento, chama positivamente à atenção com peças como estas brancas e tão elegantes, apesar da grande sola de couro, ou então estas mais “ao moderno” em preto e a sola de borracha, para não escorregares na calçada com o que tens calçado.
Mas não haverá nada mais barato que o visto até agora?
Se tiveres uma Zara ou H&M perto de ti, abundam este tipo de sandálias com este perfil de sola/plataforma, igual ao que há na Mango ou até mais económico, na Primark.
Tens muito por onde escolher, inclusivamente algo que te eleve … se não quiseres subir … é porque não queres.
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Esta temporada parece que as nossas parceiras, mulheres,amantes, companheiras, namoradas e outras ..., não podem sair à rua sem tacões, recuperando uma forma definitiva a uma alternativa mais cómoda e menos dolorosa, ainda que tão elevada, ou como quem diz, tão alta.
Esta primavera, junto com os tacões mais vertiginosos, alternar-se-ão também as sandálias e sapatos de solas grossas e tacão baixo, uma solução opção alternativa, para crescer uns centímetros, sem prejudicar tanto a saúde que é como quem diz, o esqueleto.
É uma opção menos fina e elegante que uns Louboutines e alguns recordam remotamente os sapatos ortopédicos, mas a actualidade impõe e eles aí estão nas sapatarias.
A presença duma sola sem muito tacão vai ser consolidada esta temporada e não só, já se vêm por aí, como é confirmado por outros meios.
E o certo é que este tipo de calçado tem umas quantas vantagens entre as quais se destaca que são bastante cómodos para usar inclusivamente no dia-a-dia e que elevam a mulher uns quantos centímetros.
Talvez a mulher perca mais em elegância, porque para mim, este tipo de calçado tem algo de ... serem um “matacão” inato.
Além de que, também, é tão-pouco uma panaceia caminhar sobre “chancas”, que ao fim e ao cabo só cansam: não permitem fazer o jogo de articulação completa do tornozelo, o que pode ocasionar ao fim de pouco tempo de caminhar, fazer doer os pés e ter que tirar essas solas tão rígidas. (Descalça vai para a fonte/ Lianor pela verdura;/ Vai fermosa, e não segura. Camões já adivinhava este drama)
As opções deste calçado de plataforma ou “estrado” são muito díspares: bons desenhos 100 % tipo avó, ou 100 % apetecíveis.
Não há meios termos.
O apartado da terceira idade da Top Shop propõe-nos estas com estampados de cobra que parecem já terem passado de moda.
Não te dá a impressão de as já teres visto há cerca de dez anos?
Em Opening Ceremony, deparamo-nos com estas de camurça negra e fecho de lacinho que são tão ortopédicas que podem dar a volta a alguma cabeça e começarem a parecer atractivas.
A maior surpresa vem desde a Urban Outfitters: trata-se de uma do tipo Victoria com uma supersola de couro, outro claro caso de sapatos que são tão surpreendentes que até se pode dar o caso de gostares.
Mas também há sandálias com “plataformas” dentro dessa categoria de bonitas e esteticamente agradáveis.
Por exemplo estas da Marni tão “anos setentas” com a sola de madeira, ou este outro modelo da Corso Como em couro, muito “chic”.
A Juicy Couture, a marca mais barroca do momento, chama positivamente à atenção com peças como estas brancas e tão elegantes, apesar da grande sola de couro, ou então estas mais “ao moderno” em preto e a sola de borracha, para não escorregares na calçada com o que tens calçado.
Mas não haverá nada mais barato que o visto até agora?
Se tiveres uma Zara ou H&M perto de ti, abundam este tipo de sandálias com este perfil de sola/plataforma, igual ao que há na Mango ou até mais económico, na Primark.
Tens muito por onde escolher, inclusivamente algo que te eleve … se não quiseres subir … é porque não queres.
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