Ando com problemas nos posts e nos comentários.
Comentários, quer nas respostas nos meus blogs, quer nas visitas aos dos "AMIGOS.
Procurei … e sempre se aprende algo, mesmo que digam que "burro velho não aprende línguas"…
Coloquei na barra lateral direita um link onde se pode medir a velocidade de "abertura" do blog.
Sei que o meu, "inséte", demora e apesar de ter lido a cura, vou esperar por um médico de confiança.
Porque nem a enfermeiro chego.
Portanto, durante uns dias, vou manter o tal link.
Se vos der jeito, obrigado pelo seu uso.
Se não der, obrigado na mesma, mas não me podem obrigar a oferecer mais nada.
Entretanto, enquanto trato do físico do PC, vou ausentar-me para parte incerta, sábado e domingo.
Por tal motivo, deixo aqui um dos poucos doces que sei fazer e que já vem do tempo pré-histórico, quando os fogões de cozinha eram a lenha e o aquecedor de quarto, nos dias frios de inverno, um "cobertor de papa", os mais novos não saberão, mas eram feitos da lã churra, a lã grosseira e natural das ovelhas.
Então aqui fica e vou dar-lhe o nome por que sempre o conheci
Comentários, quer nas respostas nos meus blogs, quer nas visitas aos dos "AMIGOS.
Procurei … e sempre se aprende algo, mesmo que digam que "burro velho não aprende línguas"…
Coloquei na barra lateral direita um link onde se pode medir a velocidade de "abertura" do blog.
Sei que o meu, "inséte", demora e apesar de ter lido a cura, vou esperar por um médico de confiança.
Porque nem a enfermeiro chego.
Portanto, durante uns dias, vou manter o tal link.
Se vos der jeito, obrigado pelo seu uso.
Se não der, obrigado na mesma, mas não me podem obrigar a oferecer mais nada.
Entretanto, enquanto trato do físico do PC, vou ausentar-me para parte incerta, sábado e domingo.
Por tal motivo, deixo aqui um dos poucos doces que sei fazer e que já vem do tempo pré-histórico, quando os fogões de cozinha eram a lenha e o aquecedor de quarto, nos dias frios de inverno, um "cobertor de papa", os mais novos não saberão, mas eram feitos da lã churra, a lã grosseira e natural das ovelhas.
Então aqui fica e vou dar-lhe o nome por que sempre o conheci
Este leite creme foi "roubado" no Google, nada tendo a ver com a receita.LEITE CREME de farinha de arroz
Ingredientes: (4 pessoas pouco gulosas)
- 1 litro de leite
- ± 5 colheres de sopa de farinha de arroz
- 1 colher de sopa, de água de flor de laranjeira, (não sei onde a minha mulher a compra, sei que é um produto homeopático natural, que tem propriedades calmantes. Mas como sou paciente, espero pelas laranjas que são mais sumarentas)
- 250g de açúcar, porque é mesmo para gulosos.
Preparação:
Retire um bocado de leite para desfazer a farinha de arroz.
O restante, leve ao lume até ferver.
Quando começar a ferver, deite a farinha bem dissolvida ou misturada com o leite frio, ou se quiser em água.
Mexa continuamente com uma colher de pau.
Junte-lhe o açúcar e a água de flor de laranjeira, sem deixar de mexer. Deixe levantar fervura e cozer cerca de 5 minutos.
Se estiver muito grosso, junte-lhe um pouco de leite ou se estiver sobre o líquido, mais um pouco de farinha de arroz, bem dissolvida em leite frio.
Antigamente, depois de cozido, deitava-se num tabuleiro e metia-se no forno, do fogão a lenha, para aloirar ou tostar por cima.
Hoje, como não há mais, nas cidades, o velhinho fogão a lenha, queime-o, como faz com o leite creme.
Um pouco de açúcar e o respectivo ferro eléctrico anti-aderente.
Esta era a sobremesa dos pobres, que substituíam a farinha de arroz, por farinha milha.
Um dia, experimente também!