O VIDEIRINHO

sexta-feira, julho 31, 2009

MEXO PARA NÃO ESTURRAR !!!

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Não concordo com Fernando Pessoa, quando dizia que:

Morrer é apenas não ser visto.
Morrer é a curva da estrada
”.


Talvez o envelhecimento nos conduza ao saber que não somos eternos, digo eu.


Penso que sou eterno e até hoje ainda não falhei este meu pensamento.


Mas enquanto mexemos, é porque estamos um bocado vivos e a organizar a vida como se hoje fosse o último amanhã.

Também Saint-Exupéry (na Terra dos Homens) dizia:

"A ideia de morrer talvez trinta anos mais tarde não estraga as alegrias de um homem.
Trinta anos, três dias ... é uma questão de perspectiva.
"


Tenho que concordar.


A perspectiva é uma aparência, uma miragem, uma esperança ou receio de algo provável, mas ainda afastado.


Mas ainda afastado …


Mas ainda afastado …


Até mais logo.

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domingo, julho 26, 2009

INTERNET SEM FIOS E SEM SINAL

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Hoje há festa rija e da brava, com um bazulaque, aquele guizado de bofes e fígados que me saltaram do interior, ao longo de mais de um mês ...

Por algum motivo temos técnicos competentíssimos que quero aqui louvar, porque ao fim de mês e meio, continuo com a internet aos soluços.

Mas um dia ... descobrirão o que se passa, tenho mesmo a certeza.

Entretanto estive uma temporada no hotel HSJ, (Hospital de S. João), a pão e laranjas, onde me continuam a seguir porque quem estraga velho, dificilmente arranja novo e já há muito poucos sucateiros, para peças.

Nada cardíaco, porque se fosse, com os problemas da internet já tinha embarcado para o outro lado dos muros da quinta do marasmo.

Quero ver se retorno para alvoraçar os meus amigos e visitantes.

Ainda não sei bem quando pego ao serviço, mas por toda a semana será concerteza, penso eu, que sou óptimista.

Para já um obrigado e desculpem qualquer coizinha.


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quarta-feira, julho 22, 2009

- Depois da morte, a ordem !

PÉNIS - FORMAS e FEITIOS

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Quando se fala do pénis, os comentários tendem a girar em torno do seu comprimento.

Em pouquíssimas ocasiões se aborda a questão da sua forma.

Curiosamente a forma do pénis pode ser mais relevante que o seu comprimento na hora do “molhar o prego”.

A forma, tem uma estreita relação com o volume.

O pénis de cada homem é tão pessoal como o seu carácter.

Se na sua composição, além do mais, incluirmos a bolsa escrotal com os testículos, então teremos um conjunto muito característico.

Cada homem conta com uns genitais únicos.

Por exemplo, um pénis grande, largo e volumoso, pode estar acompanhado duns testículos muito pequenos.

O inverso, um modesto membro pode contar com um par de robustos testículos.

Também pode coincidir um bom par de testículos, com um pénis proeminente, ou os testículos pequenos e um pénis idêntico.

Em qualquer dos casos, o tamanho e a forma dependem em grande medida da herança genética.

De maneira que, cada homem tem o que lhe calhou no repartir genético e, seja o que for, tem que aceitá-lo positivamente e sacar-lhe o melhor proveito possível.




Qualquer uma das situações tem as suas vantagens e inconvenientes.

Algumas questões que se colocam têm a ver com a direcção que o membro toma durante a erecção.

Poucos pénis são rectos ou perfeitamente curvilíneos.

Tão-pouco os testículos são simétricos ou idênticos.

O falo tende mostrar alguma assimetria e inclusive pode curvar-se alguns graus.

Assim, alguns pénis estão curvados para cima e outros para baixo, para a direita, para a esquerda, ou nalguma outra direcção.

Com pouca frequência se vêem casos de extrema curvatura, pénis cuja curvatura é tão pronunciada que chega a impossibilitar a penetração.

É claro que é uma situação inusual, que se estima afecte de 1 a 4 em cada 100 indivíduos dos 40 aos 60 anos.

O mesmo pode ocorrer com pénis muito corpulentos.

Ainda que não sejam demasiado compridos, podem ser suficientemente largos para que não seja fácil a penetração.

Por vezes é no tamanho da glande que está o problema.

Há pénis na forma de cogumelos, que têm a “cabeça” tão volumosa que podem encontrar sérios impedimentos ao tentarem a penetração.




Também há pénis de forma cónica – naqueles em que a base é larga e a glande consideravelmente mais estreita -.

Este tipo de pénis tem o inconveniente de ser difícil segurar o preservativo, ao manter uma relação.

Pode soar a graça, mas para esses é um drama porque se torna difícil ou quase impossível ter relações sexuais seguras.

Os testículos da maioria dos homens são assimétricos.

Um pode pender mais do que o outro.

Por vezes a diferença nota-se bastante, mas há casos em que o desequilíbrio é quase imperceptível.

Não posso deixar de mencionar que a forma do pénis varia consideravelmente, dependendo se está flácido ou erecto.

Será muito difícil vaticinar qual será a forma que terá um membro flácido uma vez que chegue a erecção.

O mesmo sucede com o tamanho.

A forma e o tamanho podem modificar-se muito quando o membro está erecto.


Importante, importante, é todos desfrutarem de um !!!



Para tua introspecção:

- Dás importância à forma do pénis?

– E ao tamanho?

– O que te parece mais importante?

– Qual a tua experiência a este respeito?

– Tens alguma preferência?

– Qual é o pénis mais peculiar que já viste?

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terça-feira, julho 21, 2009

- Há coisas que para fazê-las bem não basta tê-las aprendido !

AZEITE

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Âmbar luminoso, mel de azeitonas, dourado verniz que enobrece tudo o que toca, prisma que decompõe a luz em mil matizes, ouro líquido da gastronomia mediterrânica, o azeite foi elevado aos píncaros da Lua e aos altares pelos estudiosos e gastrónomos, mas continua e ser maltratado nos restaurantes turísticos da nossa costa.

A grande contribuição da península, à imperial Roma foi o azeite, juntamente com o vinho, o trigo e as conservas em sal, dos peixes.

Já então, o azeite produzido no Alentejo e Andaluzia competia com os produzidos em Itália, de onde se deduz que a baderna derivada dos mercados de azeite não são coisa moderna, que naqueles tempos contaram com indivíduos tão pouco recomendáveis como Tibério ou Calígula, porque pelo menos não existia ainda um tal Fischler.



É no verão, com a massificação e a enxurrada de incautos turistas criados à base de manteiga, quando maiores perigos espreitam o dourado elixir.

E sobretudo um, por cima de todos os outros: a fritura com abundante gordura e o seu correlativo tecnológico: a fritadeira.

Sei que é difícil, mas se encontram um bar, uma barraquinha, um tasquinho ou taberna onde se continue a utilizar a frigideira, abonem-se de “lecas”, paguem sem despesismo e comam ...

Caso contrário, resignam-se a comer umas beringelas empanadas com sabor a lulas à sevilhana, ou umas lulas à sevilhana com sabor a batatas fritas … no melhor dos casos.




Mais comummente: gordura requeimada.

E se falamos do azeite em cru, a coisa não melhora.

O habitual é que coloquem na mesa uma salada com magníficos tomates, excelente alface, excelsas e irreprováveis cebolas … e assassinem tudo proporcionando-lhes, para o tempero um desses galheteiros tão típicos dos restaurantes, com um indefinido e desbotado azeite, com um grau de viscosidade parecido com a água.

Afirmo-o!

Um local onde fritem na frigideira e te ponham na mesa um galheteiro tradicional com um bom azeite, é um local para viajar em devota peregrinação.

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segunda-feira, julho 20, 2009

- Aos filhos nunca perguntes o que querem comer, salvo quando são eles que te convidam !

NÃO VOLTES MIKE !!!

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O legendário Myke Tayson, dispõe-se a voltar ao ringue, esse patíbulo quadrado, para acabar de carregar a sua lenda.

Foi nos seus tempos, o melhor “poncheur” (boxeador) de socos curtos (jabs) da história do boxe.

Tinha uma mola em cada antebraço e havia herdado em dobro a direita de Joe Louis, “O Bombardeiro de Detroit”.

Agora necessita de dinheiro, como todos os que se fizeram multimilionários bruscamente sem saber que o dinheiro é um nómada e quer voltar, nos seus açoitados e flagelados 40 anos.

Uma idade pouco propícia.

Quando o conheceu, Cus D'Amato, era um “chavalo” e estava amarrado com correntes no radiador do escritório do director de uma casa de correcção.



Observou a sua estrutura física.

Era como um macaco tosquiado e pensou, que aquele mico díscolo só era necessário ensinar-lhe a “boxar” e que o resto correria por sua conta.

Uma conta de dez.

Desde os seus primeiros combates que lhe começaram a chamar “O rei do KO”.

Foi campeão do mundo até que, como todos os campeões, deixou de sê-lo.

O boxe, diria anos antes o grande Cassius Clay, posteriormente chamado de Mohamed Ali, é um desporto muito perigoso se não se for inteligente.

Por algo, em todos eles se joga.

(O futebol, o golfe, o ténis, joga-se, mas ninguém disse que o boxe se joga).




Em qualquer das quatro esquinas pode estar agachada a morte.

Inclusive a morte protelada da fama.

Uma Parkinson ou um Alzheimer construído croché a croché.

Ao “chico” mau, prepararam-lhe muitas tramóias.

Como quando o acusaram de violar uma miss, que subiu ao seu quarto ás quatro da manhã.

O seu advogado não pode convencer os jurados que o propósito de Mike era discutir a influência de Faulkner na novelística europeia.

O seu regresso pode ser um drama.

Depois de ter repassado alguns vídeos de há vinte anos, lembrei-me de escrever este réquiem por um peso pesado.

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domingo, julho 19, 2009

- Das coisas que nunca tive, tu eras a que mais falta me fazia !

LÁ LONGE

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Todos já pudemos comprovar ante a morte de um ser querido, a acção balsâmica do tempo.

Nada pode resistir à intensidade da dor de alma, que só se cura com mais alma, se não se atenuar com o calendário.

Já sei que é uma arte difícil o que fazer “com as velhas amarguras, linho branco e doce mel”, mas também sei o que é obrigatório.

O certo é que a distância cronológica alivia o sentimento e se nos dizem que morreu um amigo, há algum tempo – não íntimo, porque senão, tínhamo-nos inteirado antes -, mas certamente apreciado, não o deploramos.




Surge a meio de uma conversa, alguém nos comunica que morreu.

– Quando?

– Há meio ano mais ou menos.

Por que somos incapazes de não lamentar a sua perda com a mesma comoção anímica como se tivesse morrido nessa manhã?

Parecer-nos-ia ridículo emocionarmo-nos ante algo tão tardio.

A pessoa que passou bons e maus momentos na vida, partiu a destempo e está onde estaremos todos, mas nunca nos inteirámos verdadeiramente desta realidade.

Fiz estas vagas reflexões, porque as pessoas dotadas duma excelente sensibilidade, que são quase todas, quando algo que as afecta directamente, trazem-lhes sem cuidado os mortos distantes.





A China está a castigar com a pena máxima os que estima culpados dos distúrbios de Xinjiang.

No Irão, reprime-se com violência inaudita o aniversário da revolta estudantil de 1999.

Quantos mortos?

É-me indiferente que sejam 2000 ou 2500.

Ninguém vai deixar de beber um copo com os seus amigos, nem deixar de dormir à noite, já que estas cifras não nos tiram a sede nem o senhor.

O nosso umbral máximo de percepção foi superado.

Não há lágrimas para todos.

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sábado, julho 18, 2009

- As críticas são cartas ao público que nenhum autor tem que abrir ou ler !

PAPEL HIGIÉNICO

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Quando a vontade aperta e a barriga desperta, temos que estar alerta, que a coisa é incerta e até desconserta ou desconcerta.

Para "enviar um fax” ou um “e-mail” ou pôr, ou colocar em dia as alvoraçadas funções intestinais, nem pensamos em pensar como e porquê se desenrola o rolo do papel higiénico.

Mas não se atrapalhem, porque este problema já vem de 1882 e é isso que vou tentar abordar, sem os dedos sujar.

Foi o que sucedeu comigo.

Sentei-me no “trono” e dei largas ao descalabro interno, ao mesmo tempo que pensava:

- Qual será a maneira mais fácil de colocar o rolo de papel higiénico, no dito cujo suporte?

A desenrolar por cima, ou por baixo?

O mundo está dividido, ou mais ou menos dividido, no modo de desenrolar o papel higiénico.

Cálculos feitos, que isto de lidar com aquela pasta oleaginosa da qual se extrai o cagalhão, não pode ser como nos rabiscos da política, tive a brilhante ideia do desenvolvimento da Teoria da Relatividade Aplicada aos Desperdícios que saem ao fundo das costas, onde estas mudam de nome.

Essa Teoria, saída do mais íntimo, mesmo cá de dentro, onde se formam ou deformam outras “porcarias”, é a seguinte:

- Antes do mais é necessário furar a parede com o berbequim para colocar o porta-rolo de papel higiénico.

De que lado da bacia de retrete?

Não interessa por que já está feito e instalado o porta-rolos.



Agora a socrossanta pergunta que se sabe de antemão ter 99,8 % de respostas afirmativas (quase a mesma percentagem da semelhança entre os genes do ser humano e do macaco, ainda que este não saiba utilizar um berbequim), como colocar o rolo de papel higiénico no porta-rolos?

A desenrolar por cima, ou por baixo junto à parede?.

Se respondeste por baixo, fazes parte de 0,2 % da população, portanto a minoria e não se sabe se sabes utilizar um berbequim.

A Física, ensina-nos algo que pode abrir um sorriso para o papel higiénico, ou melhor, para quando olhas para ele.

Se o papel desenrola por cima, ao cortares a folha, a que ficou está sempre visível e fica assente no rolo.

O atrito não a deixa escorregar e o rolo assim não se desenrola.

A ponta fica disponível para nova investida.

Podes até cortar a folha com uma só mão.

Quando o corte é feito com o rolo a desenrolar por trás, além de não veres a folha, ou esta terá que estar muito desenrolada, a parte por onde se deu o corte fica em suspensão, podendo mesmo ser irregular e não pelo picotado, o que com a acção da gravidade o fará desenrolar e quiçá espalhar-se pelo chão fora.

Ou então se em hora de aperto tiveres que segurar a roupa, ao cortares o papel só com uma mão, ele também se desenrolará pelo chão fora.

Assim, não terás só um problema de Física, mas também um de Higiene.

À margem da polémica e segundo as indicações do Curso de Pós Doutoramento em Física do Desenrolamento do Papel Higiénico, o homem deve colocar o papel higiénico pela frente e puxá-lo também pela frente, já as mulheres devem usar dois papeis, um será introduzido por trás e será puxado por trás; o outro entrará pela frente e será puxado pela frente, tendo cuidado com o que se menciona em 1º lugar, para não tocar na dupla saída (ou entrada).

Mas o melhor mesmo, é não utilizares papel higiénico, mas sim água e sabão ou sabonete, disciplinando o funcionamento da máquina de evacuação dos sólidos para que só funcione na altura do banho.

De entre outras muitas vantagens, entre elas a inexistência de hemorróidas – a mais importante – como também a economia em papel higiénico, água, sabão ou sabonete.

Depois desta conversa toda, lembrei-me que não tenho papel higiénico.

Acabou!

Puxa o autoclismo para ir tudo por água abaixo.

Se te interessar a fundo o problema, tens o site americano Great Toilet Debate, onde se discute o problema e até podes votar.

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sexta-feira, julho 17, 2009

- Cada um tem o coração da sua dimensão !

SEXO BAUNILHA

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O termo “sexo baunilha” refere-se nas diversas culturas e subculturas, ao sexo ensosso, que nos ditos casais normais, corresponde a uma "queca" sem gosto, ou melhor, a um pénis e a um clitoris, ou a dois pénis ou ainda a dois clitoris – conforme a orientação sexual dos dois amantes praticantes -.

Os indivíduos contam com ideias variadas no que respeito ao que constitui o sexo convencional.

Com frequência se fala do “sexo baunilha” em contraste com outro tipo de actividades sexuais mais imaginativas, atrevidas ou exóticas.

A explicação de tão curiosa terminologia procede do uso de extracto de baunilha como sabor básico dos gelados
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Esta ideia conta com algumas vertentes.

Em primeiro lugar, a baunilha representa o mais básico.

Aquele, sem o qual não se pode dizer que tenh
a havido sexo realmente.

Por outro lado, contrasta-se o “sexo baunilha” com outras opções.



Uma imagem que evoca esta ideia é a de alguém que ao comprar um gelado, pode escolhê-lo de baunilha e ficar com o mais básico … ou pode optar por uma alternativa mais exótica nesse imenso universo de possibilidades.

Por isso, ás vezes emprega-se de forma pejorativa para assinalar o tipo de sexo realizado por alguém que é tristemente convencional e incapaz de explorar outros contextos sexuais.

Não há d
úvida que o “sexo baunilha” faz referência a uma atitude bem mais conformista e pouco aventureira.

Implica uma espécie de automatismos e uma falta de imaginação e quiçá, inclusive, uma certa preguiça.

Nalgumas ocas
iões também se denomina “sexo light”, mas isso pode interpretar-se de outras maneiras e certamente as conotações não são as mesmas.

O “baunilha” é sexo sem graça, sobre todas as coisas, em contraste com o sexo imaginativo e vigoroso.

Se tivermos em conta o modelo sexual tradicional, provavelmente podemos dizer que o “sexo baunilha” é principalmente o “coito cêntrico”.




Entre os casais heterossexuais do mundo ocidental, o “sexo baunilha”, com frequência, poder-se-á reduzir ao coito na sua postura do missionário.

Sem jogos nem preliminares, sem equilíbrio nem surpresas e frequentemente fugaz: sexo (que quase não é nada) convencional.

Noutras ocasiões, entre homossexuais, aplica-se alguma actividade sexual na qual não há penetração.

Nas relações em casal, nas quais há um membro que desfruta menos com formas mais atrevidas de sexo, denomina-se “companheiro(a) baunilha”.

Deste modo são etiquetados
de pouco aventureiros ou ousados e ensossos em questões sexuais e no horizonte erótico.

Segundo esta terminologia, muitas pessoas podem iniciar-se com uma atitude algo apreensiva no sexo.

À medida que se tem mais experiência, é possível sentir-se suficientemente cómodo para explorar novos limites e descobrir novas facetas da sexualidade.

Aos descobrimentos !!!



Para tua introspecção:

- Qual é o teu sabor favorito no sexo?

– Identificas-te com a prática do “sexo baunilha”?

- Gostas de experimentar ou estás contente com o que tens?

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