O VIDEIRINHO
quarta-feira, setembro 30, 2009
RIR QUE É BARATO
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Desculpem qualquer coisita, mas como gosto tanto das anedotas que o nosso Presidente, (Snr. Silva) conta, nem tive tempo de parar de rir, ou para rir, que será talvez a mesma coisa.
A piada que ele tem a contar as anedotas.
Nunca tinha assistido.
Começa-as do fim para o princípio (QUE PIADÃO) e depois vai-se rir para casa, (ou para o Palácio, que é a mesma coisa), com o início da dita.
Que piadão!!!
Eu que gosto de humor, amor, clamor e até do primor com que as conta, fico com tremor.

Ah! Ganda presidente de todos nós ou nozes, que são muito melhores que os nós, porque depois ninguém os sabe desatar e vamos-nos enredar todos, nas redes e malhas de nós e nozes, que até nem sei bem o que são cada um.
Sei que sou um "nós".
A piada que ele tem a contar as anedotas.
Nunca tinha assistido.
Começa-as do fim para o princípio (QUE PIADÃO) e depois vai-se rir para casa, (ou para o Palácio, que é a mesma coisa), com o início da dita.
Que piadão!!!
Eu que gosto de humor, amor, clamor e até do primor com que as conta, fico com tremor.

Ah! Ganda presidente de todos nós ou nozes, que são muito melhores que os nós, porque depois ninguém os sabe desatar e vamos-nos enredar todos, nas redes e malhas de nós e nozes, que até nem sei bem o que são cada um.
Sei que sou um "nós".
Basta-me.!!!
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SEXO BOM ou BOM SEXO
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Com frequência as pessoas interrogam-se, o que fazer para melhorar o rendimento sexual.
Quase toda a literatura científica sobre a sexualidade humana e a terapia sexológica, está centrada no tema das disfunções ou a sua intervenção.
Pode-se dizer que se trata dum exemplo do modelo médico, o qual cumpriu uma importante função.
É explicado até certo ponto, as causas porque o sexo pode ir mal.
Aliás, isso não implica que fique claro em que consiste o bom sexo e como se pode potenciar o prazer ao máximo.
Isto, é uma questão mais do que subjectiva e o conceito de “bom sexo” seguramente que varia de pessoa para pessoa.
De facto, para cada indivíduo, nalguma época da sua vida, o bom sexo pode implicar certos factores diversos a outros períodos.
Alguns encontros sexuais, que num qualquer momento pareciam meramente satisfatórios, ainda que não magníficos, passados em retrospectiva – através da lente do tempo e da fantasia – podem parecer melhores.

Por estarmos a mudar e a crescer constantemente, também examinamos de maneira peculiar, cada encontro sexual.
Tentamos recordar, por exemplo, como foi a nossa primeira experiência sexual e o nosso primeiro orgasmo com companhia.
É muito possível que fosse com os nervos à flor da pele, com uma sensação de vulnerabilidade e particularmente inseguros.
Ao mesmo tempo, essa inocência inicial também aportava um toque de encanto e ingenuidade ao sexo realizado.
O bom sexo tem pouco a ver com o seguir uma lista de instruções ou intentar repetir rotinas.
Tem muitíssimo a ver com a sensibilidade, a sensualidade, a receptividade, o equilíbrio, etc., que cada par pode encontrar.
Talvez seja impossível descrever com palavras o que implica ter bom sexo.
Talvez seja unicamente o recordar aquelas relações sexuais, ou aquela situação em que a desfrutámos especialmente e quase nos sentimos a flutuar ás portas do paraíso.

Muitas vezes, evocar as nossas recordações sexuais prazenteiras pode potenciar a nossa confiança e melhorar a atitude com a qual enfocamos e abordamos as relações sexuais.
Logicamente, não se trata de evocar recordações passadas para comparar com o presente, mas sim, para gerar um estado de ânimo positivo no que diz respeito ao sexo e à sua fruição.
Perante tudo isto, é muito possível que o melhor sexo seja aquele que se consegue pelo esforço e entusiasmo de ambos os intervenientes, assim como a sua capacidade para dar e receber.
O trabalho em equipa garante sexo mais satisfatório.
Falo de equipa, mas não de vários elementos – o sexo em grupo é outra obsessão para alguns, mas não entra aqui agora – é só uma equipa de dois.
Bom sexo ou boas recordações!!!

Para tua introspecção:
- O que consideras “bom sexo”?
– Qual dirias que foi a tua melhor experiência sexual que tiveste em vida?
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Quase toda a literatura científica sobre a sexualidade humana e a terapia sexológica, está centrada no tema das disfunções ou a sua intervenção.
Pode-se dizer que se trata dum exemplo do modelo médico, o qual cumpriu uma importante função.
É explicado até certo ponto, as causas porque o sexo pode ir mal.
Aliás, isso não implica que fique claro em que consiste o bom sexo e como se pode potenciar o prazer ao máximo.
Isto, é uma questão mais do que subjectiva e o conceito de “bom sexo” seguramente que varia de pessoa para pessoa.
De facto, para cada indivíduo, nalguma época da sua vida, o bom sexo pode implicar certos factores diversos a outros períodos.
Alguns encontros sexuais, que num qualquer momento pareciam meramente satisfatórios, ainda que não magníficos, passados em retrospectiva – através da lente do tempo e da fantasia – podem parecer melhores.

Por estarmos a mudar e a crescer constantemente, também examinamos de maneira peculiar, cada encontro sexual.
Tentamos recordar, por exemplo, como foi a nossa primeira experiência sexual e o nosso primeiro orgasmo com companhia.
É muito possível que fosse com os nervos à flor da pele, com uma sensação de vulnerabilidade e particularmente inseguros.
Ao mesmo tempo, essa inocência inicial também aportava um toque de encanto e ingenuidade ao sexo realizado.
O bom sexo tem pouco a ver com o seguir uma lista de instruções ou intentar repetir rotinas.
Tem muitíssimo a ver com a sensibilidade, a sensualidade, a receptividade, o equilíbrio, etc., que cada par pode encontrar.
Talvez seja impossível descrever com palavras o que implica ter bom sexo.
Talvez seja unicamente o recordar aquelas relações sexuais, ou aquela situação em que a desfrutámos especialmente e quase nos sentimos a flutuar ás portas do paraíso.

Muitas vezes, evocar as nossas recordações sexuais prazenteiras pode potenciar a nossa confiança e melhorar a atitude com a qual enfocamos e abordamos as relações sexuais.
Logicamente, não se trata de evocar recordações passadas para comparar com o presente, mas sim, para gerar um estado de ânimo positivo no que diz respeito ao sexo e à sua fruição.
Perante tudo isto, é muito possível que o melhor sexo seja aquele que se consegue pelo esforço e entusiasmo de ambos os intervenientes, assim como a sua capacidade para dar e receber.
O trabalho em equipa garante sexo mais satisfatório.
Falo de equipa, mas não de vários elementos – o sexo em grupo é outra obsessão para alguns, mas não entra aqui agora – é só uma equipa de dois.
Bom sexo ou boas recordações!!!

Para tua introspecção:
- O que consideras “bom sexo”?
– Qual dirias que foi a tua melhor experiência sexual que tiveste em vida?
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terça-feira, setembro 29, 2009
GUERRAS ...
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Teve uma grande intuição aquele caval(h)eiró que se despediu da sua mulher, dizendo-lhe: “Adeus querida, vou prá guerra dos 30 anos”.
Todos os afrontamentos sabe-se quando começam, mas ao princípio não se pode saber quando terminam.
Lembro-me do meu avô dizer que “as guerras civis, duram um século”.
Se for verdade, já falta pouco.
Só cerca de vinte e tal anos, que é uma idade muito apropriada para que muita gente que trabalhou, “como biscate”, fazendo figura de figurante naquela película de horror, não tivesse voltado para casa.
Agora que se recorda a mais atroz guerra, à escala mundial, (faz cerca de 360 anos), nos arredores de Madrid, num bairro residencial de luxo denominado Pozuelo, foi ensaiada a “guerra das três horas”.
Seria uma maneira de festejar o primeiro dia das festas, onde "só" houve 20 detidos e dez polícias feridos”.
Dezenas, de energúmenos, digo, jovens que estiveram a fazer o que se denomina em Espanha, “botellón”, (beber até vir por fora, como digo eu), enfrentaram a polícia anti-motins e trataram de assaltar a esquadra.
O mais curioso no meio disto tudo é os jovens irem para uma festa e em vez de tentarem umas festas, transportem consigo, correntes de bicicleta e tacos ou bastões de beisebol.
Talvez a prévia atitude agressiva seja uma forma de neurose, como a intimidação, o terror, ou qualquer outro tipo de ameaça.
“Esta noite a minha guitarra/ronda os bairros pobres/quem se meter com ela/leva porrada do meu – sombrero -”, diz uma copla popular espanhola, composta por alguém do povo disposto a lutar.
Mas aquele bairro, Posuelo, é um bairro de luxo, o município mais rico de toda a Espanha.
Por que se produziu ali essa guerrilha de três horas?
O álcool é supostamente muito influente.
Sobretudo o mau, mas temos que nos interrogar se o “botellón” não será um escape para o descontentamento.
Estamos muito perto de Espanha e os nossos jovens são idênticos.
Os psicólogos deverão consultar as estatísticas do desemprego juvenil.
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Todos os afrontamentos sabe-se quando começam, mas ao princípio não se pode saber quando terminam.
Lembro-me do meu avô dizer que “as guerras civis, duram um século”.
Se for verdade, já falta pouco.
Só cerca de vinte e tal anos, que é uma idade muito apropriada para que muita gente que trabalhou, “como biscate”, fazendo figura de figurante naquela película de horror, não tivesse voltado para casa.
Agora que se recorda a mais atroz guerra, à escala mundial, (faz cerca de 360 anos), nos arredores de Madrid, num bairro residencial de luxo denominado Pozuelo, foi ensaiada a “guerra das três horas”.
Seria uma maneira de festejar o primeiro dia das festas, onde "só" houve 20 detidos e dez polícias feridos”.
Dezenas, de energúmenos, digo, jovens que estiveram a fazer o que se denomina em Espanha, “botellón”, (beber até vir por fora, como digo eu), enfrentaram a polícia anti-motins e trataram de assaltar a esquadra.
O mais curioso no meio disto tudo é os jovens irem para uma festa e em vez de tentarem umas festas, transportem consigo, correntes de bicicleta e tacos ou bastões de beisebol.
Talvez a prévia atitude agressiva seja uma forma de neurose, como a intimidação, o terror, ou qualquer outro tipo de ameaça.
“Esta noite a minha guitarra/ronda os bairros pobres/quem se meter com ela/leva porrada do meu – sombrero -”, diz uma copla popular espanhola, composta por alguém do povo disposto a lutar.
Mas aquele bairro, Posuelo, é um bairro de luxo, o município mais rico de toda a Espanha.
Campanha alemã para desestimular o abuso de álcool entre os jovens mostra situações "antes" e "depois"
Por que se produziu ali essa guerrilha de três horas?
O álcool é supostamente muito influente.
Sobretudo o mau, mas temos que nos interrogar se o “botellón” não será um escape para o descontentamento.
Estamos muito perto de Espanha e os nossos jovens são idênticos.
Os psicólogos deverão consultar as estatísticas do desemprego juvenil.
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segunda-feira, setembro 28, 2009
DOGGING
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O termo “dogging” é um eufemismo britânico para referir a actividade sexual que se realiza num local semipúblico.
A localização do dito lugar é crucial para esta actividade.
Geralmente são locais afastados do mundanal ruído.
Pode tratar-se de um bosque, de um grande parque, de dunas, da praia … sítios aos quais se acede, habitualmente, melhor de carro.
Frequentemente encontram-se presentes – só espreitando ou participando activamente – mais de duas pessoas.
De facto, pode tornar-se uma situação de sexo em grupo.
A prática de “dogging” nalgumas ocasiões, alenta – directa ou indirectamente – a prática do exibicionismo e do voyeurismo.
O número de participantes, num dado momento, pode ser elevado, dependendo da cidade, do dia, do momento …
Nalgumas ocasiões tudo parece transcorrer tão lentamente que hegam a formar-se grupos extensos.
Um aspecto curioso dos encontros de “dogging” é que amiúde se convocam através da internet e de uma hora para a outra.
As pessoas, frequentemente, não se conhecem antecipadamente.
Há uma tendência nos dias, horas e locais onde a prática é realizada.
Existem pontos geográficos que amiúde se convertem no cenário sexual eleito pelos praticantes
Originalmente, o termo “dogging” usava-se para referir a actividade em que alguém espiava pares que se encontravam num afã sexual dentro do automóvel ou noutro local público.
São os chamados, “frincheiros” ou “espreitas”.
Isto é, o termo usado para referir especificamente um comportamento voyeurista.
Recorde-se que uma parte essencial do voyeurismo tradicional, é a excitação que o espiar práticas sexuais, sem ser visto, lhes produz.
No “dogging” as pessoas olham e exibem-se abertamente.
Neste sentido poder-se-á considerar uma extensão da prática de “swinging” ou intercâmbio de parceiros, a qual se realiza em público.
Parece que esta variante do “dogging” surgiu na Grã Bretanha.
Não obstante, na actualidade, há evidências da sua prática ter alastrado a muitos países mais, como os EUA, Canadá, França, Brasil, Holanda, Austrália; Noruega, Polónia ...

Em Portugal esta prática está a tornar-se mais implementada, talvez devido ao carácter gregário dos portugueses.
Como o exibicionismo e o voyeurismo, a prática de “dogging” em muitos locais representa um delito.
Nalgumas sociedades a lei é mais estrita a este respeito e noutras é mais laxa.
Por cá é considerado atentado ao pudor e penalizada.
Em Espanha, por exemplo, há cidades, como Benidorm, onde até se realizaram muitos vídeos e filmes clandestinos de parceiros praticando “dogging” e é possível encontrar alguns na internet.
Há sites e fóruns especializados em mostrar este tipo de vídeos.
A legislação no Reino Unido é muito curiosa a este respeito.
Estipula que se todos os intervenientes em cenas de “dogging” são adultos, estão ali voluntariamente e se ninguém alheia ao acto, passa pelo local, então não existe delito.
Claramente que isto não oferece nenhuma garantia aos praticantes.

Para tua introspecção:
- Conhecias a prática de “dogging”?
– Alguma vez viste uma situação com essas características?
– Que reacções te evoca?
– Conheces alguém que o pratique?
A localização do dito lugar é crucial para esta actividade.
Geralmente são locais afastados do mundanal ruído.
Pode tratar-se de um bosque, de um grande parque, de dunas, da praia … sítios aos quais se acede, habitualmente, melhor de carro.
Frequentemente encontram-se presentes – só espreitando ou participando activamente – mais de duas pessoas.
De facto, pode tornar-se uma situação de sexo em grupo.
A prática de “dogging” nalgumas ocasiões, alenta – directa ou indirectamente – a prática do exibicionismo e do voyeurismo.
O número de participantes, num dado momento, pode ser elevado, dependendo da cidade, do dia, do momento …
Nalgumas ocasiões tudo parece transcorrer tão lentamente que hegam a formar-se grupos extensos.
Um aspecto curioso dos encontros de “dogging” é que amiúde se convocam através da internet e de uma hora para a outra.
As pessoas, frequentemente, não se conhecem antecipadamente.
Há uma tendência nos dias, horas e locais onde a prática é realizada.
Existem pontos geográficos que amiúde se convertem no cenário sexual eleito pelos praticantes
Originalmente, o termo “dogging” usava-se para referir a actividade em que alguém espiava pares que se encontravam num afã sexual dentro do automóvel ou noutro local público.
São os chamados, “frincheiros” ou “espreitas”.
Isto é, o termo usado para referir especificamente um comportamento voyeurista.
Recorde-se que uma parte essencial do voyeurismo tradicional, é a excitação que o espiar práticas sexuais, sem ser visto, lhes produz.
No “dogging” as pessoas olham e exibem-se abertamente.
Neste sentido poder-se-á considerar uma extensão da prática de “swinging” ou intercâmbio de parceiros, a qual se realiza em público.
Parece que esta variante do “dogging” surgiu na Grã Bretanha.
Não obstante, na actualidade, há evidências da sua prática ter alastrado a muitos países mais, como os EUA, Canadá, França, Brasil, Holanda, Austrália; Noruega, Polónia ...

Em Portugal esta prática está a tornar-se mais implementada, talvez devido ao carácter gregário dos portugueses.
Como o exibicionismo e o voyeurismo, a prática de “dogging” em muitos locais representa um delito.
Nalgumas sociedades a lei é mais estrita a este respeito e noutras é mais laxa.
Por cá é considerado atentado ao pudor e penalizada.
Em Espanha, por exemplo, há cidades, como Benidorm, onde até se realizaram muitos vídeos e filmes clandestinos de parceiros praticando “dogging” e é possível encontrar alguns na internet.
Há sites e fóruns especializados em mostrar este tipo de vídeos.
A legislação no Reino Unido é muito curiosa a este respeito.
Estipula que se todos os intervenientes em cenas de “dogging” são adultos, estão ali voluntariamente e se ninguém alheia ao acto, passa pelo local, então não existe delito.
Claramente que isto não oferece nenhuma garantia aos praticantes.

Para tua introspecção:
- Conhecias a prática de “dogging”?
– Alguma vez viste uma situação com essas características?
– Que reacções te evoca?
– Conheces alguém que o pratique?
SEXO NO CARRO
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