O VIDEIRINHO
quinta-feira, dezembro 20, 2012
ÁS ARMAS! ÁS ARMAS!
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Quando perdemos a confiança naqueles que supúnhamos honestos, leia-se políticos (cujo principal dever é dar o exemplo) ou membros do governo e da inatacável presidência da república, a nossa escala de valores sofre um dano difícil de reparar.
Se assumimos a mentira como parte intrínseca da mesma vida, se aceitamos a opacidade como parte de um jogo que se infere impune ou, inclusive, aplaudimos em forma de voto, as nossas referências éticas desabam ou, pior ainda, dão a volta: quem não meta a mão na “caixa das esmolas”, ou não desvie capitais, ou cobre facturas falsas com IVA, será tomado por imbecil ou paspalho.
Se a isto somarmos que as nossas referências não são, precisamente prémios Nobel, mas Cavaco Silva ou Cristiano Ronaldo, se nos vendem que que a cultura é coisa de preguiçosos ou vagabundos ou pensionistas, se dia a dia nos demonstram que se vive melhor operando as mamas que extraindo algo do cérebro, o futuro que nos espera será, quanto muito, desolador.
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| O beija mão dos "boys" e familiares |
E a inteligência e a criatividade, essa que inventou um aparelho chamado televisor, ou escreveu um livro chamado “Cem anos de solidão” ou tenta resolver a hipótese do Bosón de Higgs, acabará morto.
De facto, já está a agonizar.
Reduz-se o orçamento em ciência, educação e inovação, essa que ajuda a descobrir a vacina contra o SIDA.
As nossas mentes mais brilhantes já começaram a emigrar para outros países enquanto aqui, no nosso país, continuam as ajudas aos bancos e disparam as benesses e pingues salários aos banqueiros e administradores de parcelas desta “quinta” que eles dizem "administrar".
Por isso urge uma barrela de alto abaixo.
Agora somos nós cidadãos quem temos que dar um murro na mesa, (cuidado, não acertem uma murraça no focinho de algum político).
Um murro honesto e sonoro, contundente e radical, sem meias tintas, para que as próximas gerações herdam o melhor de nós.
Chama-se evolução.
Nota:
Pendurei este texto nas costas do meu banco do táxi, à disposição dos meus passageiros.
Retomemos entre todos o espírito Movimento 12 de Março (M12M) ou a Plataforma 15.O.
É um acto de responsabilidade.
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quarta-feira, dezembro 19, 2012
O BEIJO
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| O beijo de Gustav Klimt |
A partir daquele beijo, o pintor nunca mais voltou a pintar outra coisa senão o rosto da mulher que conseguiu enamorá-lo.
Não voltou a desenhar outra paisagem mais que o tranquilo rio no qual a beijou, o entardecer em que, sob o efeito de um olhar hipnótico, fechou os olhos, inclinou o corpo e roçou os seus lábios.
Ela e ele, sobre uma rocha, frente a frente, sentados com as pernas cruzadas, esticando os seus troncos para a frente, unindo-se para sempre, repetidas vezes, constantemente sobre as suas telas.
De mil e uma maneiras, a mesma e única cena era revivida pelo pintor que, enamorado daquela perfeita recordação - por nada sobrestimada – a representava sem descanso.
Mesmo assim, o doce beijo, sempre presente a cada instante, no coração apaixonado do pincel, com o qual garatujava constantemente os mesmos e idênticos traços, foi único e irrepetível.
O pintor sabia-o, mas foi impossível aceitá-lo.
31MAR2011
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segunda-feira, dezembro 17, 2012
DESCOMPOSTURA URBANA
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Levantas-te uma qualquer manhã.
Vais ao quarto de banho e olhas-te ao espelho, como sempre.
Não estás mal, pelo menos não tão mal como outras vezes.
A almofada fez com que o teu cabelo adopte um penteado despenteado como é natural; notas a pele da cara suave com excepção da zona da barba; vê-la como o tamanho perfeito após três ou quatro dias sem te barbeares (dá-te um verdadeiro ar atractivo sem chegar a parecer descuidado); em definitivo, o teu aspecto é aceitável.
Lavas-te, escovas os dentes, vestes-te, tomas o pequeno almoço e, como ainda tens uns dez minutos antes de saíres, voltas ao espelho para reexaminar a tua imagem.
Tudo continua tão bem como estava, a não ser por um pequeno par de espinhas incipientes que agora apercebes debaixo da intensa luz dos focos sobre o espelho.
São quase
imperceptíveis, mas, depois de duvidares um pouco, acreditas que o melhor é
eliminá-las para que não se desenvolvam mais.
Colocas os dedos em redor de uma delas e apertas com força.
Não consegues nada, só que a espinha enrubesça e aumente mais.
Já não podes retroceder: é necessário acabar com ela.
Voltas a tentar e, por fim, o seu conteúdo liberta-se em explosão dolorosa a repulsiva.
Fazes o mesmo coma sua “irmã”, que opõe menos resistência e o balanço final é duas borbulhas menos e um par de protuberâncias de cor vermelha, grandes como cornos.
‘Nestes entretantos’ baixas um pouco a vista, localizas uns pontos negros 'circunvizinhando' o nariz.
Decides, já que começaste, tens que acabar com eles e, quando dás conta, a tua cara assemelha-se a uma romã aberta povoada de grãos carmesim cintilantes, doce fruto obtido por quereres eliminar o invisível.
Colocas os dedos em redor de uma delas e apertas com força.
Não consegues nada, só que a espinha enrubesça e aumente mais.
Já não podes retroceder: é necessário acabar com ela.
Voltas a tentar e, por fim, o seu conteúdo liberta-se em explosão dolorosa a repulsiva.
Fazes o mesmo coma sua “irmã”, que opõe menos resistência e o balanço final é duas borbulhas menos e um par de protuberâncias de cor vermelha, grandes como cornos.
‘Nestes entretantos’ baixas um pouco a vista, localizas uns pontos negros 'circunvizinhando' o nariz.
Decides, já que começaste, tens que acabar com eles e, quando dás conta, a tua cara assemelha-se a uma romã aberta povoada de grãos carmesim cintilantes, doce fruto obtido por quereres eliminar o invisível.
Depois deste momento pateticamente poético, quando passas a mão pela
cara para tocares nos inchaços, sentes que a tua barba não está tão bem como em
princípio tinhas acreditado estar.
Ainda te sobram uns sete minutos para “marchares”, dá-te tempo a um barbeado rápido.
O mau é que, com as pressas, escapam-se um par de cortes mal dados, que há que estancar com pedacitos de papel higiénico para que não sangrem.
Para cumulo dás conta (demasiado tarde) de que te esqueceste de comprar ‘aftershave’ quando ontem foste ao Continente e assim, improvisas um remendo, misturando álcool etílico com um pouco de água, que te faz ferver a cara (especialmente quando entra em contacto com as borbulhas rebentadas).
Ainda te sobram uns sete minutos para “marchares”, dá-te tempo a um barbeado rápido.
O mau é que, com as pressas, escapam-se um par de cortes mal dados, que há que estancar com pedacitos de papel higiénico para que não sangrem.
Para cumulo dás conta (demasiado tarde) de que te esqueceste de comprar ‘aftershave’ quando ontem foste ao Continente e assim, improvisas um remendo, misturando álcool etílico com um pouco de água, que te faz ferver a cara (especialmente quando entra em contacto com as borbulhas rebentadas).
Sobram-te três minutos e, ao olhares-te de novo ao espelho,
tão-pouco o penteado te convence.
Pegas no pente e depois de várias passagens que não fazem senão estragar cada vez mais o eriçado cabelo recentemente levantado, desistes.
Finalmente olhas o teu reflexo e vês uma cara mal barbeada, irritada e povoada de pequenas protuberâncias ardentes, um cabelo emaranhado e mal penteado... e uma expressão de mau humor indescritível.
Definitivamente estás pronto para ir trabalhar.
Pegas no pente e depois de várias passagens que não fazem senão estragar cada vez mais o eriçado cabelo recentemente levantado, desistes.
Finalmente olhas o teu reflexo e vês uma cara mal barbeada, irritada e povoada de pequenas protuberâncias ardentes, um cabelo emaranhado e mal penteado... e uma expressão de mau humor indescritível.
Definitivamente estás pronto para ir trabalhar.
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sábado, dezembro 15, 2012
RECIBOS VERDES
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Imagina-te com vinte anos e uma filha de dois a teu cargo e
desempregada.
Imagina que vais a passear pela rua fora e de repente acerca-se um
tipo que te oferece uma boa maquia para gravares uma cena porno num hotel das
redondezas.
Imagina que nesses momentos pensas mais em pagar o aluguer e
sustentar a tua filha que em tudo o resto.
Imagine que acabas por aceder: gravas
a cena com ele, paga-te e marchas.
Foi isto exactamente que acorreu com a
Cristina, cliente habitual do meu táxi; só que dias depois daquele primeiro
trabalho o produtor voltou à carga e chama-a para gravar outra cena e depois
outra e assim, sem quase se dar conta, há seis meses que se dedica a isto.
Segundo me conta, ganha imenso dinheiro, muito mais do que em qualquer outro
trabalho e é um trabalho legal.
Por cada cena firma um contrato com as suas
cláusulas e os seus impostos (colectou-se como profissão liberal e passa recibos
verdes) e nunca ninguém a obrigou a fazer o que quer que fosse contra a sua
vontade.
Mas em certos momentos, Cristina não consegue evitar sentir-se incapaz de
raciocinar com clareza, impotente.
Vítima de um sistema mercenário.
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sexta-feira, dezembro 14, 2012
UM MALABARISTA MANHOSO e DANINHO
LIÇÕES DE HISTÓRIA
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Miguel Relvas | |
|---|---|
| Ministro de |
|
| Mandato | XIX Governo Constitucional de Portugal |
| Antecessor(a) | Jorge Lacão |
| Vida | |
| Nascimento | 5 de Setembro de 1961 (51 anos) Lisboa, Portugal |
| Partido | Partido Social Democrata |
Índice |
Família
É o mais velho de três filhos de João Augusto Garção de Miranda Relvas e de sua mulher Branca da Encarnação Martins Cassola (Portalegre, 17 de Fevereiro de 1936), sendo irmão de José António Cassola de Miranda Relvas (Angola, 15 de Fevereiro de 1963) e de João Manuel Cassola de Miranda Relvas (Angola, 20 de Outubro de 1966).Biografia
Viveu em Angola até 1974. De novo em Portugal, frequentou o Colégio Nun'Álvares, em Tomar[1].Educação
Universidade Livre
Inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso de Direito da Universidade Livre, uma instituição privada. Em 1985 concluiu, após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional, com a classificação de 10 valores. Em Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História, ainda na Universidade Livre. Matriculou-se em sete disciplinas, mas não fez nenhuma.Universidade Lusíada
Em 1995/96 pediu reingresso na Universidade Lusíada para o curso de Relações Internacionais.
NÃO FREQUENTOU
NENHUMA CADEIRA. [2]. A UNIVERSIDADE LUSÍADA ANULOU A
MATRICULA DE MIGUEL RELVAS EM 1996 POR ESTAR A DEVER
160.272 ESCUDOS (CERCA DE 800 EUROS) DE PROPINAS[3].
Universidade Lusófona
Em Setembro de 2006 requereu a sua admissão à Universidade Lusófona. A Universidade Lusófona analisou o “currículo profissional”, bem como a frequência dos “cursos de Direito e História” anos antes. Em Outubro de 2007 Miguel Relvas concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, curso com um plano de estudos de 36 cadeiras semestrais distribuídas por três anos, com a classificação final de 11 valores. Esta licenciatura foi concluída em apenas um ano. [4][5].Relvas, obteve 32 equivalências e teve apenas de fazer exames a quatro disciplinas para poder concluir num ano a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Lusófona de Lisboa.
Os cargos públicos que Miguel Relvas ocupou desde os seus 26 anos valeram-lhe a equivalência a 14 disciplinas. A sua avaliação das “competências adquiridas ao longo da vida” teve em conta os nove cargos que ocupou como membro da delegação portuguesa da NATO, entre 1999 a 2002 e como secretário da direcção do grupo parlamentar do PSD entre 1987 e 2001.
Os cargos políticos desempenhados permitiram obter equivalências a três disciplinas do 2.º ano e ainda a mais uma do 3.º ano. Por fim, a avaliação do “exercício de funções privadas, empresariais e de intervenção social e cultural” permitiram adquirir equivalências a mais 15 disciplinas.
Relvas realizou apenas quatro exames para que pudesse concluir o 1.º ciclo de estudos (licenciatura). O aluno fez as provas nas cadeiras de Quadros Institucionais da Vida Económico-Político-Administrativo, do 3.º ano (12 valores), Introdução ao Pensamento Contemporâneo, do 1º ano (18 valores), Teoria do Estado, da Democracia e da Revolução, do 2.º ano (14 valores) e ainda Geoestratégia, Geopolítica e Relações Internacionais II, do 3.º ano (15 valores)[6]. O reitor da Universidade Lusófona, na altura em que Relvas estava inscrito, Santos Neves, deu-lhe a melhor nota do seu currículo académico - 18 valores na cadeira Introdução ao Pensamento Contemporâneo. Esta disciplina estava, no entanto, a cargo de Fernando Pereira Marques. Também dez alunos da “suposta” turma de Miguel Relvas (1P1) afirmaram que nunca o viram nem nos testes nem nas aulas da cadeira. Confirmam de igual modo que Santos Neves nunca foi professor da turma[7].
Foram-lhe até dadas equivalências a cadeiras que nem existiam em 2006/2007, ano lectivo em que esteve matriculado na Lusófona[8].
Registo biográfico
No registo biográfico entregue no Parlamento quando foi eleito pela primeira vez deputado (na IV Legislatura, iniciada a 4 de Novembro de 1985), Miguel Relvas escreveu na alínea das habilitações literárias: “Estudante universitário, 2.º ano de Direito” – informação semelhante à do registo entregue na legislatura seguinte. Tendo Relvas feito apenas uma cadeira do 1.º ano de Direito [9]. Em julho de 2012 afirmou que foi um lapso ter declarado à Assembleia da República, por duas vezes, que tinha frequentado o 2.º ano do curso de Direito[10].Carreira política
Foi secretário-geral da Juventude Social Democrata, de 1987 a 1989, deputado à Assembleia da República, entre 1985 e 2009, presidente da Assembleia Municipal de Tomar, entre 1997 e 2012, presidente da Região de Turismo dos Templários, entre 2001 e 2002,[11] presidente da Assembleia-Geral da Associação de Folclore da Região de Turismo dos Templários (2001-2002),[12] secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso, entre 2002 e 2004, e secretário-geral do PSD, de 2004 e 2005, e, novamente, a partir de 2010[13]. É o actual Ministro dos Assuntos Parlamentares no governo de coligação PSD-CDS liderado por Pedro Passos Coelho[14].Actualmente já está reformado e recebeu, em 2011, 14 mil euros a título de pensão. Relvas optou por suspender a pensão quando foi convidado a integrar o Governo de Passos Coelho[15].
Quando integrou o Governo de Passos Coelho deixou de receber 2800 euros mensais, uma subvenção vitalícia por 12 anos de atividade política[16].
Funções maçónicas
Integra como membro a Maçonaria através da Loja Universalis do GOL.[17]Polémicas
Segundo ficou
provado, e tal como veiculado pela imprensa, falsificou a sua morada legal
lesando o Estado, com o intuito de obter incrementos no seu vencimento, e
assegurando ao mesmo tempo a candidatura nas listas do partido através dessas
localidades quando tinha habitação em Lisboa. Também esteve envolvido no
célebre caso das Viagens-Fantasma, polémica surgida a 20 de Outubro de 1989, publicada pelo O
Independente[18] [19] [20].
Casamento e descendência
Casou em Santarém com Ana Paula Milhano Pintão (Portalegre, 23 de Setembro de 1965), de quem tem uma filha, Filipa Pintão de Miranda Relvas, nascida em Lisboa a 17 de Fevereiro de 1992. A relação terminou em outubro de 2011, altura em que Relvas saiu de casa[21].Referências
- ↑ Três secretários de Estado são de Tomar
- ↑ Público 3/7/2012
- ↑ Miguel Relvas ficou a dever 800 euros à Universidade Lusíada.
- ↑ Público 3/7/2012
- ↑ Relvas diz que referência a 2.º ano de Direito “foi um lapso”.
- ↑ Miguel Relvas concluiu licenciatura com quatro exames e 32 equivalências.
- ↑ Reitor da Lusófona avaliou Relvas a cadeira que não ministrava.
- ↑ Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam.
- ↑ Público 3/7/2012
- ↑ Relvas diz que referência a 2.º ano de Direito “foi um lapso”.
- ↑ Deputados e Grupos Parlamentares (em Português). Assembleia da República. Página visitada em 16/08/2012.
- ↑ Folclore valorizou currículo de Relvas (em Português). Smanário - Expresso (10 de julho de 2012). Página visitada em 16/08/2012.
- ↑ Miguel Relvas vai ser o novo secretário-geral do PSD
- ↑ http://economico.sapo.pt/noticias/perfil-miguel-relvas-o-estratega_120856.html
- ↑ Relvas recebeu 14 mil euros de reforma.
- ↑ Miguel Relvas suspendeu pensão de 2800 euros por mês quando entrou para o Governo.
- ↑ Relvas e presidente da Lusófona são «irmãos» na maçonaria. tvi24 (12 de Julho de 2012). Página visitada em 13 de julho de 2012.
- ↑ Falsificação de Moradas. Jornal Voz Imparcial (26 de Novembro de 1997). Página visitada em 13 de julho de 2012.
- ↑ No meio das Viagens-fantasma. Jornal Tal & Qual (07 de Dezembro de 1995). Página visitada em 13 de julho de 2012.
- ↑ Curriculum de um deputado habilidoso. Jornal Região de Tomar (26 de Novembro de 1997). Página visitada em 13 de julho de 2012.
- ↑ Miguel Relvas apaixonado.
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