- Sou um pouco exagerado, outro tanto apaixonado, um poucochinho
discutidor, um quase nada teimoso e absolutamente encantador !
O VIDEIRINHO
terça-feira, dezembro 31, 2013
DIREITOS HUMANOS E A BÍBLIA
.
A bíblia, é o texto utilizado pela religião cristã de origem
judia, que contém uma série de documentos escritos em diferentes momentos da
história, cujo fim primordial é estabelecer, de forma histórica e gráfica, os moldes em que a divindade comunica com os seres humanos, única espécie capaz de
captar a sua mensagem, concebido sob a forma de experiências narradas de forma
exagerada.
Este texto “sagrado”, fundamenta-se no direito natural de domínio e
propriedade que os mais fortes têm sobre os débeis, para impor-lhes condutas,
incluso para dispor das suas vidas.
Todas
formadas a partir de um livro que foi escrito há séculos, quando a ciência
ainda se encontrava a começar a gatinhar, sem Darwin, sem o Big Bang e,
supostamente, sem Stephen Hawking
Por gentes que até
pensavam que os raios caídos do céu…, os terramotos…, eram consequências da ira
de Deus.
Ou que o homem era o centro do universo.
Desde os
primórdios, Adão foi criado para que tivesse existência, dominasse ou reinasse
sobre o resto da criação e basicamente, viver só por viver, “sem conhecer o bem
e o mal”, segundo palavras próprias desse texto.
Depois, de forma utilitária,
Eva é criada, para servir de companhia a Adão, que, esse sim, era a criação
principal.
Com base neste princípio, a mulher converte-se num sujeito passivo,
sem direitos, nem de opinar, de decidir ou de possuir bens:
Teria que existir
um filho primogénito varão para poder herdar, desde a história de Adão, Abraão,
Isaac, etc.
Pois as mulheres só servem para ser possuídas pelos homens; nem
sequer têm direito a escolher os seus maridos, são os homens os que escolhem as
suas mulheres; de facto, isto continua vigente, já que na nossa cultura é o
homem quem tem que tomar a iniciativa para o cotejo…
(Casamento).
“Aconteceu,
após estes episódios que Deus experimentou Abraão, dizendo-lhe:
— Abraão.
Ele
repondeu:
— Estou aqui.
E disse-lhe:
— Leva o teu filho, o teu único filho
Isaac a quem amas.
Vai à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um
dos montes que eu ir-te-ei dizer…”.
Todos escutámos esta história bíblica, onde
deus ordena o sacrifício de Isaac, a seu pai Abraão…
Era Abraão quem tinha que
decidir entregar o seu filho Isaac, pois não existiam os direitos humanos então
e, portanto, o filho mais novo, era propriedade do pai; tanto como o seu cavalo,
a sua cabra, a sua galinha ou a sua cabana…
(E são eles os que se opõem ao
aborto – e este já tinha nascido e iam-no matar – num aborto retroactivo).
Agora,
possuímos suficiente grau de maturidade mental, para saber que um ser humano,
com existência independente da sua mãe, adquire direitos supremos por ser de
menor idade, que são independentes dos direitos dos seus próprios pais; não são
propriedade deles, não podem dispor das suas vidas; nenhum humano pode provar a
sua lealdade a nenhum deus, mediante o sacrifício do seu filho, pois este tem
os seus próprios direitos.
Nos tempos em que se escreveu o texto bíblico,
desconheciam-se esses direitos fundamentais de todo o ser humano: tanto assim,
que nem deus os conhecia; porque deus actua e pensa e dispõe em harmonia com o
pensar humano, no momento em que aquele difunde os seus desígnios, pela simples
razão que é o homem, quem faz aos seus deuses a sua própria imagem e
semelhança; se se trata de homens selvagens, sanguinários e amantes do sangue e
dos sacrifícios, deus também tem esses mesmos atributos psicológicos e
manifesta-os nessa mesma medida nos textos sagrados, como a Bíblia…
… Os
direitos só são humanos, quando reconhecidos pelos humanos.
.
segunda-feira, dezembro 30, 2013
- Contam as Sagradas Escrituras que o Senhor ordenou a Abraão para matar o
seu filho Isaac e, no momento em que o obediente Abraão estava com a faca
levantada, prestes a matar o próprio filho, chamou-o dizendo-lhe:
- Pára Abraão,
já provaste que me és leal, não sacrifiques o teu filho.
Abraão deixou a faca de lado e, aliviado, olhou para o filho que se
levantou do chão e saiu disparado a correr.
Abraão chamou-o:
- Volta, meu filho, o Senhor não quer que eu te sacrifique! Ele ama-te!
- Ama uma grandessíssima merda, responde Isaac. Ainda bem que eu sou ventríloquo !
GORD@S E FEI@S???
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Todos os pares são iguais dois a dois.
Ele gordito, ela gordita.
Bonito ao nível 7, bonita ao nível 7.
Ambos hippies, ambos casuais, ou os dois intelectuais, ou os dois nos trinques, ou os dois desmazelados.
Se por qualquer casualidade não existe tal equilíbrio físico, seja no seu grau de beleza ou numa notável diferença de idade, será porque sem dúvida ocultam informação relevante: se ela é muito bonita e ele muito feio, ele será famoso, ou destaca-se nalguma matéria, ou é reconhecido e admirado em certos círculos.
Se existe diferença de idades, se algum levar na dianteira, vinte anos ou mais, o mais velho terá muito dinheiro (o mais novo procurará conseguir a nacionalidade do mais velho).
Este mimetismo ou equilíbrio entre ambos pode inclusive chegar a calar os seus próprios gostos.
Ontem, para não ir mais longe, um usuário do meu táxi, baixito, rechonchudo e atirando para o feioso, apontou-me uma 'garota' que passeava pela rua, deu-me uma cotovelada cúmplice e disse-me (palavras textuais):
- Olhe que mocetona!
É assim que gosto delas, com carnes onde se possa agarrar!
A jovem em questão era baixita, rechonchuda e também para o feiote, exactamente igual a ele mas no feminino.
Não se poderia dizer que aquela jovem entrasse nos cânones da beleza clássica, mas a ele agradava-lhe, ou pelo menos assim mo expressou.
Talvez, pensei, ao não se poder permitir mulher de maior “classe ou categoria”, os seus gostos também se tivessem visto forçados a moldar-se.
Tal e qual os gostos daqueles homens que em jovens se casam com mulheres bonitas e esbeltas e com o passar dos anos elas engordam muito e, eles então, mudam e dizem que gostam delas roliças.
À força modificam os gostos, diria eu.
Enfim, para cada gosto a sua própria cor.
Ainda que brinquemos sem querer ao daltonismo selectivo.
Nota:
Se te ofendeu a contundência deste arrazoado, é porque tu também és fei@.
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domingo, dezembro 29, 2013
31
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Pelo que pude ler nas entrelinhas da sua conversação telefónica, encontra-se numa dessas “etapas de transição”, entre o ponto final do homem da sua vida anterior e os homens suspensivos do presente.
De unha e carne a só carne, diversão e um punhado de orgasmos sem compromisso nem aviso de recepção.
Agora toca a pensar só em si e só em si, de momento.
Agora toca a ler livros para adultos como entremeada entre dois livros de fadas.
Agora toca a desintoxicar o amor morto, abrir os poros e as pernas, esfoliar a pele.
Procurar o antítese do homem da sua vida anterior, alguém corpulento, forte como um touro, quase tudo fachada e por vezes sensível, que a trate como uma puta/dama na cama.
Que depois da semente do rigor afogada no látex, a abrace com os olhos abertos e a acaricie nas costas com os punhos fechados.
E que depois parta à espera da sua próxima chamada.
O que até agora necessitava chama-se Zé, o mesmo Zé dos últimos trinta e um orgasmos, o mesmo que enfiava na sua cama cada vez com mais frequência: primeiro de mês a mês, depois semana a semana.
Nunca houve amor, mas sim bom sexo.
Zé acabou conhecendo o seu corpo como um mapa: sabe bem onde está Roma ou o momento de deitar abaixo o Muro de Berlim, ou dissolver a União Soviética do meio das suas coxas.
E esses braços como rochas.
E esse pau (pénis) opulento.
E esse domínio da linguagem das línguas e dos tempos presentes.
Mas nada nem ninguém dura o que cada um quer.
Diz à sua interlocutora (outra mulher, suponho) que ontem o Zé falhou, que mostrou as suas fissuras, que foi vulnerável consigo.
Que já não a excita como a excitava o sempre viril Zé de antes.
A despedida ao orgasmo trinta e um.
E escutando-a penso que o roçar continuo entre duas pedras gera chispas que por vezes conseguem acender a chama e outras vezes queimam.
Não há duas pedras de igual consistência, nem chispas que prendam dois corpos ao mesmo tempo, nem corpo que aprenda a prender o outro corpo.
Ela aprendeu a submergir o seu.
A alma do Zé secou-se antes de tempo.
Sinto-o por ele.
Por si nunca.
Nota:
Brincares com o teu umbigo tem os seus riscos.
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sábado, dezembro 28, 2013
LA ULTIMA NOCHE (Parte II)
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… CONTINUAÇÃO

Nestes casos, nada melhor que luzir, debaixo dos vossos melhores “cenários” galantes; o que me dizem a estes slips ou tangas da Smugglingduds, com um bolsito incorporado para guardar um preservativo.
Sim, já sabeis que os experts em ‘pilas’ insistem em alertar sobre a necessidade de armazenar os preservativos num local fresco e seco (como se não fosse para ser usado num local húmido e a ferver).
Talvez só umas horas não tenham importância.
Humor à parte, não será de mais recordar que a ingestão de álcool e outras substâncias estupefacientes, tão típica destas noites de folia, provoca estados de amnésia, irresponsabilidade transitória e pode evitar receber “de pé” o novo ano, bem como "ele cair" na hora de cair na cama, (esta queda é propositada).

Também há quem espere passar uma noite de fim d’ano erótica sem necessidade de se jogar ao monte nem perder os sentidos.
Converter uma insípida noite de família (casal), (vendo TV e comentando o mau que são os espectáculos que as TVs nos oferecem, ou as apetecíveis curvas da Catarina Furtado), ou ainda nostalgizando os velhos tempos de algum festival de luxúria e libertinagem, também é possível.
Isso sim, sem milagres.
Vê bem que, se a coisa não está muito bem entre vocês e a perspectiva de estarem ambos uma noite a sós será intuitivamente terrível … sempre se pode ir a casa de alguém.
Aliás se, todavia, ainda sentes uns certos formigueiros ou comichões, há muitas maneiras de te coçares e passar o tempo.

E sem necessidade de deixares a vida nem a bolsa nela.
Então aí vai um par de propostas.
Em primeiro lugar este magnífico jogo de cotoveleiras acolchoadas, ideais para sessões de sexo… prolongadas.
Uns lubrificantes de sabores também podem ser uma grande ajuda na hora de experimentar novas sensações ou quando os sinos tocam… cá dentro.
E já que estamos na última noite do ano há que levar qualquer coisa vestida de cor vermelha se queremos ter um ano carregado de paixão, (pelo menos é o que dizem os entendidos em superstições e outros mentirosos sobre o tema) e nada melhor que agenciar um body.
Tanto para ela como para ele.
Ainda que o bigode assome pela parte de cima da tanga.
Mas uma noite é uma noite, que carago!

Nestes casos, nada melhor que luzir, debaixo dos vossos melhores “cenários” galantes; o que me dizem a estes slips ou tangas da Smugglingduds, com um bolsito incorporado para guardar um preservativo.
Sim, já sabeis que os experts em ‘pilas’ insistem em alertar sobre a necessidade de armazenar os preservativos num local fresco e seco (como se não fosse para ser usado num local húmido e a ferver).
Talvez só umas horas não tenham importância.
Humor à parte, não será de mais recordar que a ingestão de álcool e outras substâncias estupefacientes, tão típica destas noites de folia, provoca estados de amnésia, irresponsabilidade transitória e pode evitar receber “de pé” o novo ano, bem como "ele cair" na hora de cair na cama, (esta queda é propositada).

Também há quem espere passar uma noite de fim d’ano erótica sem necessidade de se jogar ao monte nem perder os sentidos.
Converter uma insípida noite de família (casal), (vendo TV e comentando o mau que são os espectáculos que as TVs nos oferecem, ou as apetecíveis curvas da Catarina Furtado), ou ainda nostalgizando os velhos tempos de algum festival de luxúria e libertinagem, também é possível.
Isso sim, sem milagres.
Vê bem que, se a coisa não está muito bem entre vocês e a perspectiva de estarem ambos uma noite a sós será intuitivamente terrível … sempre se pode ir a casa de alguém.
Aliás se, todavia, ainda sentes uns certos formigueiros ou comichões, há muitas maneiras de te coçares e passar o tempo.
E sem necessidade de deixares a vida nem a bolsa nela.
Então aí vai um par de propostas.
Em primeiro lugar este magnífico jogo de cotoveleiras acolchoadas, ideais para sessões de sexo… prolongadas.
Uns lubrificantes de sabores também podem ser uma grande ajuda na hora de experimentar novas sensações ou quando os sinos tocam… cá dentro.
E já que estamos na última noite do ano há que levar qualquer coisa vestida de cor vermelha se queremos ter um ano carregado de paixão, (pelo menos é o que dizem os entendidos em superstições e outros mentirosos sobre o tema) e nada melhor que agenciar um body.
Tanto para ela como para ele.
Ainda que o bigode assome pela parte de cima da tanga.
Mas uma noite é uma noite, que carago!
27OUT2010
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sexta-feira, dezembro 27, 2013
LA ULTIMA NOCHE (Parte I)
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Começa a cheirar a Natal; quem fala em Natal, fala em festas de arromba tudo..., de fim de ano...; as caixas registadoras das grandes superfícies já encetaram o ataque para se afiambrarem ao “aforrado” das nossas moedas e notas.
Mas …
No último ano só recebi sms de boas festas.
O que faz com que sejam todos uns descrentes (eu também).
Normalmente os meus dão pouco lucro à minha operadora, ainda que reconheça que deveria enviar alguns mais.
Espero sempre por um que diga:
“A TMN deseja-te um Feliz Natal e oferece-te uma noite de sexo.
Envia um sms com a palavra sexo ao número 069, coloca o telemóvel na função vibração e mete-o pelo c* acima; nós iremos chamando” .
Para alguns, este tipo de alegrias por vibração, seria um espanto de uma oferta e asseguro que teria muita aceitação, nem duvidem.
Tirada daqui
Ainda que as mensagens continuem na mesma linha argumental, também há algumas mais românticas e mais próprias para estas íntimas festividades.
“Se nesta quadra vires um tipo vestido de vermelho a descer pela tua chaminé e, se te meter num saco, não te assustes; este ano pedi que o meu presente fosses tu”.
Oh!
Desculpa, mas esta chuva e o Natal põem-me atarantado.
A noite de Natal e a do fim do ano estão ao voltar da esquina e um ou outro já está a fazer planos para as festividades.
Depende dos gostos.
Sei de alguns que em anteriores ocasiões, passaram o momento, vendo um filme (pelo menos, quando eu estava a sofrer os últimos estertores da idade do peru, não desarmavam), jogando o trivial pursuit ou comendo uma lasca do fiel amigo, ou mesmo um cubo de frango mascarado (esses que tanto êxito têm entre os sabores e saberes do nada e não só…).

Há opções maioritárias provavelmente mais gratificantes e menos atormentadas, mas já se sabe que há algumas pessoas que não gostam de “levar até ao fim” a diversão obrigatória e quase por decreto que implica a noite de fim d’ano.
O peru está gordo e anafado, o bacalhau pescado e salgado pronto a retornar á agua, para acalmar as picardias de família e já pensamos no fim do ano; uma noite de grande diversão ou uma grande diversão numa noite, com um ambiente “petit-comité” ou um marco de uma macro-festa de “apalpa cu” (tipo bairro de lata).
Mais a mais alguns de vocês têm a secreta esperança de começar o 2014 de uma maneira sexualmente activa e gratificante, para o escrever delicadamente, senão …
Mas …
No último ano só recebi sms de boas festas.
O que faz com que sejam todos uns descrentes (eu também).
Normalmente os meus dão pouco lucro à minha operadora, ainda que reconheça que deveria enviar alguns mais.
Espero sempre por um que diga:
“A TMN deseja-te um Feliz Natal e oferece-te uma noite de sexo.
Envia um sms com a palavra sexo ao número 069, coloca o telemóvel na função vibração e mete-o pelo c* acima; nós iremos chamando” .
Para alguns, este tipo de alegrias por vibração, seria um espanto de uma oferta e asseguro que teria muita aceitação, nem duvidem.
Ainda que as mensagens continuem na mesma linha argumental, também há algumas mais românticas e mais próprias para estas íntimas festividades.
“Se nesta quadra vires um tipo vestido de vermelho a descer pela tua chaminé e, se te meter num saco, não te assustes; este ano pedi que o meu presente fosses tu”.
Oh!
Desculpa, mas esta chuva e o Natal põem-me atarantado.
A noite de Natal e a do fim do ano estão ao voltar da esquina e um ou outro já está a fazer planos para as festividades.
Depende dos gostos.
Sei de alguns que em anteriores ocasiões, passaram o momento, vendo um filme (pelo menos, quando eu estava a sofrer os últimos estertores da idade do peru, não desarmavam), jogando o trivial pursuit ou comendo uma lasca do fiel amigo, ou mesmo um cubo de frango mascarado (esses que tanto êxito têm entre os sabores e saberes do nada e não só…).

Há opções maioritárias provavelmente mais gratificantes e menos atormentadas, mas já se sabe que há algumas pessoas que não gostam de “levar até ao fim” a diversão obrigatória e quase por decreto que implica a noite de fim d’ano.
O peru está gordo e anafado, o bacalhau pescado e salgado pronto a retornar á agua, para acalmar as picardias de família e já pensamos no fim do ano; uma noite de grande diversão ou uma grande diversão numa noite, com um ambiente “petit-comité” ou um marco de uma macro-festa de “apalpa cu” (tipo bairro de lata).
Mais a mais alguns de vocês têm a secreta esperança de começar o 2014 de uma maneira sexualmente activa e gratificante, para o escrever delicadamente, senão …
CONTINUA …
27OUT2010
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27OUT2010
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