O VIDEIRINHO
quinta-feira, novembro 26, 2009
MEU POVO E MINHA POVA
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Por motivos impreteríveis tenho estado ausente.
Hoje, dia 26-11-2009, saiu esta notícia no JN e sei que, por aqui, andam à minha procura, tentando saber se “fui dentro”, nesta choldra denominada “Paella”.
Abençoado país para se ganhar dinheiro limpo.
Isento de impostos.
A minha empresa é das que são pequeninas, (mas honradas nunca!!!).
O empresário, o tesoureiro, o contabilista, a secretária, o cozinheiro, o trabalhador ajudante, o empregado que serve à mesa, a empregada da limpeza, o funcionário que recicla tudo, é só um.
Sou eu.
Assim a modos que muitos ou melhor, todos, reunidos num só.
Parece que já ouvi isto em qualquer parte.
Não, não foi naquela parte.
Foi mesmo nalgum lugar, onde se assentam os pés no chão.
Mas esqueço.
A operação da PJ, “Paella”, metia marisco, mas não na paella, era só nos bolsos da organização, que pelos vistos não era assim tão organizada.
"Infelizmente” nunca me apareceu assim um negócio, porque se o tivesse concretizado não estaria por aqui e nunca à espera que me viessem pedir satisfações.
Vejam a prisão que já está escolhida para uma emergência.
Acham um destino plausível?
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Por motivos impreteríveis tenho estado ausente.
Hoje, dia 26-11-2009, saiu esta notícia no JN e sei que, por aqui, andam à minha procura, tentando saber se “fui dentro”, nesta choldra denominada “Paella”.
Abençoado país para se ganhar dinheiro limpo.
Isento de impostos.
A minha empresa é das que são pequeninas, (mas honradas nunca!!!).
O empresário, o tesoureiro, o contabilista, a secretária, o cozinheiro, o trabalhador ajudante, o empregado que serve à mesa, a empregada da limpeza, o funcionário que recicla tudo, é só um.
Sou eu.
Assim a modos que muitos ou melhor, todos, reunidos num só.
Parece que já ouvi isto em qualquer parte.
Não, não foi naquela parte.
Foi mesmo nalgum lugar, onde se assentam os pés no chão.
Mas esqueço.
A operação da PJ, “Paella”, metia marisco, mas não na paella, era só nos bolsos da organização, que pelos vistos não era assim tão organizada.
"Infelizmente” nunca me apareceu assim um negócio, porque se o tivesse concretizado não estaria por aqui e nunca à espera que me viessem pedir satisfações.
Vejam a prisão que já está escolhida para uma emergência.
Acham um destino plausível?
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quarta-feira, novembro 25, 2009
AUSÊNCIA JUSTIFICADA
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É mesmo de última hora.
Não sou eu que estou aqui.
Tive que me ausentar.
Dada a viagem de Mahmoud Ahmadinejad, Presidente do Irão, tive que aceitar o grandioso sacrifício de o substituir, enquanto ele anda a “rodar” pela América do Sul.
Mas quem está a ficar tonto sou eu.
Volto breve … e trago gasolina ao preço da água das pedras … da serra do Gerês.
Para que tenham uma boa digestão.
Até já!!!
Deixo uma musiquinha.
Bonanza Theme Song By Lorne Greene
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terça-feira, novembro 24, 2009
FUTEBOL É OUTRA LOIÇA
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Os futebolistas são os únicos que vêem brotos ou rebentos verdes no páramo ou marasmo da nossa economia.
Enquanto isso, nós, os demais estamos no limbo, e eles têm os pés no solo, pisando o relvado e a área da economia, sempre atentos à jogada.
Como vão ser a favor de que lhe subam os impostos?
Para isso já somos os espectadores e alguns árbitros assistentes.
Os fãs, que considerados em bloco somos os animais mais parecidos com o homem, temos medo que nos acabe o circo, ainda que estejamos dispostos a suportar alegremente se nos acabar o pão e o lanche.
Até poderíamos chegar lá!
Um domingo sem futebol seria interminável e moroso.
E além do mais, temos que ter em conta que agora há domingos que calham à sexta, ao sábado, à segunda e até á terça-feira, isto sem contar com os dias da Champions.

Temos que concordar, isto se queremos continuar a desfrutar da nossa tribuna de sofá.
Parece que os espanhóis agora querem um acordo para acomodarem aquilo a que chamam “lei Ronaldo”.
Por que se vai aumentar a tributação aos jogadores de elite, como se fossem pessoas normais?
Não tem pés nem cabeça, que na vizinha Espanha, mais um português, (para além dos que por cá temos) “aumente” os impostos e que eles (jogadores) façam uma greve de pés caídos e parem a competição da liga, que, como um pouco por toda a parte, apaixona muito mais a alguns do que a competição política, onde abunda mais o jogo sujo e árbitros imbecis de remate, já que nunca vêem a baliza.

Urge reparar a situação.
Em Espanha os sindicatos são tão educados que muita gente acredita que em vez de educados, estão domesticados.
Mas há mais portugueses a trabalhar com os pés na vizinha pátria Ibérica que serão apanhados, isto porque por cá os relvados possuem multidões de filhos da mãe nas bancadas e filhos da dita a controlar o jogo.
Estamos lixados e temos que nos adaptar para mais de 10 % de desempregados que irão crescer para o ano, ainda que nada abale o nosso calendário futebolístico.
O primeiro é o primeiro, ainda que jogue na segunda ou terceira e os bolsos sejam mais pequenos.
Com as coisas de jogar não se brinca.
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Enquanto isso, nós, os demais estamos no limbo, e eles têm os pés no solo, pisando o relvado e a área da economia, sempre atentos à jogada.
Como vão ser a favor de que lhe subam os impostos?
Para isso já somos os espectadores e alguns árbitros assistentes.
Os fãs, que considerados em bloco somos os animais mais parecidos com o homem, temos medo que nos acabe o circo, ainda que estejamos dispostos a suportar alegremente se nos acabar o pão e o lanche.
Até poderíamos chegar lá!
Um domingo sem futebol seria interminável e moroso.
E além do mais, temos que ter em conta que agora há domingos que calham à sexta, ao sábado, à segunda e até á terça-feira, isto sem contar com os dias da Champions.
Temos que concordar, isto se queremos continuar a desfrutar da nossa tribuna de sofá.
Parece que os espanhóis agora querem um acordo para acomodarem aquilo a que chamam “lei Ronaldo”.
Por que se vai aumentar a tributação aos jogadores de elite, como se fossem pessoas normais?
Não tem pés nem cabeça, que na vizinha Espanha, mais um português, (para além dos que por cá temos) “aumente” os impostos e que eles (jogadores) façam uma greve de pés caídos e parem a competição da liga, que, como um pouco por toda a parte, apaixona muito mais a alguns do que a competição política, onde abunda mais o jogo sujo e árbitros imbecis de remate, já que nunca vêem a baliza.

Urge reparar a situação.
Em Espanha os sindicatos são tão educados que muita gente acredita que em vez de educados, estão domesticados.
Mas há mais portugueses a trabalhar com os pés na vizinha pátria Ibérica que serão apanhados, isto porque por cá os relvados possuem multidões de filhos da mãe nas bancadas e filhos da dita a controlar o jogo.
Estamos lixados e temos que nos adaptar para mais de 10 % de desempregados que irão crescer para o ano, ainda que nada abale o nosso calendário futebolístico.
O primeiro é o primeiro, ainda que jogue na segunda ou terceira e os bolsos sejam mais pequenos.
Com as coisas de jogar não se brinca.
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segunda-feira, novembro 23, 2009
APRENDE QUE EU NÃO DURO SEMPRE
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Estive para me calar, mas não aguento.
Todos damos erros ao escrever, talvez na voragem da velocidade de se despachar o texto, do pouco tempo que se tem para reflectí-lo e corrigir e ... por um erro fortuito ou ... por isto e por aquilo...
E quem sabe, culpa do teclado que não cumpre a sua função de nos ajudar rsss, rsss, rsss.
Vem esta lengalenga à luz do dia PORQUE alguém me escreveu a dizer que estava errado quando escrevia POR QUE, visto que a forma correcta (em português) é PORQUE.
Não tenho o exclusivo da verdade, nem qualquer veleidade, mas vou tentar relembrar o que há muitos ... muito anos aprendi.
Sim, que antigamente aprendia-se a bem ou a mal (atenção que não defendo a violência PORQUE passei as passas do Algarve, mas um bofetão "bem puxado" e na hora certa, abre muitas mentes ... e pode transformar um burro num doutor) .
Sim, PORQUE houve (e não ouve) um tempo no tempo, em que se aprendia a língua pátria, de alto abaixo, de trás para a frente e o inverso de tudo isto.
Se não me falha a memória e não utilizando, talvez, os termos que agora (não) se usam para (não) ensinar, ou melhor, para não aprenderem, PORQUE basta escrever "pq" e "bj" e aqui vai disto:
PORQUE (conj.) utiliza-se sempre quando indica uma causa.
Ex. Estou a escrever isto PORQUE me chatearam.
POR QUE, utiliza-se sempre que se possa substituir "por qual a razão" ou "pela qual".
Ex. POR QUE estou a escrever isto? (Qual a razão para escrever isto).
Mas não se aflautem.
Pessoal com cursos "superiores" ou superior formação, dão os mesmos erros.
Pudera!!!
Os burros são burros no Norte e são burros no Sul e um canudo não é sinal de excelência.
Veja-se o caso do nosso "primeiro".
Não tem curso nenhum, mas fala tão redondamente e certinho que até parece que tem ...

E mesmo que lhe cortem as orelhas ...
É um fartar vilanagem.
Troca-se o "z" pelo "s" em organiZar e preciSar.
Também "HÁ" o "À".
Mas isto é de extrema dificuldade.
Só um catedrático é que pode acertar nestas coisas tão complicadas da língua ...
O primeiro (HÁ) é uma forma verbal do verbo haver (presente do indicativo) e desde que se possa substituir por existe.
Aqui até se erra na acentuação.
"HÁ" utiliza-se sempre que se possa substituir por "haver" ou alguma forma verbal desse mesmo verbo.
Não há - (não deve haver) - motivo para haver tanta burrice e para me chatearem.

O "À", é a contracção da preposição "A" com o artigo definido "A".
Escreve-se sempre "À".
(aliás só há mais SEIS palavras com aquele desalmado "À", que é tão mal tratado.
São elas:
"àquele" (a+aquele), (ele foi Àquele restaurante que lhe disse).
"àquela" (a+aquela), (ela foi Àquela parte).
"àqueles" (a+aqueles), (eles foram Àqueles bares de cerveja fresca.
"àquelas" (a+aquelas), (elas foram àquelas lojas de compras)
"àquilo" (a+aquilo) (não ligues Àquilo que ele te disse)
e ...
"ÀS".
Este "às", não é um "às" do volante, nem nada que se compare.
Foi "ÀS" cinco da manhã que chegou a casa"
Estás a topar?
Refere-se a tempo.
Também existe o "AH", que no meu tempo era uma interjeição.
Agora muitos termos que aprendi já não se usam
(Ah, que linda explicação!).
E o "HÁ", que é "um tempo" (refere-se a tempo) e onde se espalham os melhores.
Fui comer enguias há quinze dias ...
Também as vírgulas são mal empregues, normalmente abaixo do exigível ou em excesso.
Aprendi que devem ser utilizadas como as cerejas.
Isto é, aos pares.
Mas não é norma fixa.

E o que me dizem ás formas, "deve-se" e "devesse".
Esta é "facilíssima".
Leia a palavra.
Se soar "devêsse", é mesmo assim que se escreve, mas sem acento.
Se soar "déve-se", também é assim que se coloca o "se", mas não leva o acento no primeiro "e".
Também o "poderão" e o "poderam", mas aqui é mesmo não ter ouvido ...
Olhem que belezura:
"Se nós poder-mos organisar-mos um jantar há noite".
Para além da construção miserável da frase, não esqueçam isto:
o "MOS", nunca se separa por motivo algum!!! (excepto se MUDARMOS de linha, mas coloquem-lhe um hífen.
Por falar em hífen.
É também um bom bico d'obra.
Quando é que se utiliza?
Por exemplo, em SEMI - leva este hífen, quando o 2º elemento começa por "h", "i", "r" ou "s".
Ex. "semimulher", semicírculo", semiplano, seminu etc.,
mas
"semi-homem", "semi-imbecil", "semi-religioso" ou "semi-sábio".
Mas "HÁ" mais:
SUB - leva hífen quando o 2º elemento começa por "b", "h" ou "r"
Ex. subóxido, submamário, submeter, sublenhoso, subnutrido, subtropical, mas atenção. sub-bosque, sub-burgo, sub-híbrido, sub-hepático, sub-raça, sub-raiano.
MEGA (-) NUNCA leva hífen e, se a palavra começa por "r" ou "s", dobra-se esta letra.
Ex. megassitema, megassísmico, mas megasistema.
CONTRA- leva hífen, quando o 2º elemento começa por "h", "r" ou "s", OU POR VOGAL.
Contramão, contrabuzina, contracenar,
mas
contra-assembleia, contra-encosta, contra-haste, contra-roda, contra-senha.
Passem bem e até um dia.
Ah!
Não escrevam, nunca, como eu, "descanço", porque é mesmo "DESCANSO".
Todos sabemos muito e só conseguimos ver os erros dos outros.
Mas não há cura para esta doença ...
Todos damos erros ao escrever, talvez na voragem da velocidade de se despachar o texto, do pouco tempo que se tem para reflectí-lo e corrigir e ... por um erro fortuito ou ... por isto e por aquilo...
E quem sabe, culpa do teclado que não cumpre a sua função de nos ajudar rsss, rsss, rsss.
Vem esta lengalenga à luz do dia PORQUE alguém me escreveu a dizer que estava errado quando escrevia POR QUE, visto que a forma correcta (em português) é PORQUE.
Não tenho o exclusivo da verdade, nem qualquer veleidade, mas vou tentar relembrar o que há muitos ... muito anos aprendi.
Sim, que antigamente aprendia-se a bem ou a mal (atenção que não defendo a violência PORQUE passei as passas do Algarve, mas um bofetão "bem puxado" e na hora certa, abre muitas mentes ... e pode transformar um burro num doutor) .
Sim, PORQUE houve (e não ouve) um tempo no tempo, em que se aprendia a língua pátria, de alto abaixo, de trás para a frente e o inverso de tudo isto.
Se não me falha a memória e não utilizando, talvez, os termos que agora (não) se usam para (não) ensinar, ou melhor, para não aprenderem, PORQUE basta escrever "pq" e "bj" e aqui vai disto:
PORQUE (conj.) utiliza-se sempre quando indica uma causa.
Ex. Estou a escrever isto PORQUE me chatearam.
POR QUE, utiliza-se sempre que se possa substituir "por qual a razão" ou "pela qual".
Ex. POR QUE estou a escrever isto? (Qual a razão para escrever isto).
Mas não se aflautem.
Pessoal com cursos "superiores" ou superior formação, dão os mesmos erros.
Pudera!!!
Os burros são burros no Norte e são burros no Sul e um canudo não é sinal de excelência.
Veja-se o caso do nosso "primeiro".
Não tem curso nenhum, mas fala tão redondamente e certinho que até parece que tem ...

E mesmo que lhe cortem as orelhas ...
É um fartar vilanagem.
Troca-se o "z" pelo "s" em organiZar e preciSar.
Também "HÁ" o "À".
Mas isto é de extrema dificuldade.
Só um catedrático é que pode acertar nestas coisas tão complicadas da língua ...
O primeiro (HÁ) é uma forma verbal do verbo haver (presente do indicativo) e desde que se possa substituir por existe.
Aqui até se erra na acentuação.
"HÁ" utiliza-se sempre que se possa substituir por "haver" ou alguma forma verbal desse mesmo verbo.
Não há - (não deve haver) - motivo para haver tanta burrice e para me chatearem.
O "À", é a contracção da preposição "A" com o artigo definido "A".
Escreve-se sempre "À".
(aliás só há mais SEIS palavras com aquele desalmado "À", que é tão mal tratado.
São elas:
"àquele" (a+aquele), (ele foi Àquele restaurante que lhe disse).
"àquela" (a+aquela), (ela foi Àquela parte).
"àqueles" (a+aqueles), (eles foram Àqueles bares de cerveja fresca.
"àquelas" (a+aquelas), (elas foram àquelas lojas de compras)
"àquilo" (a+aquilo) (não ligues Àquilo que ele te disse)
e ...
"ÀS".
Este "às", não é um "às" do volante, nem nada que se compare.
Foi "ÀS" cinco da manhã que chegou a casa"
Estás a topar?
Refere-se a tempo.
Também existe o "AH", que no meu tempo era uma interjeição.
Agora muitos termos que aprendi já não se usam
(Ah, que linda explicação!).
E o "HÁ", que é "um tempo" (refere-se a tempo) e onde se espalham os melhores.
Fui comer enguias há quinze dias ...
Também as vírgulas são mal empregues, normalmente abaixo do exigível ou em excesso.
Aprendi que devem ser utilizadas como as cerejas.
Isto é, aos pares.
Mas não é norma fixa.

E o que me dizem ás formas, "deve-se" e "devesse".
Esta é "facilíssima".
Leia a palavra.
Se soar "devêsse", é mesmo assim que se escreve, mas sem acento.
Se soar "déve-se", também é assim que se coloca o "se", mas não leva o acento no primeiro "e".
Também o "poderão" e o "poderam", mas aqui é mesmo não ter ouvido ...
Olhem que belezura:
"Se nós poder-mos organisar-mos um jantar há noite".
Para além da construção miserável da frase, não esqueçam isto:
o "MOS", nunca se separa por motivo algum!!! (excepto se MUDARMOS de linha, mas coloquem-lhe um hífen.
Por falar em hífen.
É também um bom bico d'obra.
Quando é que se utiliza?
Por exemplo, em SEMI - leva este hífen, quando o 2º elemento começa por "h", "i", "r" ou "s".
Ex. "semimulher", semicírculo", semiplano, seminu etc.,
mas
"semi-homem", "semi-imbecil", "semi-religioso" ou "semi-sábio".
Mas "HÁ" mais:
SUB - leva hífen quando o 2º elemento começa por "b", "h" ou "r"
Ex. subóxido, submamário, submeter, sublenhoso, subnutrido, subtropical, mas atenção. sub-bosque, sub-burgo, sub-híbrido, sub-hepático, sub-raça, sub-raiano.
MEGA (-) NUNCA leva hífen e, se a palavra começa por "r" ou "s", dobra-se esta letra.
Ex. megassitema, megassísmico, mas megasistema.
CONTRA- leva hífen, quando o 2º elemento começa por "h", "r" ou "s", OU POR VOGAL.
Contramão, contrabuzina, contracenar,
mas
contra-assembleia, contra-encosta, contra-haste, contra-roda, contra-senha.
Passem bem e até um dia.
Ah!
Não escrevam, nunca, como eu, "descanço", porque é mesmo "DESCANSO".
Todos sabemos muito e só conseguimos ver os erros dos outros.
Mas não há cura para esta doença ...
ACEITO SUGESTÕES E RECLAMAÇÕES
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sábado, novembro 21, 2009
TAPEÇARIA DE BAYEAUX
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Talvez de todas as telas ou tecidos bordados à mão, o Tapete de Bayeux, seja o mais famoso e ao mesmo tempo um dos mais interessantes, já que conta a história da conquista de Inglaterra, em que Guilherme II, (Guillaume le Conquérant - William the Conqueror para os ingleses), duque da Normandia, venceu o rei Haroldo II, o último rei saxão de Inglaterra.
É como uma comemoração da histórica batalha de Hastings (1066).
Concebido no século XI, utilizando rudimentares agulhas e extrema paciência, o mesmo é composto de 9 cenas principais que reflectem momentos precisos e de importância, na épica batalha e estende-se por quase 70 metros pesando cerca de 150 Kg de linho puro.
É como uma comemoração da histórica batalha de Hastings (1066).
Concebido no século XI, utilizando rudimentares agulhas e extrema paciência, o mesmo é composto de 9 cenas principais que reflectem momentos precisos e de importância, na épica batalha e estende-se por quase 70 metros pesando cerca de 150 Kg de linho puro.
Se bem que seja incerta a história real que está por detrás da criação da tapeçaria, em França acredita-se que esta foi criada por Matilda, a mulher de Guillaume – algo apoiado pelo facto de ser relevante e notável, na tapeçaria, uma mão amadora (no bordado da peça) e, sem dúvida, com um profundo conhecimento dos acontecimentos históricos e detalhes da campanha.
Na obra podemos ver 626 seres humanos, 202 equinos, 55 cães, 505 animais e bestas de carga de outros tipos, 37 fortificações e 41 embarcações.
Um total de 1515 temas variados fornecem uma riqueza de informações sobre o século XI.
Nele podemos ver uma representação do Cometa Halley que nessa altura era visível em Inglaterra.
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sexta-feira, novembro 20, 2009
PROMESSAS
Andam para aí a rosnar, não sei bem onde e quem, mas que “andem”, “andem”, que os políticos não poderão comungar se apoiarem a lei dos casamentos heterossexuais, homossexuais, metrossexuais e outros que dão tanta inquietação a tão poucos, mas qualquer um pode observar que estão mais preocupados com os que ameaçam, do que com os ameaçados.
Embora não ligue patavina e supostamente não despreze ninguém, devo confessar que entre os meus benévolos amigos não abundam os que se dedicam à sublime tarefa da política, mas mesmo assim ainda tenho alguns.
Pois bem, não sei se há alguém que se sinta especialmente afectado de modo especial pela proibição de não poder comungar, no caso de serem relativamente partidários dessa aberta maneira de encarar as uniões que existem, mas que alguns querem teimosa e cretinamente esconder.
As ameaças mais eficazes são as que se cumprem sem aviso prévio.
É a velha questão.
Já os gregos diziam que é preciso cuidado com as ameaças deixadas por “palavras loucas” e refrear os ânimos, já que convém acomodar-nos aos novos tempos.
“Ferir não é bom, mas ameaçar, nem é bom, nem é prudente”.
Os que não são partidários dos casamento homossexuais, já que lhes soa mal as palavras, que sejam partidários de que as nuances e a questão não podem ser debatidas colectivamente, nem muito menos de maneira dogmática.
No ano de 2012, os habitantes deste desavindo planeta suburbano, seremos sete mil milhões (7.000.000.000) e em “2050, “seremos” 9000 milhões.
Agora não nos podemos nem ver, mas por essas alturas não poderemos deixar de tropeçar uns nos outros.
A prática da masturbação que agora alguma comunidade recomenda – “sabe Onan coisas que ignora Don Juan”(*) - tem a desvantagem de que se não conhece gente.
Ninguém pode dizer a ninguém isto: “fui muito feliz”.
Embora não ligue patavina e supostamente não despreze ninguém, devo confessar que entre os meus benévolos amigos não abundam os que se dedicam à sublime tarefa da política, mas mesmo assim ainda tenho alguns.
Pois bem, não sei se há alguém que se sinta especialmente afectado de modo especial pela proibição de não poder comungar, no caso de serem relativamente partidários dessa aberta maneira de encarar as uniões que existem, mas que alguns querem teimosa e cretinamente esconder.
As ameaças mais eficazes são as que se cumprem sem aviso prévio.
É a velha questão.
Já os gregos diziam que é preciso cuidado com as ameaças deixadas por “palavras loucas” e refrear os ânimos, já que convém acomodar-nos aos novos tempos.
“Ferir não é bom, mas ameaçar, nem é bom, nem é prudente”.
Os que não são partidários dos casamento homossexuais, já que lhes soa mal as palavras, que sejam partidários de que as nuances e a questão não podem ser debatidas colectivamente, nem muito menos de maneira dogmática.
No ano de 2012, os habitantes deste desavindo planeta suburbano, seremos sete mil milhões (7.000.000.000) e em “2050, “seremos” 9000 milhões.
Agora não nos podemos nem ver, mas por essas alturas não poderemos deixar de tropeçar uns nos outros.
A prática da masturbação que agora alguma comunidade recomenda – “sabe Onan coisas que ignora Don Juan”(*) - tem a desvantagem de que se não conhece gente.
Ninguém pode dizer a ninguém isto: “fui muito feliz”.
(*)
...Aunque a veces sabe Onán
mucho que ignora Don Juan
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quinta-feira, novembro 19, 2009
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