O VIDEIRINHO

segunda-feira, maio 25, 2009

HOMENS E O PONTO G

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O ponto G feminino é um termo muito divulgado, mas pouco estudado.

O conceito parece conhecido para a maioria das mulheres, ainda que possa existir algumas que não saibam do que se está a falar, como se pode ver neste divertido vídeo, de um concurso televisivo, que se segue.

A IDOSA e o PONTO G:




Sem dúvida, o ponto G masculino não parece tão conhecido, quando na realidade, sobre o ponto de vista anatómico, se trata da próstata.

Pressentindo o filão que pode advir do falar-se de um ponto G masculino, alguns não duvidaram dar suporte ao tema e adorná-lo de referências a ignotas e extraordinárias cotas de prazer que se alcançaram com a sua estimulação.

Daí começaram a surgir propostas, cada vez mais elaboradas, de práticas, tais como a estimulação do ponto G – massagem prostática – ao mesmo tempo que se realiza uma felação.

Esta prática pode ser grata para algumas pessoas e ainda que nada esteja provado, pode ser uma possibilidade mais, mas não é obrigatório tomar-lhe o gosto, já que no sexo não há panaceias e alguns homens mostram-se incomodados com tão íntima massagem.

Fascina a ideia de que haja um lugar no corpo dos homens e concretamente no baixo ventre, que seja a secreta chave para elevá-los a graus de prazer insuspeitados.

Ainda que a sexualidade forme parte do íntimo, propicia as fantasias sobre os ocultos saberes que ainda temos que descobrir.

Em certas ocasiões fala-se no ponto G do homem, como o ponto P, de próstata, pois como disse anteriormente, a sua estimulação não é mais que a massagen desta.

Anatomicamente situada na parte inferior do recto, abaixo da bexiga, a uns poucos centímetros (alcança-se com o dedo), a suave massagem da mesma pode supor uma boa contribuição para o incremento da excitação do homem, que obviamente, como é habitual, acabará ejaculando num orgasmo.



Que este seja mais intenso ou incluso resulte numa sorte de múltiplos orgasmos, já são assuntos que têm mais que ver com a fantasia – sexual – que cada qual queira atribuir ao assunto.

Não esqueçamos que boa parte da “graça” tende a estar na felação que simultaneamente se realiza e que em muitas ocasiões tem mais que ver com uma demonstração de especial e perito agrado com que se deseja gratificar o parceiro.

Estamos assim ante uma forma lúdica de nos aproximarmos da exploração e jogo anal.


Isto tende a alargar-se em relações heterossexuais.

Normalmente são nos casais ou pares mais jovens, onde se observa que os homens são mais permissíveis em aceitar as carícias e o acesso anal por parte da parceira, desfrutando tudo sem questionar a sua orientação sexual por isso.

E este é um assunto que mais frequentemente pode suscitar o fantasma da homossexualidade em homens sujeitos a uma educação machista tradicional.

É o machismo que pode supor a autolimitação e colocar um freno, evitando o jogo anal, pela insegurança que gera.

O ânus e a próstata são áreas sensíveis, como o resto do corpo e enriquecemos o nosso universo de prazer se nos permitimos integrá-los em vez de colocarmos limites e excluir assim, a capacidade de desfrutar algo de prazenteiro ou não.



Para tua introspecção:

- Suscita-te reservas ou inquietude a possibilidade de receber uma massagem na tua próstata?

– Já desfrutaste de carícias no ponto G?

- Exploraste o ponto G da tua parceira?

– Qual a tua experiência a respeito disto?

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domingo, maio 24, 2009

- O sonho acabou, mas ainda há sopa na panela !

A CRISE ACABOU ...

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Ou poderá acabar rapidamente para os portugueses que aceitem uma maneira quase infalível de a vencer.




Agora que D. Nuno Álvares Pereira, o 1º dignitário do Reino, (na época de D. João I, nada de imisções!!!), que já na infância tinha assinalado actos de extrema intrepidez; que atolou em sangue e morte os espanhóis em Atoleiros, Aljubarrota e Valverde, esteve na prateleira da fábrica dos santos mais de 570 anos, mas de lá saiu e anelou o título.

(não quero mencionar o poder da “cunha” do prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, por coincidência coincidente o português cardeal D. José Saraiva Martins.)

Já nos tempos de João Paulo II se tentou a investida, (depois de muitas outras) ele que até tinha um catálogo de santos, tantos eram os que estavam na forja e tantos foram “lançados no mercado” sem controlo …

Naquele longínquo tempo, que não consigo abarcar, só com a imaginação, era “norma” a religião ser imposta aos “infiéis” pela ponta, pelo gume ou fio das espadas, ou com a moral firmeza da força de outros meios bélicos.



Nuno Álvares Pereira, que foi um grande patriota, comandante, virtuoso visionário de tácticas guerreiras, condutor de homens, hábil guerreiro, obreiro da independência face a Castela, antes de se retirar da arte de matar, ainda fez uma incursãozita a Ceuta, onde à espadeirada converteu mais uns tantos para a cristandade.

Depois retirou-se da ancestralidade brusca e violenta arte de matar e triunfar, como escreveu Júlio Dantas, para o Convento do Carmo que tinha fundado.

Aliás a sua progressiva misantropia parece devir da derrocada das suas faculdades mentais.

Mais de 500 anos depois houve um milagre.


Um pingo de óleo quente num olho miraculosamente colocado, desbaratou tudo e todos a caminho da santidade.

Agora temos mais um santo.



Para a sua canonização nem sequer contribuiu o “milagre” premonitório: na véspera da batalha de Aljubarrota (13 de Agosto de 1385) as tropas do agora santo, ao atravessarem os campos da Cova da Iria, os cavalos sem se dignarem olhar para a palha, ajoelharam-se no campo (da Cova da Iria), onde pressagiaram o aparecimento a três palermas, desculpem, a três indigentes pastores, o que a inteligência humana normal, não está apta a conceber.

São factos tão patéticos como estes que tornam muito boa gente em notáveis iludíveis.

A história não narra se os cavaleiros chegaram a cair, naquele movimento tão inopinado.

Mas não era sobre isto que queria escrever.

Era sobre a nossa capacidade de partirmos todos, em avalanches, por esses países europeus (ou não) fora, vendendo santinhos do nosso novel santo a todos os piedosos que encontrarmos.

Haverá alguma ideia melhor?

Só um alerta:

Cuidado ao atravessarem Espanha!!!

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quinta-feira, maio 21, 2009

- Aponta:
O ponto para que apontas, poderá nem sempre ser o ponto apontado !

MULHERES e o PONTO G

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Atribui-se o nome de ponto G à zona mais desenvolvida que algumas mulheres têm no interior da vagina, (ainda que não existam relatos científicos que comprovem a existência de tal ponto no corpo feminino).

Concretamente é um tecido esponjoso com ramificações do clítoris e das glândulas de Skene, que se situa logo abaixo do osso púbico, entre a abertura da vagina e a abertura do colo do útero e de frente (ás 11-12 horas, se imaginarmos o orifício vaginal como um relógio),
uma zona do tamanho aproximado da próstata masculina e que ao ser bem estimulado, tanto pelo pénis, durante o coito como com o dedo, num movimento do tipo “vem aqui” ou "vem cá", intumesce-se até ao tamanho duma moeda com cerca de 2 cm, propiciando uma sensação que facilita orgasmar (e ejacular pelas glândulas de Skene) sem estimulação directa do clítoris.

A estas mulheres denominam-se mulheres G e o ponto G à mencionada zona.

Algumas destas mulheres tendem a ser multiorgásmicas e em certas ocasiões experimentam a
emissão de fluido orgástico, a que se denomina ejaculação feminina.

Sempre foi difícil investigar
a sexualidade.

Só assim se pode entender como é possível que questões de anatomia genital básicas continuem sendo objecto de especulação e suscitem polémicas que hoje são absurdas se pensarmos que foi o médico alemão, de origem judia Ernst Gräfenberg , o primeiro a estudar em 1950 as diferenças do tecido da vagina.

Concretamente, o ponto G e a ejaculação feminina são um magnífico exemplo que retrata o estado adolescente da nossa sociedade a respeito da investigação sobre sexualidade.

Em contraste com este d
esapego da investigação pelo mundo do sexo, está o interesse social que suscita.

Em 1982, Beverly Whipple juntamente com o terapeuta sexual, Alice Khan Ladas e o médico John D. Perry
, publicaram o famoso livro “O ponto G”, (“The G-Spot and other discoveries about human sexuality”).

A fascinação que nós os humanos temos em conhecer, especialmente sobre nós próprios e sobretudo se se trata do mais íntimo – o mesmo é dizer, o mais desconhecido – é tal que Beverly pode comprar uma esplêndida casa com cais, junto a um maravilhoso lago, com os dinheiros
da dita publicação, que já foi traduzida para as principais línguas.



Numa estante de qualquer biblioteca, empilham-se mais 30 edições desta obra e a modo de pisa papeis tem uma ficha no Trivial encerrada em metacrilato com a pergunta em inglês relacionando o seu nome com o do descobrimento do ponto G.

Quase 50 anos depois, tudo o que temos são umas quantas investigações e demasiadas opiniões.

Ante a míngua da ciência, abre-se o caminho à crendice.

Tanto é assim que incluso, o assunto do ponto G, derivou para polémicas sobre se existe ou não.

Uma delas foi protogonizado em 2001 por Terence M.
Hines, do Departamento de Psicologia da Universidade Pace (Nova Iorque), quando publicou o seu artigo “The G-spot: A modern gynecologic myth”, onde criticava a escassa investigação que confirmará a sua existência.

Omitia que mais escassa ainda, para não dizer nula, é a investigação que a descarta.

A este respeito foi um grupo de investigadores da Universidade italiana de L’Aquila, dirigido pelo doutor Emmanuele Jannini quem, na sua informação no Journal of Sexual Medicine em 2008, afirmam ter comprovado mediante ecografias a existência do ponto G.

Trata-se da área ureto-vaginal (zona entre a ureta e a vagina), que algumas mulheres têm um tecido mais grosso ou esponjoso, o que lhes oferece mais probabilidades de
experimentar um orgasmo – coital – que aquelas com um espaço mais fino ou delgado.

Novamente estas observações deverão contestar-se para que possamos confirmar que efectivamente a maior grossura desse espaço anatómico tem correlação com as características atribuídas ao ponto G.

É claro que nem todas as mulheres têm as mesmas características, inclusiva genitais e o que é importante é conhecer e desfrutar do que cada uma tem.

É pouco saudável ir mais além da exploração prazenteira e chegar á obsessão por encontrar o ponto G, seja a própria ou em casal.

Jamais a nostalgia ou a inveja do que se não possui é o caminho para a felicidade.

O orgasmo é um lugar comum ao qual se pode chegar p
or diversas vias: coito, estimulação do clítoris, carícias nos peitos e inclusive utilizando uma fantasia.

Não é mais adequada ou saudável nenhuma delas, é meramente uma questão de facilidade de resposta do organismo num dado momento, pelo que carece de sentido, empenhar-se em experimentar orgasmos, utilizando vias de alívio que no organismo, concretamente, não estão facilitadas.



Para tua introspecção:

- Como mulher tendes a orgasmar com o coito vaginal ou é-te mais fácil se há estimulação do clítoris?

– Identificas na tua vagina o chamado ponto G?

– Tens a impressão que a tua actual parceira ou alguma das anteriores tem ou tinha as características de ser(em) mulher(es) com o ponto G?



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domingo, maio 17, 2009

- A tragédia está nos olhos de quem observa e não no coração de quem sofre ! (Ralph Waldo Emerson, 1803/1882, famoso escritor, filósofo e poeta americano)

H1N1

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A Organização Mundial de Saúde não sabe, todavia, como combater o maldito vírus, mas deu um grande passo encontrando-lhe um nome.

Era injusto chamar-lhe “gripe mexicana”, como se esse peçonhento agente fosse capaz de eleger a sua nacionalidade.

Não menos arbitrário era chamar-lhe “gripe porcina”, caluniando o sagrado e ávido animal que tanto tem feito e continua a fazer por nós.

O sublime porquito tem dentro um prodigioso alquimista capaz de transmutar a matéria que digere com ímpeto, num produto maravilhoso.

Assim, penso que foi bom ter baptizado o vírus.

Foi baptizado de “novo vírus H1” ou “gripe influenza A, (H1N1).

Alguns países já tinham decretado o genocídio dos beneméritos porcos.

Claro que há alarme.

Menos mal que há também optimistas que junto aos que prevêem que a gripe pode chegar a afectar 50 % dos europeus, figuram os que estão convencidos de que os outros 50 % se livrarão dela.



Momento da contaminação dos humanos!


Sobretudo se se ficar em casa, que é a solução que propôs Pascal para se esquivar a todos os males, que agora parece-me que são somente três: o mundo, o demónio e a carne de porco.

Há que manter viva a esperança e assim fará muita gente enquanto Obama não apanhe a gripe, que é o seu último máximo propagador e só afecte a algum dos seus seguranças.

A maior preocupação dos portugueses e sobretudo aqueles que contestam as estatísticas era o desemprego.

Agora é a gripe, que também pode atacar os desempregados.

Quando aparece um mal de malignidade superior aquele que se padece, o antigo desvaloriza-se um pouco, mas a verdade é que a nossa intranquilidade mudou de signo.

Sempre é preferível engrossar a lista dos desempregados a ingressar na enorme população dos quietos.

Ainda que já não tenhamos “difíceis os pensamentos”.

Nem as digestões.


Lave as mãos regularmente!


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terça-feira, maio 12, 2009

- O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É algo muito mais importante do que isso !

ÁRBITROS ... e a UEFA ...

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A torcida futebolística inglesa está muito dividida: uns acreditam que há que matar o árbitro do Chelsea-Barcelona e outros opinam que o melhor seria fazê-lo prisioneiro.

O homem anda fugido, já que a fuga é uma das manifestações do instinto de conservação.

Teve que sair escoltado de Inglaterra e antes mudaram-no de hotel, os agentes da polícia, correndo-se o risco que algum deles fosse um fanático.

Nem Salman Rushdie, que teve o atrevimento de situar Maomé na sua novela, a visitar um modesto bordel, nem Saviano, divulgando as telemensagens da máfia italiana, correram, no seu momento, um perigo semelhante.

A verdade é que das quatro grande penalidades reclamadas pelo Chelsea, pelo menos três e meia mereciam o castigo.

Por sorte, o árbitro não viu as coisas como as viu todo o mundo e como se podem continuar a ver nos vídeos do jogo.

Para cúmulo, Iniesta, no minuto 94 conectou uma bolada irrefutável, que certamente foi o único dirigido para debaixo dos três paus em todo esse tempo.

Agora na Catalunha falam de vitória e os ingleses falam de penáltis.





O futebol é o desporto mais engenhoso inventado pelos homens, pelos britânicos, para ser mais exacto e portanto permite a injustiça.

Seria mais aborrecido se ganhasse sempre o que o merece.

Assim devia entendê-lo o árbitro Tom Henning, que por certo não sabe em que local arbitrar.

“Mais vale uma colherada de sorte que um barril de sabedoria”, dizem os chineses, mas ele é norueguês.

A acreditada “fleuma britânica” eclipsou-se por uns momentos e fala-se de conspiração.

Uma trama urdida pela UEFA para evitar que pelo segundo ano consecutivo houvesse uma final inglesa.

Se se livra dos seus perseguidores, ao senhor Henning deveria ser feita uma homenagem.




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