
Fieis à suas iniciais, PSD e PP, continuam a falar de pactos e de proibições.
Todos se aproveitam do momento histórico do PS não poder falar de nada a não ser sozinho.
A prudência sempre foi considerada como a maior virtude política, ao ponto de amparar muitos lascivos.
Quantos serão necessários reunir por essas distintas Câmaras Municipais (Urbanismo) para se fazer um pacto anticorrupção.
Não se pode afirmar que em Portugal haja mais corruptos que cadeiras, mas não será ousadia dizer que sobram muito poucos assentos desocupados.
A política deve ser “um anexo da exemplaridade” e este último não se levar a sério.
Se surge um modelo, de vez em quando, como o Eduardo (*), opõe-se imediatamente outro, que pode ser qualquer avançado da "distante" Bósnia.

Ambos pertencem ao mundo do desporto e, mais reduzido, do futebol, onde o jogo continua a ser mais limpo.
Salvo alguns que desentaramelaram a língua (Maradona) e começaram a cuspir fogo mas que a FIFA prontamente apagou.
Como é possível ser um génio no relvado e um imbecil na rua?
Os grandes jogadores passam mais tempo vestidos de fato e gravata do que de calções.
A vida é mais longa que o futebol.
Estranho é que os nossos políticos não entendam que os seus cargos duram menos que as suas existências.
Alguns estão a fazer todos os desmandos possíveis, calculada a sua data de validade.

Uma grave desconexão com o mundo real, atribuível ao chamado “sindroma do tapete voador” que os faz delirar.
Como é possível alguém acreditar que no “altar” do governo, estão todos os santos.
De que planeta vieste?
Perguntava o locutor do jogo Inglaterra-Argentina, quando Maradona meteu a mão … à bola.
A pedagogia sem amor não é nada, mas torna-se menor se os alunos não a compreendem.
Aos menores de onze ou doze anos, os psicólogos recomendam a prática da masturbação e chamam-lhes “pichólogos”.
Sempre deixam de (fo***), lixar, os outros.
E sempre estudam por conta própria.
(*) Guarda-redes da selecção
.
Todos se aproveitam do momento histórico do PS não poder falar de nada a não ser sozinho.
A prudência sempre foi considerada como a maior virtude política, ao ponto de amparar muitos lascivos.
Quantos serão necessários reunir por essas distintas Câmaras Municipais (Urbanismo) para se fazer um pacto anticorrupção.
Não se pode afirmar que em Portugal haja mais corruptos que cadeiras, mas não será ousadia dizer que sobram muito poucos assentos desocupados.
A política deve ser “um anexo da exemplaridade” e este último não se levar a sério.
Se surge um modelo, de vez em quando, como o Eduardo (*), opõe-se imediatamente outro, que pode ser qualquer avançado da "distante" Bósnia.

Ambos pertencem ao mundo do desporto e, mais reduzido, do futebol, onde o jogo continua a ser mais limpo.
Salvo alguns que desentaramelaram a língua (Maradona) e começaram a cuspir fogo mas que a FIFA prontamente apagou.
Como é possível ser um génio no relvado e um imbecil na rua?
Os grandes jogadores passam mais tempo vestidos de fato e gravata do que de calções.
A vida é mais longa que o futebol.
Estranho é que os nossos políticos não entendam que os seus cargos duram menos que as suas existências.
Alguns estão a fazer todos os desmandos possíveis, calculada a sua data de validade.

Uma grave desconexão com o mundo real, atribuível ao chamado “sindroma do tapete voador” que os faz delirar.
Como é possível alguém acreditar que no “altar” do governo, estão todos os santos.
De que planeta vieste?
Perguntava o locutor do jogo Inglaterra-Argentina, quando Maradona meteu a mão … à bola.
A pedagogia sem amor não é nada, mas torna-se menor se os alunos não a compreendem.
Aos menores de onze ou doze anos, os psicólogos recomendam a prática da masturbação e chamam-lhes “pichólogos”.
Sempre deixam de (fo***), lixar, os outros.
E sempre estudam por conta própria.
(*) Guarda-redes da selecção
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2 comentários:
Ah para o ano seremos campeões mundiais, teremos o Papa nas nossas ruas, submarinos no nosso Tejo...
Táxi Pluvioso
Viveremos ocupados e nem daremos pelo que se passa no profundo ..., mesmo com submarinos.
Já não como papas há muitos anos ...
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