
No que diz respeito ao amor criaram-se outras crenças que se mantêm na actualidade com maior ou menor ênfase.
Desde há mais de meio século a sociedade parece estar a ensinar que o casal ou par, é necessariamente uma espécie de prelúdio do matrimónio, este é um passaporte à famiíia e aquela a garantia da hospedagem eterna (até que a norte nos separe), uma espécie de sofisticado centro de reclusão ao qual deveríamos ansiar entrar como se fosse a suprema emancipação.
O mecanismo proposto opera assim: um escolhe o seu parceiro, fica noivo, marca uma afestança para a boda, participa a tal cerimónia e ingressa com o seu cônjuge numa espécie de prisão, com uma certa ironia , designado, “ninho de amor”.
Aí chegados, um lança o primeiro olhar sincero ao companheiro de quarto.

Se lhe agrada o que vê, fica por aí.
Se não for assim, começa a planear a sua fuga da prisão para sair e procurar outro parceiro, pedindo para ter melhor sorte e reclamando ajuda para aprender a escolher de uma maneira superior.
A solução do problema da insatisfação na vida de casais azarados, proposta modernamente pela sociedade, é separar-se, começar outra vez com outra pessoa melhor para ele.
Para a maior parte das pessoas que se separam, o motivo é a incapacidade de cada um para escolher a pessoa adequada.
Existe uma orientação das relações amorosas mais estimulante.
O par não é um estado inalterável de duas pessoas que não evoluem.

É bem mais uma viagem por um caminho elevado psicológica e espiritualmente que começa com a paixão do enamorar, vagueia pelo acidentado trecho escarpado de descobrir-se e culmina na criação de uma união íntima, divertida e transcendente, capaz de renovar-se na relação mútua, uma ou outra vez, durante toda a vida.
A construção de um vínculo deste tipo não se apoia na habilidade para poder conquistar o(a) companheiro(a) perfeito(a) nem à sorte de cruzar-se algum dia com a pessoa ideal, mas sim, dar-se conta definitivamente de que o casal não é uma prisão, nem um lugar onde enganchar-se ou ficar aprisionado, mas sim um caminho de incremento de ambos.

Redefinir o casal significa falar sobre amor e isso implica saber do que se está a falar quando nos referimos a este sentimento, num vínculo tão especial, como é o que se estabelece entre um homem e uma mulher que planeiam caminhar juntos pelo caminho.
Quando falamos de amor, não estamos a falar de paixão.
São duas coisas maravilhosas, mas diferentes.
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Desde há mais de meio século a sociedade parece estar a ensinar que o casal ou par, é necessariamente uma espécie de prelúdio do matrimónio, este é um passaporte à famiíia e aquela a garantia da hospedagem eterna (até que a norte nos separe), uma espécie de sofisticado centro de reclusão ao qual deveríamos ansiar entrar como se fosse a suprema emancipação.
O mecanismo proposto opera assim: um escolhe o seu parceiro, fica noivo, marca uma afestança para a boda, participa a tal cerimónia e ingressa com o seu cônjuge numa espécie de prisão, com uma certa ironia , designado, “ninho de amor”.
Aí chegados, um lança o primeiro olhar sincero ao companheiro de quarto.

Se lhe agrada o que vê, fica por aí.
Se não for assim, começa a planear a sua fuga da prisão para sair e procurar outro parceiro, pedindo para ter melhor sorte e reclamando ajuda para aprender a escolher de uma maneira superior.
A solução do problema da insatisfação na vida de casais azarados, proposta modernamente pela sociedade, é separar-se, começar outra vez com outra pessoa melhor para ele.
Para a maior parte das pessoas que se separam, o motivo é a incapacidade de cada um para escolher a pessoa adequada.
Existe uma orientação das relações amorosas mais estimulante.
O par não é um estado inalterável de duas pessoas que não evoluem.

É bem mais uma viagem por um caminho elevado psicológica e espiritualmente que começa com a paixão do enamorar, vagueia pelo acidentado trecho escarpado de descobrir-se e culmina na criação de uma união íntima, divertida e transcendente, capaz de renovar-se na relação mútua, uma ou outra vez, durante toda a vida.
A construção de um vínculo deste tipo não se apoia na habilidade para poder conquistar o(a) companheiro(a) perfeito(a) nem à sorte de cruzar-se algum dia com a pessoa ideal, mas sim, dar-se conta definitivamente de que o casal não é uma prisão, nem um lugar onde enganchar-se ou ficar aprisionado, mas sim um caminho de incremento de ambos.

Redefinir o casal significa falar sobre amor e isso implica saber do que se está a falar quando nos referimos a este sentimento, num vínculo tão especial, como é o que se estabelece entre um homem e uma mulher que planeiam caminhar juntos pelo caminho.
Quando falamos de amor, não estamos a falar de paixão.
São duas coisas maravilhosas, mas diferentes.
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3 comentários:
pena hosting
mikroskop
Love is God :) Bubbles
Eh caraças! isto é só comentários em estranhas línguas. O único mito que conheço é as pessoas querem-no de borla.
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