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Pois é, caros ouvintes e, ou, ouventes.
Na falta de saber se é facécia
ou algo mais insofismável, decidi responder a tão delicada questão que sem
qualquer dúvida, sei que assalta milhares de jovens pre-púberes em todo o
mundo.
Colocaram-me a seguinte questão:
“Necessito de um conselho; tenho uma
namorada que é enfermeira, toma drogas e veste-se de duma maneira que eu não
suporto.
Não fumo e não bebo álcool e assim, imagina o que passo.
Não me
ignores por favor, necessito da tua ajuda” (sic).
Pedro.
Caríssimo Pedro.
Compreendo a tua preocupação, mas parece-me que estás a enfocar mal a situação.
Primeiro que tudo, a pouca roupa só espelha o que de belo, uns trapos, mesmo de
marca, podem esconder.
Deixa-a respirar cutaneamente.
Já o consumo de estupefacientes
da tua namorada não deveria preocupar-te, senão o facto de que esta vai,
seguramente, deixar-te por alguém bem mais interessante.
O meu conselho é, para
evitares fricções e rupturas, comeces imediatamente (melhor seria já hoje que
amanhã) a consumir drogas duras – sendo a macia uma clara alegoria subliminal,
supraliminal e superliminal a tendências degeneradas - ou aprendas a ancestral
e delicada arte da retro-ejaculação.
Espero que te tenha ajudado..
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