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Uma vez mais,
debrucei-me sobre outra grande investigação, dessas que algumas empresas se
encarregam de fazer, não se sabendo bem com que fim.
Se já era original a que afirmava
que os homens com guitarra empavesam-se muito mais do que os que não tocam este
instrumento, (o sexo deles poderá estar por aqui), agora a empresa de segurança
informática, AVG Technologies confirma, depois de realizar um inquérito a mais de 4.000 mulheres, que estas ficaram a seco (sem pinar ou sem uma queca) durante uma semana
antes de renunciarem ao seu smartphone.
O poder quase hipnótico destes
dispositivos.
E “vomeceses” perguntarão, o que faz uma empresa de antivírus
metida nestas lides?
Pois não será difícil adivinhar que uma acertada campanha
de marketing nos seis países, Estados unidos, Canadá, Reino Unido, França,
Alemanha e Brasil, onde se realizou a investigação.
Que, além disso, demonstrou
que as americanas, quase 57%, estarão mais dispostas a não praticar sexo em
troca de poder consultar, sem parar, as redes sociais no seu telemóvel.
Original renúncia, ainda que já se saiba que a Internet proporciona “felicidade
a rodos” e os smatphones cada vez têm mais funcionalidades.
No lado oposto
estão as francesas, já que só cerca de 40% das entrevistadas trocaria o seu
telemóvel por uns valentes amassos com o seu parceiro.
Coincidência ou outra
reviravolta do estudo para fazer honra ao estereótipo?
Da investigação também
se tiraram outras conclusões muito curiosas, como a de que 50% das mulheres
preferiam terminar a sua relação por telefone e, pelo menos umas 25% fá-lo-iam
por um simples SMS.
Puxa!
Sem rodeios.
Por último, quase todas têm muito em
conta a actividade dos seus pretendentes nas redes sociais.
A ponto de que, 61%
das brasileiras cancelaram o seu primeiro encontro ao repassarem os
comentários e as fotos colocadas na Internet pelo seu futuro partenaire.
O
estudo poderia muito bem ser titulado:
“Sem o meu telemóvel não!”
ou o
“Fim do
sexo ?”
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