O VIDEIRINHO

sábado, agosto 03, 2013

PINAR ESTARÁ EM PERIGO???

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Uma vez mais, debrucei-me sobre outra grande investigação, dessas que algumas empresas se encarregam de fazer, não se sabendo bem com que fim. 

Se já era original a que afirmava que os homens com guitarra empavesam-se muito mais do que os que não tocam este instrumento, (o sexo deles poderá estar por aqui), agora a empresa de segurança informática, AVG Technologies confirma, depois de realizar um inquérito a mais de 4.000 mulheres, que estas ficaram a seco (sem pinar ou sem uma queca) durante uma semana antes de renunciarem ao seu smartphone. 

O poder quase hipnótico destes dispositivos. 

E “vomeceses” perguntarão, o que faz uma empresa de antivírus metida nestas lides? 

Pois não será difícil adivinhar que uma acertada campanha de marketing nos seis países, Estados unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Brasil, onde se realizou a investigação. 

Que, além disso, demonstrou que as americanas, quase 57%, estarão mais dispostas a não praticar sexo em troca de poder consultar, sem parar, as redes sociais no seu telemóvel. 

 

Original renúncia, ainda que já se saiba que a Internet proporciona “felicidade a rodos” e os smatphones cada vez têm mais funcionalidades. 

No lado oposto estão as francesas, já que só cerca de 40% das entrevistadas trocaria o seu telemóvel por uns valentes amassos com o seu parceiro. 

Coincidência ou outra reviravolta do estudo para fazer honra ao estereótipo? 

Da investigação também se tiraram outras conclusões muito curiosas, como a de que 50% das mulheres preferiam terminar a sua relação por telefone e, pelo menos umas 25% fá-lo-iam por um simples SMS. 

Puxa! 

Sem rodeios. 

Por último, quase todas têm muito em conta a actividade dos seus pretendentes nas redes sociais. 

A ponto de que, 61% das brasileiras cancelaram o seu primeiro encontro ao repassarem os comentários e as fotos colocadas na Internet pelo seu futuro partenaire. 

O estudo poderia muito bem ser titulado: 
“Sem o meu telemóvel não!” 
ou o 
“Fim do sexo ?”
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