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Muitos homens passam a vida preocupados com os seus
genitais.
Ou pelo menos assim parece.
Mas não acreditem, porque as mulheres também se importam com a saúde e auto-estima daquela parte recôndida.
Também lhes diz respeito, claro.
Dizem elas:
“Não há nada melhor do que a espécime masculina que confessa sentir-se homem novamente depois de tantos anos e que é graças a ti.
Ao estar contigo”.
É bonito.
De verdade?
O sintoma é que se levantam contentes pela manhã que não é normal.
Que até se surpreendem.
As mulheres, ainda que o tragam escondido, também podem acordar com sensações parecidas.
Mas, verdadeiro, nada é tão evidente como aquilo que os “senhores” têm entre as pernas.
Por tudo isto, escrevo sobre o pénis, porque tenho uma boa notícia para todos aqueles complexados com a sua grossura, (diâmetro), ou tamanho, (comprimento).
Existe uma nova cirurgia que é muito similar aos implantes mamários de silicone.
De facto, o recheio é deste material e a operação é simples, singela.
Apenas 45 minutos e vais para casa com o teu novo “amiguito” reestruturado e quiçá engordado.
A intervenção tem um custo à volta do 12/15.000 euros e está a fazer furor em Los Angeles.
Imagino que neste caso não só prima a auto-estima e a questão estética, mas também a profissional, porque não esqueçamos, ali está arreigada uma das sedes mais importantes da indústria do porno.
Não sei se o tamanho importa ou não.
É uma discussão que quase chateia mas os órgãos genitais sim, têm um sentido transcendental para muitos homens.
Da mesma maneira que os sexólogos não se cansam de explicar que o principal órgão sexual é o cérebro ou inclusive os nossos quatro quilos de epiderme.
O pénis manda em muitas relações humanas porque, como dizia no início, se preocupa os homens, alegra, excita ou entristece, ás mulheres também lhes diz respeito e que respeito.
Agora casos mais lamentáveis: 12% dos combatentes americanos no Iraque e Afeganistão perderam os seus órgãos genitais.
Isto é um assunto preocupante, tanto mais que o Hospital Universitário Johns Hopkins de Baltimore abriu uma linha de trabalho com a ideia de realizar 60 transplantes do pénis.
De facto, o primeiro transplante realizado com sucesso foi na África do Sul, em 2014.
O transplantado não só pôde retomar suas relações sexuais com total normalidade, como também este ano foi pai e tudo.
Este desafio médico de ajudar os ex-combatentes certamente que tem repercussões na população civil em breve.
Tudo é positivo, sempre que não cheguemos à obsessão cirúrgica.
Porque as obsessões não são boas.
E se não, que perguntem a Ant Smith, possuidor confesso de um micro pénis.
O que antes o angustiava, agora quase que não liga a isso.
Aprendeu a viver com o seu pénis de 10 centímetros, a falar dele com a comunidade e incluso a organizar a primeira grande festa do PénisPequeno, onde outros compatriotas britânicos se reuniram, presumivelmente, para falar sem tabus do seu corpo.
Mas o que é realmente um pénis pequeno?
O professor de psiquiatria David Veale, afirma que depois de uma exaustiva análise, chegou à conclusão que a maioria dos pénis “normais”, medem em média 9,31 cm no estado de flacidez.
Entendo que tanto faz o que escreva, como o que digam mulheres e outros homens sobre os pénis. A vós, machos de Portugal preocupar-vos-à sempre a saúde do vosso "colega" mas, façam favor, escapem dessa endogamia brutal de vocês e do vosso corpo.
Os corpos são importantes em função de quem os habita e como os habitam.
Ou pelo menos assim parece.
Mas não acreditem, porque as mulheres também se importam com a saúde e auto-estima daquela parte recôndida.
Também lhes diz respeito, claro.
Dizem elas:
“Não há nada melhor do que a espécime masculina que confessa sentir-se homem novamente depois de tantos anos e que é graças a ti.
Ao estar contigo”.
É bonito.
De verdade?
O sintoma é que se levantam contentes pela manhã que não é normal.
Que até se surpreendem.
As mulheres, ainda que o tragam escondido, também podem acordar com sensações parecidas.
Mas, verdadeiro, nada é tão evidente como aquilo que os “senhores” têm entre as pernas.
Por tudo isto, escrevo sobre o pénis, porque tenho uma boa notícia para todos aqueles complexados com a sua grossura, (diâmetro), ou tamanho, (comprimento).
Existe uma nova cirurgia que é muito similar aos implantes mamários de silicone.
De facto, o recheio é deste material e a operação é simples, singela.
Apenas 45 minutos e vais para casa com o teu novo “amiguito” reestruturado e quiçá engordado.
A intervenção tem um custo à volta do 12/15.000 euros e está a fazer furor em Los Angeles.
Imagino que neste caso não só prima a auto-estima e a questão estética, mas também a profissional, porque não esqueçamos, ali está arreigada uma das sedes mais importantes da indústria do porno.
Não sei se o tamanho importa ou não.
É uma discussão que quase chateia mas os órgãos genitais sim, têm um sentido transcendental para muitos homens.
Da mesma maneira que os sexólogos não se cansam de explicar que o principal órgão sexual é o cérebro ou inclusive os nossos quatro quilos de epiderme.
O pénis manda em muitas relações humanas porque, como dizia no início, se preocupa os homens, alegra, excita ou entristece, ás mulheres também lhes diz respeito e que respeito.
Agora casos mais lamentáveis: 12% dos combatentes americanos no Iraque e Afeganistão perderam os seus órgãos genitais.
Isto é um assunto preocupante, tanto mais que o Hospital Universitário Johns Hopkins de Baltimore abriu uma linha de trabalho com a ideia de realizar 60 transplantes do pénis.
De facto, o primeiro transplante realizado com sucesso foi na África do Sul, em 2014.
O transplantado não só pôde retomar suas relações sexuais com total normalidade, como também este ano foi pai e tudo.
Este desafio médico de ajudar os ex-combatentes certamente que tem repercussões na população civil em breve.
Tudo é positivo, sempre que não cheguemos à obsessão cirúrgica.
Porque as obsessões não são boas.
E se não, que perguntem a Ant Smith, possuidor confesso de um micro pénis.
O que antes o angustiava, agora quase que não liga a isso.
Aprendeu a viver com o seu pénis de 10 centímetros, a falar dele com a comunidade e incluso a organizar a primeira grande festa do PénisPequeno, onde outros compatriotas britânicos se reuniram, presumivelmente, para falar sem tabus do seu corpo.
Mas o que é realmente um pénis pequeno?
O professor de psiquiatria David Veale, afirma que depois de uma exaustiva análise, chegou à conclusão que a maioria dos pénis “normais”, medem em média 9,31 cm no estado de flacidez.
Entendo que tanto faz o que escreva, como o que digam mulheres e outros homens sobre os pénis. A vós, machos de Portugal preocupar-vos-à sempre a saúde do vosso "colega" mas, façam favor, escapem dessa endogamia brutal de vocês e do vosso corpo.
Os corpos são importantes em função de quem os habita e como os habitam.
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1 comentário:
Será que a ADSE paga a operação?
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