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Adelaide era uma mulher amargurada e profundamente ressentida com os seus pais por lhe porem um nome tão horrendo.
Era tão insuportável que o seu marido passava as noites no bar para não ter que a aguentar.
Adelaide sentia-se muito sozinha, estava tão cansada de ter de acariciar o “grão-de-bico” em solidão que aproveitou a visita do “botijeiro” e pastor, para assediá-lo.
Mas o pastor não era muito amigo dos plásticos e borrachas, assim, saltou-lhe para cima nu e descarregando o carregamento de leites, deixou Adelaide com um vespeiro de chatos e um bojitão ou balão chamado Heidi.
Passaram sete meses e os minúsculos insectos começaram a invadir o útero de Adelaide, de modo que Heidi, em risco de ficar raquítica, escapou do ventre materno rápida como o vento.
E justamente a tempo, porque os piolhos púbicos começavam a apoderar-se da sua mãe num esfregar de olhos.
Quando o pai de Heidi chegou a casa e viu o “espectáculo” pirou-se para comprar tabaco e nunca mais regressou, deixando a pequena com a sua atraente tia Dete, conhecida por mostrar as mamas em certas revistas masculinas.
Heidi passou uns anos muito maus no colégio.
As suas colegas chamavam-lhe anã e os poucos amigos que tinha passavam mais tempo a olhar as mamas da sua tia do que a brincar com a Heidi aos médicos, assim abriu o “minibar” e apanhou tal carraspana que ficou com as bochechas enrubescidas para toda a vida.
Além disso, Heidi tinha uma voz de cana rachada tão estridente que Dete começou a perder o juizo, assim pegou na jovem e vendeu-a a um velho, das montanhas verdes, por trinta dinheiros.
O idoso ficou conhecido pelo “o avô”, célebre pedófilo dos Alpes Suiços.
Heidi passava os días encerrada num celeiro sem poder ir à escola, e volta e meia o velho visitava-a para dar-lhe um pouco do seu leite recém ordenhado por ela.
Também a obrigava a praticar todo o tipo de preversões onde se incluia Joseff, um S. Bernardo e, se se portava bem, era compensada com um "charro" de “Neve Branca”, a melhor droga das redondezas.
Passou tanto tempo ali que Heidi sofría do Síndroma de Estocolmo e assim, ela e “o avô” pareciam uma autêntica família.
Chegou aos ouvidos do pastor Peter que o pederasta tinha uma nova jovem na sua cabana, assim subiu ao alto da montanha e espreitou através dum postigo do celeiro.
Peter tinha passado meia vida espiando no duche a sua avó, e a sua única experiência sexual, até aquele momento, tinha que ver com uma cabra.
A jovem que tinha pela frente, era da sua idade e ainda que não fosse muito bonita e usasse cuecas tipo “coulotte”, não encontraria nada mais apelativo num raio de dez quilómetros das redondezas, assim, congratulou-se pela oportunidade, baixou as calças e esfregou fortemente a “sardinha para sacar todo o escabeche”.
Mas Dete regressou.
Tinha ido fazer compras ao Bershka e quando foi para pagar descobriu que o dinheiro do “avô” era mais falso que umas sapatilhas Puma feitas no Vale do Ave.
Assim, sacou da Heidi e levou-a a um bordel clandestino da grande cidade para ganhar a vida como tinha aprendido nas montanhas.
O prostíbulo era regido por uma tal senhorita Rottenmeier, uma dominatrix dura, mas de bom coração que combateu a necessidade de coca da Heidi à base de látego.
Ali também vivia Clara, uma jovem da Europa do Leste com quem Heidi cimentou uma boa amizade.
Clara foi outrora a estrela do local, tinha tanto êxito que trabalhava sem descanso, até que numa noite chegou um moçambicano demasiado impetuoso que a deixou em cadeira de rodas.
Clara chorava copiosamente sem parar.
Desde o seu fatídico acidente já nenhum cliente solicitava os seus serviços e tanto que ela adorava ser papada.
Heidi que começava a sentir-se atraída pela Clara, decidiu animá-la e levou-a numa viagem romântica até à montanha onde conheceria “o avô”.
O velho, que não entendia de tabus, tratou de violá-la logo que lhe colocou os olhos em cima.
Clara, aterrorizada pelo depravado velho, levantou-se e... deitou a correr como o diabo foge da cruz, recuperando da sua deficiência por motivo de força maior.
Finalmente Clara arrojou-se nos braços da Heidi, graças a ela podia caminhar outra vez.
As duas jovens rebolaram-se colina abaixo e esfregaram-se uma na outra, toda a noite, na maior libertinagem lésbica.
Peter observava a partir do matagal, masturbando-se em silêncio.
Adelaide era uma mulher amargurada e profundamente ressentida com os seus pais por lhe porem um nome tão horrendo.
Era tão insuportável que o seu marido passava as noites no bar para não ter que a aguentar.
Adelaide sentia-se muito sozinha, estava tão cansada de ter de acariciar o “grão-de-bico” em solidão que aproveitou a visita do “botijeiro” e pastor, para assediá-lo.
Mas o pastor não era muito amigo dos plásticos e borrachas, assim, saltou-lhe para cima nu e descarregando o carregamento de leites, deixou Adelaide com um vespeiro de chatos e um bojitão ou balão chamado Heidi.
Passaram sete meses e os minúsculos insectos começaram a invadir o útero de Adelaide, de modo que Heidi, em risco de ficar raquítica, escapou do ventre materno rápida como o vento.
E justamente a tempo, porque os piolhos púbicos começavam a apoderar-se da sua mãe num esfregar de olhos.
Quando o pai de Heidi chegou a casa e viu o “espectáculo” pirou-se para comprar tabaco e nunca mais regressou, deixando a pequena com a sua atraente tia Dete, conhecida por mostrar as mamas em certas revistas masculinas.
Heidi passou uns anos muito maus no colégio.
As suas colegas chamavam-lhe anã e os poucos amigos que tinha passavam mais tempo a olhar as mamas da sua tia do que a brincar com a Heidi aos médicos, assim abriu o “minibar” e apanhou tal carraspana que ficou com as bochechas enrubescidas para toda a vida.
Além disso, Heidi tinha uma voz de cana rachada tão estridente que Dete começou a perder o juizo, assim pegou na jovem e vendeu-a a um velho, das montanhas verdes, por trinta dinheiros.
O idoso ficou conhecido pelo “o avô”, célebre pedófilo dos Alpes Suiços.
Heidi passava os días encerrada num celeiro sem poder ir à escola, e volta e meia o velho visitava-a para dar-lhe um pouco do seu leite recém ordenhado por ela.
Também a obrigava a praticar todo o tipo de preversões onde se incluia Joseff, um S. Bernardo e, se se portava bem, era compensada com um "charro" de “Neve Branca”, a melhor droga das redondezas.
Passou tanto tempo ali que Heidi sofría do Síndroma de Estocolmo e assim, ela e “o avô” pareciam uma autêntica família.
Chegou aos ouvidos do pastor Peter que o pederasta tinha uma nova jovem na sua cabana, assim subiu ao alto da montanha e espreitou através dum postigo do celeiro.
Peter tinha passado meia vida espiando no duche a sua avó, e a sua única experiência sexual, até aquele momento, tinha que ver com uma cabra.
A jovem que tinha pela frente, era da sua idade e ainda que não fosse muito bonita e usasse cuecas tipo “coulotte”, não encontraria nada mais apelativo num raio de dez quilómetros das redondezas, assim, congratulou-se pela oportunidade, baixou as calças e esfregou fortemente a “sardinha para sacar todo o escabeche”.
Mas Dete regressou.
Tinha ido fazer compras ao Bershka e quando foi para pagar descobriu que o dinheiro do “avô” era mais falso que umas sapatilhas Puma feitas no Vale do Ave.
Assim, sacou da Heidi e levou-a a um bordel clandestino da grande cidade para ganhar a vida como tinha aprendido nas montanhas.
O prostíbulo era regido por uma tal senhorita Rottenmeier, uma dominatrix dura, mas de bom coração que combateu a necessidade de coca da Heidi à base de látego.
Ali também vivia Clara, uma jovem da Europa do Leste com quem Heidi cimentou uma boa amizade.
Clara foi outrora a estrela do local, tinha tanto êxito que trabalhava sem descanso, até que numa noite chegou um moçambicano demasiado impetuoso que a deixou em cadeira de rodas.
Clara chorava copiosamente sem parar.
Desde o seu fatídico acidente já nenhum cliente solicitava os seus serviços e tanto que ela adorava ser papada.
Heidi que começava a sentir-se atraída pela Clara, decidiu animá-la e levou-a numa viagem romântica até à montanha onde conheceria “o avô”.
O velho, que não entendia de tabus, tratou de violá-la logo que lhe colocou os olhos em cima.
Clara, aterrorizada pelo depravado velho, levantou-se e... deitou a correr como o diabo foge da cruz, recuperando da sua deficiência por motivo de força maior.
Finalmente Clara arrojou-se nos braços da Heidi, graças a ela podia caminhar outra vez.
As duas jovens rebolaram-se colina abaixo e esfregaram-se uma na outra, toda a noite, na maior libertinagem lésbica.
Peter observava a partir do matagal, masturbando-se em silêncio.
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