O VIDEIRINHO

segunda-feira, janeiro 22, 2007

COISAS ANTIGAS do antigamente ...


Alguém ainda se lembra ?

Antigamente, na Idade Média, a maioria das pessoas casava-se no mês de Junho, (início do Verão), porque, como tomavam o primeiro banho do ano em Maio, em Junho, o cheiro ainda estava mais ou menos ... (mais para menos ..., safa !!).
Entretanto, como já começavam a exalar alguns "odores", as noivas tinham o costume de carregar bouquets de flores junto ao corpo, para disfarçar, (o início dos maus cheiros).
Assim, temos o Maio como o "mês das noivas" e a origem do “bouquet”.
Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois, sem trocar a água, (reparem que rico molho!), vinham os outros homens da casa por ordem de idade, seguiam-se as mulheres, também por idades e, por fim, as crianças.
Os bebés eram os últimos a tomar banho, portanto! Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível perder um bebé lá dentro.
É daí que vem a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não deite fora o bebé juntamente com a água do banho", que hoje se usa para os mais
apressados ...
Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais se aquecerem: cães, gatos e outros animais de pequeno porte como ratos e besouros.

Quando chovia, começavam as goteiras ... os animais fugiam da água.
Assim, a nossa expressão "está a chover a cântaros" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs".
Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.
Aqueles que tinham dinheiro, possuíam "loiça" de estanho. Certos tipos de alimentos como o tomate, oxidavam o material, o que fazia com que muitos morressem envenenados, (os hábitos higiénicos da época não eram lá grande coisa ... ou pura e simplesmente eram inexistentes). Daí que durante muito tempo o tomate foi considerado como venenoso.

Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque.
Essa combinação, por vezes, deixava o indivíduo "K.O."(numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho).
Quem passasse pela rua pensava que o fulano estava morto, recolhia o corpo e preparava-se o enterro. (Era tiro e queda !) O "defunto" era então colocado sobre a mesa da cozinha (genial ideia, não?!) por alguns dias (DIAS?!) e a família ficava ao seu redor, em vigília, comendo, bebendo (que borga!) e esperando para ver se o morto acordava ou não.
Daí surgiu a vigília do caixão ou velório, que em inglês se diz Wake, de "acordar".

A Inglaterra é um país pequeno e nunca houve espaço suficiente para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos retirados e encaminhados para ossários e, o túmulo era utilizado para outro infeliz. (A ISTO, pessoal, chama-se Reciclagem!!).
Por vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele
morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto ( esta é o máximo!!! ), tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava presa a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias.
Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", como usamos hoje.
Não teria sido mais viável, enterrarem os corpos com uma das mãos de fora ?


Curiosidade:

- O dia 4 de Maio ficou marcado como sendo o único em que isto aconteceu ou acontecerá, durante a nossa existência:

À 1:00 da manhã, 2 minutos, e 3 segundos de quarta-feira, 4 de Maio, 2006 :

01:02:03 04/05/06

- as horas, o dia e o ano, formam assim, uma sequência perfeita.

Mais esta:

Se uma dama diz "não", ela quer dizer "talvez",

se ela diz "talvez", ela quer dizer "sim" e
se ela diz "sim", então ela não é uma dama!

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