

A cor que transmitimos visualmente, pois a cor interior do sentimento individual, é uma cor, não incolor, mas sem cor.
Por exemplo os mexicanos, no seu “Dia de Muertos”, começam-no, com comida.
Entre muitas iguarias que são típicas desse dia, as mais comuns e apreciadas são umas caveiras sorridentes, feitas de açúcar ou de chocolate, enfeitadas com lantejoulas e onde colocam o nome dos familiares falecidos.
A festa desse dia tem praticamente como símbolo a caveira, pois vêem-se por todo o lado, com enormes “sombreros” enfeitados de plumas ou flores.
No livro “Labirinto de Solidão”, do Nobel, Otávio Paz, afirma o escritor que em poucos locais do mundo podemos assistir a um espectáculo parecido ao que ocorre neste dia no México.
É sem dúvida a maior celebração religiosa deste povo tão alegre e festivaleiro.
Uns choram, outros riem, a lei natural da vida no seu normal esplendor.
A cor do luto varia entre os diversos países.
Alguns exemplos:
Na EUROPA, no JAPÃO e no BRASIL, usa-se o preto, que é a privação da luz. Mas no JAPÃO, também se usa o branco, assim como na EUROPA.
Em TIMOR e na CHINA, o branco, que evoca o silêncio, a leveza e a paz.
Na SÍRIA, o azul celeste, cor do Céu, para onde se deseja que os mortos vão.
No ETIÓPIA, o cinza, cor em que se convertem os cadáveres.
Na ÁFRICA DO SUL, o vermelho, que é a cor do fogo, que consome os corpos.
Na ÍNDIA, o castanho ou o branco.
No EGIPTO, o amarelo, a cor das folhas secas, que representam o fim da vida, pois essa é a cor das plantas, quando morrem.
Na TAILÂNDIA, é o roxo.
No IRÃO, o azul.
1 comentário:
Em Timor a cor do luto é o Branco!
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