O conceito do amante apaixonado, homem ou mulher, que não é capaz de aceitar a ruptura e que faz o impossível para manter a relação com o seu parceiro, é conhecido.
Sucede, quando inevitavelmente um dos membros do casal, cansado pelo desgaste da relação, decide que é chegado o momento de dissolver o vínculo.
Nalguns casos, o outro membro do casal pode sentir-se aparentemente surpreendido pela ruptura.
Tenta iludir a realidade, enganando-se a si mesmo e não é capaz de aceitar que a relação acabou.
Em muitos, não é o sentimento amoroso o que se move a preservar o vínculo, mas sim o amor que passa a um plano secundário e entram em jogo o apego e a dependência.
Isto acontece e pode ocorrer em pessoas bastante dependentes e além do mais que têm uma baixa tolerância à frustração.
Assim, a pessoa obsidiada pelo seu ex, por um lado, tenta que a vida seja igual; como se dessa maneira pudesse conseguir mudar a realidade, quando o que ocorre é que se está negando e se engana a si mesma: chama amor ao que na realidade é dependência e apego.
Do filme, "Império dos Sentidos"
Nalgumas ocasiões, a sua obsessão leva-o a forjar planos que têm em vista perpetuar e manter vínculos ao parceiro, de uma maneira ou de outra.
Talvez no início comecem por intentar gerar situações subtis, românticas, idílicas …
Aliás, quando se dão conta de que o seu ex não está para trabalhar e de que não lhes segue o jogo, é capaz de urdir estratégias que demonstrem que renunciam a aceitar a rotura.
O mais trágico é que se nega a refazer a sua vida, por onde, intenta por todos os meios que o seu parceiro tão-pouco a refaça.
Aprisionaram-se ao passado … a uma quimera.
O cúmulo dos amores obsessivos dá-se quando as duas pessoas contribuem e continuam a acreditar na relação dependente e obsessiva.
Nestes casos, a relação dos parceiros ou casal tende a ser doentia e destrutiva e nenhum dos membros é capaz de mudar a situação ou terminar a relação.
Tendem a ser relações patológicas e bastante tormentosas para ambos.
Talvez no início comecem por intentar gerar situações subtis, românticas, idílicas …
Aliás, quando se dão conta de que o seu ex não está para trabalhar e de que não lhes segue o jogo, é capaz de urdir estratégias que demonstrem que renunciam a aceitar a rotura.
O mais trágico é que se nega a refazer a sua vida, por onde, intenta por todos os meios que o seu parceiro tão-pouco a refaça.
Aprisionaram-se ao passado … a uma quimera.
O cúmulo dos amores obsessivos dá-se quando as duas pessoas contribuem e continuam a acreditar na relação dependente e obsessiva.
Nestes casos, a relação dos parceiros ou casal tende a ser doentia e destrutiva e nenhum dos membros é capaz de mudar a situação ou terminar a relação.
Tendem a ser relações patológicas e bastante tormentosas para ambos.
Um filme que mostrou claramente como um amor se pode converter em obsessivo é "Atracção Fatal", com Michael Douglas e Glenn Close.
Aí podem ver-se alguns dos problemas que derivam quando uma pessoa se obsessiona por outra.
Agora a tua introspecção:
Conheceste algum amor obsessivo?
Calhou-te a ti vivê-lo?
Qual é a tua experiência a este respeito?
O que se pode fazer ante um amor obsessivo?
.
5 comentários:
Vi o Império dos Sentidos. É um filme super forte e dá o que pensar. Acho que amor e obsessão estariam quase de mãos dadas, se não fosse a sensatez.
Conheceste algum amor obsessivo?
Sim. Mas ela fugiu para os Estados Unidos e ele nunca mais a viu. Entretanto, conseguiu lhe roubar o filho. Sofreu o pão que o diabo amassou, mas conseguiu o filho de volta.
Calhou-te a ti vivê-lo?
Graças a Deus, nao!
Qual é a tua experiência a este respeito?
Nenhuma.
O que se pode fazer ante um amor obsessivo?
Cortava o mal pela raiz. Não pertenço nem a mim mesma. Sou essência.
JOICE WORM
Eu não estou aqui a responder.
Estou na cama a curar-me que amanhã vou fazer uns exames e na quarta-feira a mesma coisa.
Vi a gueixa, (geisha), de Nagisa Oshima, no Império dos Sentidos, que já não recordo o nome e a voragem de amores que levam á morte. No Japão.
Foi um amor(????) obsessivo ... ao extremo ... que terminou numa morte.
O que mais existe para aí é gente com esse tipo de doença! Obsessão. E muitos deles nem a admitem, evidentemente. Deviam tratar-se...beijos.
eu vivo esse drama sou casada há 20 anos com um homem agressivo q diz q me ama mais eu sei q não é amor e sim obsseção ele fais td por mim tudo eu estou em primeiro lugar pra ele como se eu fosse o ar q ele respira mais me sufoca não deixa eu sair sozinha vive me controlando e diz q só quer cuidar de mim tem ciumes de mim até com crianças ele fala q não quer me dividir com ninguem nem mesmo com os filhos e se eu falo q ele ta me sufocando ele nem liga e continua fasendo se eu falar em separação ele se transforma quer me agredir e diz q não vive sem mim eu tenho muito medo dele oq faço...
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