O VIDEIRINHO

quarta-feira, outubro 29, 2008

DOENÇA ou INVENÇÃO - TANOREXIA ???

. Este Verão, a noticia sobre uma nova enfermidade, a tanorexia, (do verbo inglês, "to tan - bronzear), descreve-se como um vício ao sol ou a estar bronzeado, apareceu em diversos meios de comunicação social.

A primeira vez que ouvi falar sobre ela, foi num programa de televisão, num canal espanhol e a partir daí andei a indagar … sobre a enfermidade.

Olho bem aberto com o sol.

Procurei inteirar-me, mais ou menos bem, acerca da tanorexia, se a mesma é uma enfermidade de carácter fisiológico ou simplesmente uma dependência social, (a nossa auto-estima melhora ao ter um aspecto bronzeado), para o qual consultei diversa bibliografia.

No ano de 2004 foi publicado um artigo na Revista Americana de Dermatologia, onde se comprovava que a exposição à radiação ultra violeta é um estímulo de amparo - dependência biológica - em pessoas que frequentam as cabinas de bronzeamento, solários.

O mesmo é dizer que, quem vai regularmente ao solário, nota efeitos benéficos depois da exposição.

Tudo isto se baseia na teoria pela qual haveria um mecanismo biológico: a exposição solar poderia contribuir para a libertação de endorfinas que nos fazem sentir melhor, como se fossem umas "hormonas de bem-estar".

Claro que há que ter em conta, diz o estudo, que se incluíram 12 pessoas que iam ao solário "aos raios UVA", de 8 a 15 vezes por mês!

Neles pode-se comprovar, que distinguiam quais as máquinas que emitiam ultravioletas e as que não os emitiam e que depois da exposição à radiação, o seu estado de ânimo melhorava e ficavam menos tensos.


Há outros estudos que relacionam a dependência "ao sol" com os opiáceos e que também evidenciam o carácter fisiológico deste vício.

Mas os estudos são ainda poucos e com um número muito reduzido de indivíduos incluídos.

Qual a conclusão de tudo isto?

Na realidade a tanorexia não é um sintoma descrito oficialmente pela comunidade médica, mas sim, que foi utilizada (?), pelos meios de comunicação social, (?).

Nesta fase entra o endeusamento dos médicos, que tudo sabem e tudo controlam, debaixo da "pata" dum dirigente que reina num reino de impunidades.

Quando não sabem, nada é autorizado, mesmo que provado e comprovado há milénios …

É claro que devem fazer falta mais estudos e investigação para demonstrar que a dependência do bronzeado é fisiológica.




O que não há dúvidas nenhumas, é que existe uma dependência social, (só grave, em casos pontuais), para se ficar moreno: o aspecto saudável faz com que nos sintamos mais seguros, além de que, alguns o interpretam como um indicador de classe social, já que o bronzeado é associado ao ócio e ás férias.



Por estas razões há pessoas que querem passar todo o ano bronzeadas, mas daí a que a comunidade médica descreva a tanorexia como uma enfermidade vai uma longa distância.


Em qualquer caso e mais com os produtos auto-bronzeadores e as maquilhagens, (máscaras), o importante é minimizar a exposição ao sol, utilizar cremes foto protectores, de acordo com a pigmentação da pele e EVITAR AS CABINAS DE BRONZEADO !!!


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7 comentários:

Anónimo disse...

Eu para as cabines de bronzeado não vou de certeza.Aquilo deve provocar claustrofobia.E se o aparelho avariar uma pessoa pode sair de la esturricada.Não! Prefiro um banho de sol ao natural!

xistosa, josé torres disse...

Scrapie

Pois foi aí, numa cabine dessas que me passou a dor de cabeça.
Coincidência?
A esposa dum grande amigo, até no domingo ligou as máquinas só para mim.
Talvez passe a acreditar mais nas MEDICINAS ALTERNATIVAS.

Também prefiro o sol ao natural ... é que depois há o mar quente!

O único mal da cabine é esturricar a salsicha!

inespimentel disse...

A mim ninguém me tira que se é doença é doença de atrasados mentais... não têm mesmo mais nada que fazer então adoecem por coisas bem tolas... já estou como o outro dos contemporaneos... vão mas é trabalhar... querem aparecer, façam qualquer coisa de útil pela sociedade...aquele bronzeado induz a uma falsidade irritante, sol, ar livre praia... afinal, uma caixa, luz artificial, dinheiro enfim acho uma anormalidade.

inespimentel disse...

A mim ninguém me tira que se é doença é doença de atrasados mentais... não têm mesmo mais nada que fazer então adoecem por coisas bem tolas... já estou como o outro dos contemporaneos... vão mas é trabalhar... querem aparecer, façam qualquer coisa de útil pela sociedade...aquele bronzeado induz a uma falsidade irritante, sol, ar livre praia... afinal, uma caixa, luz artificial, dinheiro enfim acho uma anormalidade.

Angela Ladeiro disse...

Não conhecia o nome, mas sim todo o envolvente. A mim, não me deixará vicio, pois sou alérgica ao sol e portanto muito branca e gosto de me ver assim! Passo o tempo em zonas de sol com protecção máxima! Fujo dele a sete pés...Gosto mais da neve.

xistosa, josé torres disse...

inespimentel

É caricato mas é verdade.

Foi mesmo num solário que me passou a dor de cabeça.
Terá sido do solário?
Ou como normalmente tem sucedido, aparecem e desaparecem, estas dores.

Até no domingo, a esposa dum grande amigo ligou as máquinas.

Que fiquei bom. Fiquei!
Se foi duma coisa ou da natureza, não sei.
Sei que estou vivo, que vou ter que andar no estomatologista, até ele se cansar ...
Comprei umas "montras" novas, que ainda nem as fui buscar.
para além doutros especialistas.

mas o que quero mesmo é acordar todos os dias com os dedos dos pés a mexer ... o resto já esqueci.
Passou ou passou-se.

xistosa, josé torres disse...

Angela Ladeiro

Sabe que a neve, se o sol brilhar é pior que o sol directo?
Numa praia há sempre raios reflectidos e reflectores, mas na neve é ou são muito piores.

Sou totalmente ao contrário.
Só gosto de sol.
A 1200 km de casa, um casal amigo encontrar-me numa praia é obra!

Só sabiam que o guarda sol mais perto da água era o meu e que ás 9 horas já estava na praia.
Encontraram-me era meio dia, já estava a arrumar as coisas para regressar ao Hotel.
Só faço praia de manhã e cedinho!

Neve só se for no gelo com qualquer bebida apropriada.

(estou a brincar, pois não gosto de whisky e das outras bebidas, talvez um Gin, mas carregado de água tónica.