E quando a verdade é veradeira, com certeza que tem rigor, exactidão, precisão e paciência. Verdadeiramente é o que se costuma dizer familiarmente, verdade verdadíssima.
Cuidado que a internet prega-nos partidas. Sempre um olho no burro e outro no cigano. Se o burro enxotar as moscas, é porque está vivo. Talvez o cigano queira fazer negócio. Aí sim, Que alegria!!! Mas é se necessitamos dum burro ...
Não é humor negro, (tive um caso num familiar muito chega, quase tanto que quase era mãe, porque era irmã da mãe e casou com o meu pai, quando a mãe morreu, tinha eu cerca de 5 anos.) Foram anos que não desejo a ninguém.
Mas não acredito na memória ... nem em coisas que não sejam palpáveis ... apesar da amizade ser um "halo" que se pode sempre comensurar.
11 comentários:
Verdadeiramente verdade!
José Torres
Pensei, pensei em volta... és capaz de estar a ser razoável. Mesmo equacionarei melhor o assunto!
Um abraço,
Daniel
Bingo!
Por lógica, não posso mais te esquecer... Então... Somos amigos!
Que alegria!!
Nada mais puro, amigo José.
Para si:
http://img152.imageshack.us/img152/362/selohs3.jpg
http://desabafos-solitarios.blogspot.com/
Peciscas
E quando a verdade é veradeira, com certeza que tem rigor, exactidão, precisão e paciência.
Verdadeiramente é o que se costuma dizer familiarmente, verdade verdadíssima.
Daniel
Quanto mais pensamos, mais nos confundimos.
Mas amigos, considero alguns que não conheço pessoalmente, mas que não esqueço.
JOICE WORM
Cuidado que a internet prega-nos partidas.
Sempre um olho no burro e outro no cigano.
Se o burro enxotar as moscas, é porque está vivo.
Talvez o cigano queira fazer negócio.
Aí sim, Que alegria!!!
Mas é se necessitamos dum burro ...
Bill Stein Husenbar
Este é o meu mundo.
estes são, (por enquanto) os meus amigos.
Adorei gostava que fosse a arte-e-ponto.blogspot.com
porque a memória e sabiamente selectiva
beijos
Carla
E quem sofre de Alzheimer?
Não é humor negro, (tive um caso num familiar muito chega, quase tanto que quase era mãe, porque era irmã da mãe e casou com o meu pai, quando a mãe morreu, tinha eu cerca de 5 anos.)
Foram anos que não desejo a ninguém.
Mas não acredito na memória ... nem em coisas que não sejam palpáveis ... apesar da amizade ser um "halo" que se pode sempre comensurar.
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