Nunca discriminei ninguém. É uma brincadeira como outra qualquer. Recebo sempre bem todos. Se soubesse, tinha deixado um cálice de vinho do Porto ... mas talvez seja melhor assim, porque com o "balanço", podia cair ao mar ...
Escrever, escrevinhar muito, é fácil, o dificil é dizer muito numa linha. Escrevê-la invisível também se consegue. Na Segunda Grande Guerra Mundial, passaram mensagens escritas com sumo de limão. Não se vislumbravam, até que as passassem por uma chama, que as revelava. Um abraço, Daniel
As palavras são levadas pelo vento e, hoje em dia, as palavras valem pouco. Há muita falta de palavra. Ainda me lembro do tempo da honra da palavra dada!
Bem paciência... um linha só dá, há palavras que eu bem as dispensava...
Beijinhos,
Graça Mello
PS. Alguém falou em vinho? Também quero! Vamos festejar a amizade virtual!
Nunca soube se se escrevia na de cima se na de baixo. Por vezes nem os trabalhos fazia, tal a dúvida instalada. Por isso também nunca lhe dei valor. Quem lhe dava e ficava bravo, era o meu prof. ... esqueci o nome. E só sabia ensinar-nos com a palmatória ... Que grandes tempos, em que nos ajoelhávamos aos mestres ... Agora chegou a hora da vingança ...
Não me leve a mal com o que vou dizer. Mas eu sou assim, nasci assim, serei assim e morrerei assim ... Na grande guerra estava protegido ... ainda não era nascido!
(digo que estava protegido, mas o meu pai jogava râguebi, andebol de 11 e outros desportos).
Quando era adolescente, era com um cigarro aceso que avivávamos as mensagens.
Só prometo e a quem está lomge. É que colecciono garrafas de vinho do Porto e outras ... ao fim e ao cabo, de tudo, mas as de licores, só se forem de feitios esquisitos.
Mas arranja-se sempre um cálice dum bom Porto. É que tenho que abrir uma garrafa, beber mais de metade, para arranjar coragem e ir até Manchester, visitar o meu filho que todos os dias me inferniza o juízo, pelo Skype.
10 comentários:
...quer dizer que só porque sou
brasileira tive livre acesso na tua casa, sem ser enxotada
a os gritos?
affff que medooooooo..rsss
ainda bem que me comportei
direitinho, né?
obrigada pela visita lá em casa.
fui...
mas volto...
se você deixar, é claro!
bjs
...e esta história do gordo,
é piada ou ousadia dele?
Vivian
Nunca discriminei ninguém.
É uma brincadeira como outra qualquer.
Recebo sempre bem todos.
Se soubesse, tinha deixado um cálice de vinho do Porto ... mas talvez seja melhor assim, porque com o "balanço", podia cair ao mar ...
Fica o perfume!
...pois então, bebamos do vinho
como que a selar uma amizade
via mouse, mas nem por isso
sem desprovida de sentimentos
verdadeiros.
bebamos à magia dos blogs mundo
afora que nos permite falar com
a alma e coração...
nem que você quisesse passaria
por uma pessoa deselegante.
entendi sua brincadeira, e cá
estou para reafirmar...
não tenho medo de você...hunffff
kkkkkkk
bjs
Oh, e os cadernos de duas linhas? Que falta fazem...
José Torres
Escrever, escrevinhar muito, é fácil, o dificil é dizer muito numa linha.
Escrevê-la invisível também se consegue. Na Segunda Grande Guerra Mundial, passaram mensagens escritas com sumo de limão. Não se vislumbravam, até que as passassem por uma chama, que as revelava.
Um abraço,
Daniel
As palavras são levadas pelo vento e, hoje em dia, as palavras valem pouco. Há muita falta de palavra. Ainda me lembro do tempo da honra da palavra dada!
Bem paciência... um linha só dá, há palavras que eu bem as dispensava...
Beijinhos,
Graça Mello
PS. Alguém falou em vinho? Também quero! Vamos festejar a amizade virtual!
Táxi Pluvioso
Nunca soube se se escrevia na de cima se na de baixo.
Por vezes nem os trabalhos fazia, tal a dúvida instalada.
Por isso também nunca lhe dei valor.
Quem lhe dava e ficava bravo, era o meu prof. ... esqueci o nome.
E só sabia ensinar-nos com a palmatória ...
Que grandes tempos, em que nos ajoelhávamos aos mestres ...
Agora chegou a hora da vingança ...
Vivian
Aqui é assim.
Como ando cheio de trabalho, não páro para pensar ... mas recebo todos de igual modo.
Então que os ratos, (mouses), se unam, mas não comam o queijo todo.
Também não tenho medo.
Enquanto houver este grande rio salgado, o Atlântico, a defender-me!
Daniel
Não me leve a mal com o que vou dizer.
Mas eu sou assim, nasci assim, serei assim e morrerei assim ...
Na grande guerra estava protegido ... ainda não era nascido!
(digo que estava protegido, mas o meu pai jogava râguebi, andebol de 11 e outros desportos).
Quando era adolescente, era com um cigarro aceso que avivávamos as mensagens.
Mello
Só prometo e a quem está lomge.
É que colecciono garrafas de vinho do Porto e outras ... ao fim e ao cabo, de tudo, mas as de licores, só se forem de feitios esquisitos.
Mas arranja-se sempre um cálice dum bom Porto.
É que tenho que abrir uma garrafa, beber mais de metade, para arranjar coragem e ir até Manchester, visitar o meu filho que todos os dias me inferniza o juízo, pelo Skype.
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