O VIDEIRINHO

quarta-feira, novembro 05, 2008

MUITAS "TIPO- GRAFIAS"


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IMAGEM RETIRADA DAQUI


É muito possível que como usuário te "amanhes" com umas pouco frequentes fontes no teu computador.

"Sans", para o ócio, e o desenfadado "Arial", para assuntos de trabalho.

O "Times" para escrever longos documentos … e pouco mais.

Aliás, o mundo da tipografia é vago e extenso, milhares de páginas dedicadas ás letras que inundam a rede, estudiosos que dedicam toda uma vida a aprofundar num mar de conhecimento que apenas influi na nossa sociedade … ou se influi?

Os designers e directores de arte sabem bem que a eleição da tipografia é um importante condicionante do êxito.

Dificilmente um desenho pobre poderá salvar-se por escolher a letra adequada e aliás, podemos arruinar a melhor das ideias com uma escolha falida.

Há centos de livros, blogs e reflexivos estudos sobre o significado e a utilidade da letra nas mensagens escritas.

Incluso revistas específicas sobre o tema e até livros.

A tipografia aporta valores à mensagem, ou pode traduzir sensações equívocas ou inclusivamente contraditórias com o conteúdo do que se escreve.




IMAGEM RETIRADA DAQUI



Elegância, estilo, modernidade, euforia sossego, diversão, velocidade, classicismo, antiguidade, perigo, acção … qualquer destes valores e muitos mais, podem reforçar-se se forem escritos com a letra adequada.

Não é fácil identificar qual a letra que há-de corresponder e qual o significado para o que se escreveu e ainda que se medite muito a esse respeito, no final chega-se à conclusão de que a intuição e a experiência são os ingredientes para o êxito por falta de receitas mágicas e fórmulas consensuais.

Fica então para os profissionais e experts o uso adequado dos tipos, em função das mensagens?

Não necessariamente.

Pelo menos é isso que pensa o designer holandês, Lars Willem Veldkampf.

E assim na sua página no Flickr, propõe um exercício simples e interessante, não isento de humor, que pode ajudar-nos a associar os diferentes tipos de letra, com sensações, conteúdos e significados.

Chamou-lhe, Typocalypse e pode ser uma ajuda para quem deseje dizer mais, sem utilizar mais palavras.


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3 comentários:

Daniel disse...

José Torres

Falar de tipografias, de todas as artes gráficas em geral, afinal o um mundo que me preendeu, acaba por ser de uma simplidade mederna. O meio que mais se medernizou nos última metade do século passado. Por exemplo paginei e montei, posso contabilizar estas, 257 revista e nunca prcisei de fazer qualquer recomendação pessoal a impresores ou chefes de oficina. Apenas recomendar pressa e conseguia-a porque, estava tudo indicado, não havia mas!
Sabia também as cores (sei) pela películas, que são a preto, evidentemente, pela inclinação das redes.
Mas fica com esta, há bons artistas laneadores gráficos que sabem bem escolher o tipo de letra e a cõr adequada para cada tipo de trabalho.
Os computadores, não são mais do que uma emanação da evoluçáo tecnológica dos grafismos. Imagina que logo no meu início de editor a composição já era computadoridizada, talvez na primeira gráfca a usar o sistema em Lisboa. Se acompanhares o meu "Lisboa Café", talvez fiques com agumas noções.
Arquitectos, são do piorio, para noções para acompanhar trabalhos gráficos. Como sabem de arquitectura, ficam muito admirados de o trabalho gráfico ser extremamente diferente da arquitectura. Querem que as dimensões sejam as que entendem e mandar a regra das poporções às malvas, depois fazem ah... há...há... Esquecem que só pode ser auxiliar.
Um abraço,
Daniel

Táxi Pluvioso disse...

Uso o Times para tudo.

Paula Raposo disse...

Um assunto bastante interessante.