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FAZ SENTIDO... "Se, apenas limpar as mãos com álcool, se elimina o risco do vírus da gripe, ingerindo bebidas alcoólicas, então, ele nem chega perto !!!" Todo mundo já para a tasca fazer profilaxia! Aos abstémios: façam um esforço, é uma questão de saúde públicaFazendo uma abordagem própria e uma alusão mordaz sobre a gripe, que é (ou foi-se) como o anti-ciclone dos Açores, que nos põe a inclemência das chuvas, os arrepios ou tremeliques, a expectoração e essa bronquite portuária que têm todos os marítimos e marinheiros, de contramestre para cima.
Antes de nos colocar a todos com o urinol debaixo da cama, os nossos guardiães da saúde decidiram que a gripe nos ia apanhar com o passo trocado.
Perante a situação de apuros que passavam os nababos da indústria farmacêutica, com quedas astronómicas nas bolsas, os maiorais dos diversos países convocaram reuniões, empanturraram-se de vinho e presunto, digo, chá e torradas, e decidiram, por unanimidade, dar uma mãozinha e pactuar com a compra maciça da milagrosa vacina que nos manteria a todos sãos como um pêro e livres da terrível pandemia que foi “decretada” por critérios absolutamente “científicos”.

Para não nos chamarem pobretões, os nossos, também, guardiães do templo, das nossas vidas, não ficaram mal nas fotos.
Encomendaram seis milhões de doses, (quarenta e cinco milhões de euros), para vacinar três milhões de pessoas, que afinal foram só dois milhões de doses, que, mesmo assim, custaram milhões que se vão juntar aos milhões da campanha publicitária e aos milhões que se deitaram para o lixo, porque o pessoal fez um manguito aquele ferro a entrar pelas entranhas do braço.
Agora verifica-se que o alarmismo, que partiu da Organização Mundial de Saúde (OMS), personalizado em Margaret Chan, directora-geral, que em conluio com os “fabricantes” de curandeiros de rua nos amedrontaram, nem a metade atingiu.

A baixa resposta à campanha de imunização entre os grupos de risco, visto que a gripe não era o maior perigo, mas sim a vacina, resultou numa imensidão de doses sobrantes que o tempo inexoravelmente é contra estes excedentes, a “barraca de feira” que as vendeu não tem livro de reclamações e não aceita devoluções e milhões foram descartados …
Não sei se o governo negociou com os intermediários das farmacêuticas, (que a saúde deve dar oportunidades de ganhar dinheiro a todos), a devolução das vacinas sobrantes, talvez para enviar para os países subdesenvolvidos.
Por coincidência coincidente ou talvez por uma casualidade casual os países mais pobres, quer do Centro, quer do Sul da América ou de África, não tiveram casos de gripe, (por não terem dinheiro para pagar as doses de ilusões?), mas nos países do G8 ou G20, ainda houve mortos.

Fomos manipulados; estas enfermidades têm como único objectivo alarmar para que se compre a medicação e as farmacêuticas e os laboratórios se inflam e aforrem o que de mão beijada os pacóvios entregam.
Parece-me que também por casualidade casual, as doses para a dita cuja gripe estavam quase a caducar quando o novo vírus fez a sua aparição.
Por isso tem mais valor a afirmação:
Quando todo o mundo acredita numa mentira, esta converte-se em verdade.
Que tenham um bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme o local e a pessoa com que se encontram no momento de espirrar.
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Antes de nos colocar a todos com o urinol debaixo da cama, os nossos guardiães da saúde decidiram que a gripe nos ia apanhar com o passo trocado.
Perante a situação de apuros que passavam os nababos da indústria farmacêutica, com quedas astronómicas nas bolsas, os maiorais dos diversos países convocaram reuniões, empanturraram-se de vinho e presunto, digo, chá e torradas, e decidiram, por unanimidade, dar uma mãozinha e pactuar com a compra maciça da milagrosa vacina que nos manteria a todos sãos como um pêro e livres da terrível pandemia que foi “decretada” por critérios absolutamente “científicos”.

Para não nos chamarem pobretões, os nossos, também, guardiães do templo, das nossas vidas, não ficaram mal nas fotos.
Encomendaram seis milhões de doses, (quarenta e cinco milhões de euros), para vacinar três milhões de pessoas, que afinal foram só dois milhões de doses, que, mesmo assim, custaram milhões que se vão juntar aos milhões da campanha publicitária e aos milhões que se deitaram para o lixo, porque o pessoal fez um manguito aquele ferro a entrar pelas entranhas do braço.
Agora verifica-se que o alarmismo, que partiu da Organização Mundial de Saúde (OMS), personalizado em Margaret Chan, directora-geral, que em conluio com os “fabricantes” de curandeiros de rua nos amedrontaram, nem a metade atingiu.

A baixa resposta à campanha de imunização entre os grupos de risco, visto que a gripe não era o maior perigo, mas sim a vacina, resultou numa imensidão de doses sobrantes que o tempo inexoravelmente é contra estes excedentes, a “barraca de feira” que as vendeu não tem livro de reclamações e não aceita devoluções e milhões foram descartados …
Não sei se o governo negociou com os intermediários das farmacêuticas, (que a saúde deve dar oportunidades de ganhar dinheiro a todos), a devolução das vacinas sobrantes, talvez para enviar para os países subdesenvolvidos.
Por coincidência coincidente ou talvez por uma casualidade casual os países mais pobres, quer do Centro, quer do Sul da América ou de África, não tiveram casos de gripe, (por não terem dinheiro para pagar as doses de ilusões?), mas nos países do G8 ou G20, ainda houve mortos.
Fomos manipulados; estas enfermidades têm como único objectivo alarmar para que se compre a medicação e as farmacêuticas e os laboratórios se inflam e aforrem o que de mão beijada os pacóvios entregam.
Parece-me que também por casualidade casual, as doses para a dita cuja gripe estavam quase a caducar quando o novo vírus fez a sua aparição.
Por isso tem mais valor a afirmação:
Quando todo o mundo acredita numa mentira, esta converte-se em verdade.
Que tenham um bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme o local e a pessoa com que se encontram no momento de espirrar.
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1 comentário:
thanks.
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