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- “Puta”!, disse-lhe ao ouvido e meteu-lhe a língua.
Ela franziu o rosto um pouco.
“Não gostas que te chame “puta”?”
Ela sorriu e continuou roçando os quadris contra as coxas dele.
Sempre as colocava de quatro e a todas chamava “puta” enquanto as penetrava profundamente.
As respostas eram muito díspares e matizadas.
Tudo dependia da mulher em questão.
Algumas ofendiam-se e revelavam-no, então tinha que amordaçá-las, amarrá-las e dizer-lhes, “és puta e vê lá se te meneias!”.
Outras riam maliciosamente.
Algumas ficavam loucas com a palavra e ele desfrutava.
O que ninguém sabia era que “puta” era o nome da mulher que a mente devorava, cada noite, na pele daquelas que recebiam as quatro letras idiotas, pronunciadas com sanha e rancor.
“Puta” era a que não podia possuir e tornou-se um ritual o possuí-la na carne de todas as outras.
“Puta” era a que lhe revirava o mundo ao contrário com palavras cínicas e humilhantes, mas lúcidas.
“Puta” era a que lhe provocava erecções inesperadas e incontroláveis com o seu aroma a frutas.
“Puta” era a que adivinhava tudo o que estava a pensar e lho esfregava na cara, que era dona da sua mente e que não podia removê-lo mesmo que quisesse.
Enquanto ele segurava uns cabelos loiros e sussurrava o “puta” de sempre, ela sorvia um café e lia um livro na tranquilidade de seu quarto, mal suspeitando que um homem, nalgum lugar do mundo, a tornava eterna com uma palavra.
Ela franziu o rosto um pouco.
“Não gostas que te chame “puta”?”
Ela sorriu e continuou roçando os quadris contra as coxas dele.
Sempre as colocava de quatro e a todas chamava “puta” enquanto as penetrava profundamente.
As respostas eram muito díspares e matizadas.
Tudo dependia da mulher em questão.
Algumas ofendiam-se e revelavam-no, então tinha que amordaçá-las, amarrá-las e dizer-lhes, “és puta e vê lá se te meneias!”.
Outras riam maliciosamente.
Algumas ficavam loucas com a palavra e ele desfrutava.
O que ninguém sabia era que “puta” era o nome da mulher que a mente devorava, cada noite, na pele daquelas que recebiam as quatro letras idiotas, pronunciadas com sanha e rancor.
“Puta” era a que não podia possuir e tornou-se um ritual o possuí-la na carne de todas as outras.
“Puta” era a que lhe revirava o mundo ao contrário com palavras cínicas e humilhantes, mas lúcidas.
“Puta” era a que lhe provocava erecções inesperadas e incontroláveis com o seu aroma a frutas.
“Puta” era a que adivinhava tudo o que estava a pensar e lho esfregava na cara, que era dona da sua mente e que não podia removê-lo mesmo que quisesse.
Enquanto ele segurava uns cabelos loiros e sussurrava o “puta” de sempre, ela sorvia um café e lia um livro na tranquilidade de seu quarto, mal suspeitando que um homem, nalgum lugar do mundo, a tornava eterna com uma palavra.
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