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Ali onde nascem os suspiros, onde se colhem os melhores
estertores de amor… ali chega essa língua de fogo a queimar entranhas, a
revolver sensações.
Os lábios estavam dormentes, calados, mas a língua de fogo
armou uma festa de ronronados.
Não fechou os olhos e terminou a ver constelações que ninguém descobre quando a língua serviu de luneta.
Mas a língua de fogo não vem sozinha ao encontro.
Trás os seus amigos, os malvados dentes e os lábios suaves e até dez dedos revoltosos que não respeitam fronteiras nem portas fechadas.
E começam a dançar os lábios… os seis
entre todos.
Soma-se a língua de fogo para alentar e aquecer o ambiente.
Adiciona-se um dedo, entra o segundo no círculo apertado de amigos… um terceiro.
E escuta-se um grito que não pode ser outro que G que se emocionou.
Retesam-se o abdómen, as coxas.
Fecham-se as nádegas, apertam-se os dedos de pés e mãos.
Tudo começa a tremer, a explodir.
E os lábios embriagam-se, os dedos afogam-se em sucos, a língua consome-se na erupção que provocou.
Mas a festa não acaba aqui, só está a começar…
Não fechou os olhos e terminou a ver constelações que ninguém descobre quando a língua serviu de luneta.
Mas a língua de fogo não vem sozinha ao encontro.
Trás os seus amigos, os malvados dentes e os lábios suaves e até dez dedos revoltosos que não respeitam fronteiras nem portas fechadas.
Soma-se a língua de fogo para alentar e aquecer o ambiente.
Adiciona-se um dedo, entra o segundo no círculo apertado de amigos… um terceiro.
E escuta-se um grito que não pode ser outro que G que se emocionou.
Retesam-se o abdómen, as coxas.
Fecham-se as nádegas, apertam-se os dedos de pés e mãos.
Tudo começa a tremer, a explodir.
E os lábios embriagam-se, os dedos afogam-se em sucos, a língua consome-se na erupção que provocou.
Mas a festa não acaba aqui, só está a começar…
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