Mas ninguém neste país pode ficar indiferente à infernização, em que se tornou o futebol e os seus mais mediáticos e visíveis corrup... ia dizer corruptores, mas é forte, mesmo muito forte ...
Um, do Benfica, foi de "saco" e pelos vistos não comeu o que deveria. Um indivíduo tão sério, só lá para 2025 é que devia ver a luz da liberdade, depois de ressarcir todos e tudo o que roubou.
Outro, pagou um jogador, não sabe a quem, o jogador não recebeu nada, o empresário, estava só para "reviver" os amigos, por amizade a eles, os cheques foram para o "galheiro", quer dizer, para qualquer sítio, donde nunca mais sairão. Coisas inocentes, que acontecem aos inocentes.
Outro manda bater nos adversários, É O QUE SE CHAMA O VALENTÃO, atira a pedra e esconde a mão.
Tem um lacaio, que lhe gasta o dinheiro todo no jogo, mas que arranja "meninas", para não dizer putas, para comprar árbitros e favores de todo o tipo. Pavoneia-se por tudo o que é sítio e a Câmara do Porto, ficou sem MILHÕES de CONTOS, para dar a um clube, que nos últimos anos emporcalhou tudo e todos que se atravessaram nas ruelas da podridão humana. E ai de quem não os reverenciasse. Levava pela medida grande.
Não viram EM DIRECTO NA RTP 1, os repórteres da mesma estação, levarem no focinho, MESMO EM DIRECTO e sucedeu alguma coisa ???? Se se queixassem ainda levavam mais e ninguém tomou nenhuma iniciativa. Foi uma caso"absolutamente normal", esses valentões agredirem, EM DIRECTO, quem fazia o seu trabalho e ficaram impunes !!! Não se passou nada.
Não sucedeu, porque o anjo da guarda, aquele que foi corrido do exército COMO LADRÃO, quando era capitão, antes do 25 de Abril, porque depois da Abrilada, para o calarem e sabendo que o bicho já tinha sido expulso dum colégio por falsificar assinaturas, promoveram-no a major, pra se verem kivre dele, passaram-no à reserva. Pelo menos o exército, directamente, não roubaria mais.
Esse "melro", tem dominado tudo e todos. Todos lhe têm medo. Só espero que a SUPER Mulher, agora investida como coordenadora, Maria José Morgado, trate da saúde a esses doentes mentais.
Não digo isto pelo livro que a outra fulana escreveu.
HÁ uns anos, um jornalista daqui do Porto, pelo menos morava cá, e até sei onde, pois todos os dias estava com ele no Café Serpa Pinto, escreveu um livro, " Golpe de Estádio", esses valentões que pululam no sub-mundo do crime, juntaram-se uns poucos e bateram no profissional.
(Não foi directamente o pseudo visado, não. Esse é um impoluto cidadão. Como na mafia. Manda matar, mas está sempre de bem consigo).
Foi perseguido e as influências fizeram com que tivesse de deixar o Porto, pois perdeu o emprego de jornalista na Invicta.
Aparecem contas de viagens de árbitros, na contabilidade dum clube e como é uma coisa normalíssima, não se passou nada ...
Depois bateram num vereador.
Perseguem os juízes para os intimidar e poder apanhar em contra-pé para os chantagear.
Devem ser filhos do Al Capone, que teve muitos de diversas mães, pois de certeza que estes, não conhecem a sua.
A mafia está instalada e enraizada há muitos anos, quase vinte.
Só espero justiça, que se descubram as verdades e que estas não sejam sonegadas.
Se bem que a nossa justiça, tem caminhos ínvios, que nos conduzem a encruzilhadas sem saída.
É por isso, que deixo um texto de Manuel António Pina, colaborador do JN, que escreve todos os dias, na última página, uma crónica em, POR OUTRAS PALAVRAS.
Diplomado em Direito, é jornalista e escritor, traduzido em inúmeros países. Penitencio-me por não conhecer a sua obra, pois só há pouco tempo é que tive contacto com os seus "escreveres" que todos os dias, são a minha primeira leitura, apesar de virem na última página do JN.
Pois hoje, dia 14 de Dezembro de 2006, brindou-nos com estas palavras, que transcrevo na íntegra e que portanto são da sua autoria:
“Pareceres jurídicos”
Se o leitor um dia for a tribunal, disporá, para defender os seus interesses, das suas provas, documentais e testemunhais, e dos argumentos do seu advogado, a quem pagará para argumentar (ou tão-só esbracejar) a seu favor. Os argumentos do seu advogado são, pois, interessados e parciais, e ninguém o culpará se ele puxar a brasa à sua (de si, leitor, e dos seus, dele, honorários) sardinha e desdenhar das razões, justas que sejam, que não o favoreçam. Já se o leitor tiver dinheiro bastante, pode ir mais longe: pode comprar a imparcialidade e a independência de um “jurista ilustre” (sim, a imparcialidade e a independência também estão à venda) com títulos que lhe permitem falar “ex cathedra” e de voz suficientemente grossa para impressionar o juiz, supostamente timorato, e influenciá-lo a seu favor em alguma “questão técnica”. É o chamado “parecer jurídico”, expressão máxima, em Direito, do principio medieval da autoridade. O “parecer jurídico” é, na verdade, um testemunho pago, não sobre matéria de facto mas sobre matéria de Direito, e, independentemente do mérito técnico que tenha, está ferido, por ser pago e ser “ad hoc”, de um fundamento de mérito moral. Só que estamos a falar de “Justiça” (assim mesmo, com maiúsculas) e não de moral, não é?
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