O VIDEIRINHO

sábado, junho 28, 2008

- Amor, é isso que começa a acabar num momento, no momento exacto em que acaba de começar outro !

11 comentários:

Fatyly disse...

numa construção diária!

xistosa, josé torres disse...

Fatyly

Construção ou "desconstrução"?
Talvez mais a lei das renovações.

Luna disse...

Eu vejo o amor como algo diferente,
O amor está em cada um de nós, independente
Do outro, o amor dá sem esperar receber, o amor não cobra.
Mas como somos egoístas egocêntricos, ficamos ofendidos quando o outro não corresponde ao que esperamos

peciscas disse...

Ó amigo José: até parece que estás numa de materialismo dialéctico...

Daniel disse...

José Torres

Ou já era?
Daniel

FERNANDINHA & POEMAS disse...

Olá meu querido Amigo José Torres, aqui dos Açores mando-te um grande abraço e muitos beijinhos,
Fernandinha

meus instantes e momentos disse...

com certeza, é isso aí.
Gostei de seu blog.
Parabens
Maurizio

Deusa Odoyá disse...

Oi meu amigo José Torres.
Vim te agradecer e desejar um bom domingo com muita paz e amor.
espero que tenhas gostado do meu
cantinho.
Voltarei mais vezes aqui.
fique na paz.
Regina Coeli.

Anónimo disse...

Depende do tipo de amor...ha amores que nunca acabam como o amor que se tem pela familia e pelos amigos

Paula Raposo disse...

Nem sempre...

xistosa, josé torres disse...

Caríssimos:


Fatyly

Multiolhares

peciscas

daniel

FERNANDA & POEMAS

instantes e momentos

Deusa Odoyá.

Scrapie

Paula Raposo

Hoje peço desculpa de escrever em "massa", - não de maça na mão -, para responder ás palavras dos meus imprescindíveis visitantes.
Por motivos pantagruélicos, de força maior, (2, (dois) casamentos, um no sábado, em V. Nova de Gaia e outro no domingo em Melgaço), obrigaram-me a deitar-me ao sol para fazer a digestão dos indigestíveis comeres e beberes que a dieta não "auguenta", que a boca não rejeitou e as criminosas mãos, munidas de apetrechos terríveis, desbarataram completamente a resistência, se é que ainda a havia, do olhar.
Portanto, foram motivos de força maior que me conduziram a este extremo e prometo que tal não voltará a acontecer.
Desculpem-me pois as fraquezas opíparas, parece uma contradição, mas não foi … foi mesmo verdade.
Dois casamentos seguidos, para qualquer mortal, é um trabalho demasiado pesado, no limiar dos trabalhos forçados.
Só posso agradecer as amáveis visiteis.
As minhas desculpas a todos.