
Teríamos que ampliar o número de dissertadores da “La Tabacalera”, que iniciou as suas operações na República Dominicana em 1902 sob o nome de “La Habanera”.
Todos sabemos que fumar “pode ser a causa de uma morte lenta e dolorosa”, mas há gente que não sabe que os bombardeamentos no Afeganistão podem acarretar as mesmas consequências, sem a intervenção da nicotina, nem do alcatrão ou sequer do monóxido de carbono, que segundo os “experts” que mo explicaram, é o mais prejudicial, nos cigarros e restante família.
Lá para os lados de Uruzgán, uma província do Afeganistão, uma unidade mista da OTAN e do exército afegão, mataram por erro, salvo erro, 27 civis que iam a passar por ali.
São as vítimas colaterais de todos os conflitos bélicos, onde o mais seguro é estar na primeira linha de fogo.

A nova matança de inocentes já foi desculpada pelos seus autores.
Ninguém é perfeito e temos que compreender que no meio do barulho, se possa confundir um comboio de civis, com uma coluna de insurgentes, já que todos levam turbante na cabeça.
O que lhes terá ocorrido para passarem por ali naquele momento?
Desde que se iniciou a chamada “operação Moshtarak” a contabilidade contabilizou 50 contabilizáveis colaterais.
Eu sei que não são muitos.
Os colaterais aparecem por todo o lado.
No seu epitáfio talvez coloquem, “Lamentamos o inconveniente”, mas a verdade é que deveriam colocar mais atenção, os 6000 marines e os magnânimes pilotos, dos magníficos aviões.
Se continuarem a falhar assim, perdem a clientela.

Em tempos passados, sem dúvida que, tão maus como estes, definiu-se a guerra como um “retrocesso na selecção”.
As nações escolhiam, para darem o corpo ao manifesto, que é o mesmo que darem a vida pela pátria, os jovens mais sãos e fortes e eram descartados para essa nobre missão, os doentes, os entrevados e os velhos.
Agora as guerras tornaram-se muito mais democráticas e não excluem ninguém.
A OTAN devia advertir que bombardear prejudica gravemente a saúde do inimigo e dos que estão ao seu redor.
O mesmo que dizem que faz o tabaco, mas muito mais rapidamente.
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Todos sabemos que fumar “pode ser a causa de uma morte lenta e dolorosa”, mas há gente que não sabe que os bombardeamentos no Afeganistão podem acarretar as mesmas consequências, sem a intervenção da nicotina, nem do alcatrão ou sequer do monóxido de carbono, que segundo os “experts” que mo explicaram, é o mais prejudicial, nos cigarros e restante família.
Lá para os lados de Uruzgán, uma província do Afeganistão, uma unidade mista da OTAN e do exército afegão, mataram por erro, salvo erro, 27 civis que iam a passar por ali.
São as vítimas colaterais de todos os conflitos bélicos, onde o mais seguro é estar na primeira linha de fogo.

A nova matança de inocentes já foi desculpada pelos seus autores.
Ninguém é perfeito e temos que compreender que no meio do barulho, se possa confundir um comboio de civis, com uma coluna de insurgentes, já que todos levam turbante na cabeça.
O que lhes terá ocorrido para passarem por ali naquele momento?
Desde que se iniciou a chamada “operação Moshtarak” a contabilidade contabilizou 50 contabilizáveis colaterais.
Eu sei que não são muitos.
Os colaterais aparecem por todo o lado.
No seu epitáfio talvez coloquem, “Lamentamos o inconveniente”, mas a verdade é que deveriam colocar mais atenção, os 6000 marines e os magnânimes pilotos, dos magníficos aviões.
Se continuarem a falhar assim, perdem a clientela.

Em tempos passados, sem dúvida que, tão maus como estes, definiu-se a guerra como um “retrocesso na selecção”.
As nações escolhiam, para darem o corpo ao manifesto, que é o mesmo que darem a vida pela pátria, os jovens mais sãos e fortes e eram descartados para essa nobre missão, os doentes, os entrevados e os velhos.
Agora as guerras tornaram-se muito mais democráticas e não excluem ninguém.
A OTAN devia advertir que bombardear prejudica gravemente a saúde do inimigo e dos que estão ao seu redor.
O mesmo que dizem que faz o tabaco, mas muito mais rapidamente.
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