Quantas tentativas frustradas de seres conviveram no planeta até chegar a espécie humana actual?
A pergunta não parecerá banal, a análise genética de um osso fóssil do dedo mindinho de uma mão de um miúdo que viveu há aproximadamente 40.000 anos, encontrado na Gruta Denisova, dos Montes Altai, no sul da Sibéria, colocou a descoberto a presença desconhecida de hominídeos, contemporâneos,mas diferentes, quer do “Homo Sapiens”, quer do “Homo Neanderthal” que abandonaram África há um milhão de anos atrás e emigraram em diversas ondas para a Euroásia.
A descoberta desta nova estirpe extinta e até agora não identificada, permite uma primeira reflexão bastante perturbadora ou inquietante, segundo o ponto de vista por que se veja, já que o desenvolvimento evolutivo humano apresenta-se-nos cada vez mais complexo; realmente a nossa espécie começa a parecer-se como o resultado inesperado da convivência e cruzamento de diversas tribos errantes de indivíduos distintos ou diferenciados, nenhum deles humanos de todo, mas tão-pouco simples irracionais.
Em épocas não distantes entre si, estamos cientes da presença, entre outros, do “Homo Ancestral", em Atapuerca, do pequeno "Homo Floresiensis”, na Indonésia, do “Homo Erectus em Java, além do misterioso Neanderthal.
São demasiadas cordas para um só violino.
A ciência demonstra que regra geral, as características comuns estão escondidas sob as diferenças e que o que é diferente, muitas vezes surge como anedótico e é normalmente o que ajuda a inteligibilidade.
Classificar, é sem dúvida, começar a compreender, quando os cientistas classificam é porque já dispõem de uma teoria plausível.
A certo “pessoal” produz-se-lhes um desassossego ler estas coisas, é certo que a gente estúpida jamais lerá nada com o que não esteja de acordo, de modo que, para quê tentar escrever-lhes?
Ao fim e ao cabo, como dizia "H. G. Wells" o grito de acasalamento do Pterodactylusle e os hábitos de caça do Labyrinthodontia” perderam-se nas brumas do passado".
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A pergunta não parecerá banal, a análise genética de um osso fóssil do dedo mindinho de uma mão de um miúdo que viveu há aproximadamente 40.000 anos, encontrado na Gruta Denisova, dos Montes Altai, no sul da Sibéria, colocou a descoberto a presença desconhecida de hominídeos, contemporâneos,mas diferentes, quer do “Homo Sapiens”, quer do “Homo Neanderthal” que abandonaram África há um milhão de anos atrás e emigraram em diversas ondas para a Euroásia.
A descoberta desta nova estirpe extinta e até agora não identificada, permite uma primeira reflexão bastante perturbadora ou inquietante, segundo o ponto de vista por que se veja, já que o desenvolvimento evolutivo humano apresenta-se-nos cada vez mais complexo; realmente a nossa espécie começa a parecer-se como o resultado inesperado da convivência e cruzamento de diversas tribos errantes de indivíduos distintos ou diferenciados, nenhum deles humanos de todo, mas tão-pouco simples irracionais.
Labyrinthodontia
Em épocas não distantes entre si, estamos cientes da presença, entre outros, do “Homo Ancestral", em Atapuerca, do pequeno "Homo Floresiensis”, na Indonésia, do “Homo Erectus em Java, além do misterioso Neanderthal.
São demasiadas cordas para um só violino.
A ciência demonstra que regra geral, as características comuns estão escondidas sob as diferenças e que o que é diferente, muitas vezes surge como anedótico e é normalmente o que ajuda a inteligibilidade.
Classificar, é sem dúvida, começar a compreender, quando os cientistas classificam é porque já dispõem de uma teoria plausível.
A certo “pessoal” produz-se-lhes um desassossego ler estas coisas, é certo que a gente estúpida jamais lerá nada com o que não esteja de acordo, de modo que, para quê tentar escrever-lhes?
Ao fim e ao cabo, como dizia "H. G. Wells" o grito de acasalamento do Pterodactylusle e os hábitos de caça do Labyrinthodontia” perderam-se nas brumas do passado".
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