
O “superhomem” não existe.
Nem sequer Fidel Castro que leva quase 50 anos, sendo um colosso para alguns e um tirano para outros, pode saltar sobre os limites da espécie.
Quando alguém fala de “um ser superior”, é um bajulador.
Supostamente, pode ser superior o que utiliza a lisonja, mas não demasiado se o destinatário é um servil bajulador.
O que sei, é que, são raras as pessoas dotadas de uma especial disposição para realizar algo.
Como se sabe, uma pessoa talentosa pode fazer algo, que não pode fazer uma pessoa corrente e um génio, é o que faz o que não pode fazer, uma pessoa de talento.
Agora, essa pouca habitual faculdade está a ser suplantada por certos estimulantes e, os “superhomens” da nossa época, devem muito à farmacopeia clandestina.
Não sou grande adepto do atletismo, mas não ignoro que há negros que correm mais que outros negros.
Aquele, Justin Gatlin, o homem mais veloz do planeta, pode sempre ser suspenso ou proibido para sempre, (irradiado), com um teste positivo de testosterona.
Também o último vencedor do “Tour”, Floyd Landis, foi “deslaureado” depois de sudorosa vitória, pelo mesmo motivo, continuando a pedalar e espernear a sua inocência, pelas “divindades” supremas.
A testosterona, está proibida há cerca de 15 anos, mas continua a ser a “fornecedora” favorita de “vitórias”.
Todos negam qualquer aproximação ao abismo.
Uns, sintetizam-na nos testículos, outros no ... laboratório do seu equipamento.
Não sei o que acusou Nuno Assis, jogador do Benfica e muitos outros, que cá dentro ou lá fora, foram apanhados pela rede.
Só sei, que pelos vistos, todos tomam, o que todos tomam, mas alguns tomam o que os outros já não tomam ou ainda não tomaram.
A mim não me causam mossa e não ligo muito, pois não possuo uma ideia muito clara do que é a droga.
Dois “whiskies”, e 4 cigarros, foi o que necessitei para escrever isto!
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