
D. Jorge Ortiga e D. Carlos Azevedo
ONDE ANDAVAM ESTES DEMOCRATAS,
no dia 23 de Abril de 1974 ???
Não queremos fazer gente capada - D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa
em, 2006-09-25
“O homem possui naturalmente as energias da violência e da sexualidade, e Deus, que é um factor de harmonia, faz convergir essas energias para o bem”, disse D. Carlos Azevedo, sublinhando que “as energias não são boas nem más, podem é ser bem ou mal conduzidas”.
Nem La Palisse foi tão erudito !
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) lamenta a falta "diálogo" por parte do Governo, na relação com a Igreja Católica.
O secretário deste organismo, D. Carlos Azevedo, admitindo algum "mal-estar" perante o acumular de situações que permanecem por resolver.
Após a reunião do Conselho Permanente da CEP, que decorreu esta terça-feira em Fátima, o Bispo Auxiliar de Lisboa alertou para as "situações preocupantes" vividas pelas pessoas que estão integradas nas comunidades cristãs e as Instituições que estão ligadas à Igreja.
Os Bispos falam, em especial, de problemas em áreas como "a educação, a solidariedade social, o sector da comunicação social, o acompanhamento espiritual dos doentes e dos presos, o apoio à família e à natalidade", para além da falta de apoio à construção de espaços litúrgicos.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga, defendeu em Fátima que a Igreja “tem de viver em relação permanente e responsável com a Sociedade e relativizar o Estado”.
O Arcebispo de Braga deixou claro que “ a Igreja nunca poderá prescindir de dar o seu contributo à edificação dum país mais justo” e que “a intervenção na vida social é estruturante do cristianismo”.
Ainda bem que podem acusar o executivo de mentir !!!
Agora podem "botar" faladura …
e viver …
Sim !!!
viver sob o jugo da ostentação do luxo de Fátima !!!
1 comentário:
Eu nem consigo ouvir o de cima que é um vaidoso e arrogante.
"Bem que pregas Frei João..." a Igreja isto e aquilo, que a sociedade isto e aquilo, ajudar os mais necessitados isto e aquilo, e com tudo isto gastaram sessenta milhões de euros numa basílica marinbando-se pura e simplesmente para a pobreza e miséria que existe em Portugal.
Gosto de ir a Fátima, porque além de acreditar no que acredito aquele espaço dá-me paz e não preciso de basilicas e igrejas cujas ostentação dá-me naúseas. Respeito quem vá lá cumprir as ditas promessas, jamais duvidar do peregrino comum porque todo o ser humano nos momentos mais angustiantes agarra-se a algo que o faz andar e acreditar de novo.
A democracia jamais chegou à "ditadura de uma Igreja católica", o que digo é que cada vez há mais hipócrisia, sobretudo nas respectivas cúpulas.
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