O VIDEIRINHO

domingo, março 02, 2008


MEU POVO e MINHA POVA


Então boa tarde ou noite, a todos.

Depois de vicissitudes várias, entre elas a dificuldade de abrir um garrafão de gás, Alvarinho de Melgaço, lá se levou a carta a Garcia, quer dizer o dito à goela!



Entre o exército activo, há sempre quem necessite de lavar os pés, pois os balanços da barcaça atiram com a carga borda fora e sujam os ditos cujos.


Entretanto a lampreia, estava pronta para entrar no festim.

Quem lhe deu a música foi um elemento importante da gastronomia musical, xistosa, que a despiu, amainou, amansou e amanhou, tendo-a levado ao rubro num leito tão quente, como de tostado.

Sim, foi em barda ... mais propriamente, à bordalesa!



Esta foto, aqui por baixo, foi "pescada", quer dizer, "lampreiada" por aí ...



Depois surgiu a dificuldade maior, a de conseguir deglutir o bicho.

Tal tarefa só foi conseguida à força do gasómetro, quer dizer, do garrafão.


Morreu quase tudo ... até um desenxabido arroz, não insulso, mas ... arroz branco, só com alho e louro ou loureiro, arranja-se por aí e com as mais variadas iguarias.

Para quem ainda está a fazer a digestão e para quem lhe cresceu água na boca, uma boa digestão !


2 comentários:

Anónimo disse...

Xistosa!

Logo foste falar de lampreia
de que gosto tanto, de preferência sem arroz....mas se tiver também como, sinto-me é roubada.


beijinho

xistosa, josé torres disse...

Foi lampreia à bordalesa, o tal"leito quente e tostado"

Costumo torrar o pão e barrá-lo com manteiga, para o molho não se entranhar logo.
Gosto de trincar e sentir o pão torrado.
Claro está, que é um tratamento de alto luxo para o físico, muito superior ao que se pode auferir nas melhores Termas do país.
O arroz, é para os desejosos dele, que sempre os há e não eram poucos, nem o dito era pouco, porque fiz mais de 1 kg, em seco.
A fome que anda escondida!