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Seguramente que o sexo é o mais sobrevalorizado da história da humanidade.
Nem há, como disse Freud, uma explicação sexual da história nem é razoável que a maior diversão ou sistema de lazer a que um homem possa aspirar seja o fornicar (ou seja, a fod*r, a “quecar”).
("Quecar - acto de fazer amor de forma mais selvagem do que a anterior”).
Fornicar é mais uma necessidade fisiológica, vamos divertir-nos fazendo-a, mas sem exagerar.
É apanágio de países pobres e de gente sem recursos passar no dia fornicando.
Claro.
Como não podem ir ao restaurante, pois... “fornicam”.
É o que se passa em África, que ao cair o sol, como nada há, nem TV para ver imbecilidades, pois vinga o fod*r, digo, “quecar”, digo, fornicar.
Homem a quem lhe saiu o Euro milhões
E todos os dias o mesmo.
E todos os dias da mesma maneira.
Porque para cima ou para baixo, o sexo é sempre a mesma coisa e acaba a fazer-se da mesma maneira.
Podemos ser melhores.
Podemos sair para jantar e depois ir tomar uns copázios num bar qualquer e, depois ler um pouco antes de nos deitarmos em lugar de nos refastelarmos como animais.
Podemos fazê-lo um pouco melhor, que a nossa vida gire em torno de conceitos mais interessantes e de aspirações mais altas.
Podemos dar bastante mais de nós e não estar todo o dia dependente da braguilha, cometendo loucuras por culpa dessa braguilha com essa total vulgaridade com que costumam fazer as pessoas obcecadas pelo sexo.
Se há que fazer sexo, que se faça.
Mas sem alto-falantes nem metáforas, sem dar-lhe mais importância nem pensar que é a cúspide de nada.
Há formas bem mais interessantes, limpas e educadas de dar amor.
Fod*r, “Quecar” ou fornicar, é de pobres, em todos os sentidos pobres.
Pobres porque não possuem recursos para praticar outro ócio e aí estão, condenados a fod*r, digo “quecar”, digo, fornicar como pobres; e pobres por não possuírem mais imaginação nem bom gosto que esse brincar introdutório sem nenhum tipo de sentido.
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