
Quando vários políticos se põem de acordo é porque houve algum mal-entendido entre eles.
A reunião daqueles presidentes todos serviu para que se conheçam melhor, mas não para chegar a um consensual acordo sobre a crise, quiçá porque não estava ao alcance das suas desagregadas inteligências.
Penso que em Portugal nunca houve tantos presidentes, excepto, se contarmos com os dos clubes de futebol.
Todos têm a obrigação moral ou imoral de varrer adentro, mas esqueceram-se da vassoura, que não é de ninguém, mas sim do mundo.
Não se lhes pode negar que tiveram tempo: mais que muito em reuniões, o que sem dúvida seria suficiente para não chegarem a conclusão nenhuma.

Debateram-se temas tão complexos, como as alterações climáticas e outras ninharias, mas houve receitas múltiplas e multi-línguas para aplicar aos mesmos males.
Confirma-se que é preferível um só general medíocre que três bons, ou melhor, do que 190 bons.
Rematando, apesar do frio, sacaram das hipotéticas cabeças quentes e os pés gelados.
Talvez não seja culpa sua, mas sim do mar de dúvidas que atravessamos: cada um rema para a sua conta corrente, em vez de ir na mesma direcção, mas talvez não seja isso o mais grave, mas sim que alguns empregam o remo, não para vogar, mas sim para dar com ele na cabeça dos “colegas”.

Quantos presidente incapazes fazem falta para que a chamada Cimeira de Copenhaga seja incapaz de alcançar nenhum acordo?
Terão que inventar outra e continuar a tomar café enquanto o pessoal continua a acumular mau leite.
Para tanta gente chegar lá acima, foi necessário rebaixar as alturas.
Há demasiados “sherpas” a quem lhes foi dada a carta de alpinista.
E mais a mais, cada um com a sua bandeira e o seu mastro.
Tentaram chegar ao cume em catorze dias.
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A reunião daqueles presidentes todos serviu para que se conheçam melhor, mas não para chegar a um consensual acordo sobre a crise, quiçá porque não estava ao alcance das suas desagregadas inteligências.
Penso que em Portugal nunca houve tantos presidentes, excepto, se contarmos com os dos clubes de futebol.
Todos têm a obrigação moral ou imoral de varrer adentro, mas esqueceram-se da vassoura, que não é de ninguém, mas sim do mundo.
Não se lhes pode negar que tiveram tempo: mais que muito em reuniões, o que sem dúvida seria suficiente para não chegarem a conclusão nenhuma.

Debateram-se temas tão complexos, como as alterações climáticas e outras ninharias, mas houve receitas múltiplas e multi-línguas para aplicar aos mesmos males.
Confirma-se que é preferível um só general medíocre que três bons, ou melhor, do que 190 bons.
Rematando, apesar do frio, sacaram das hipotéticas cabeças quentes e os pés gelados.
Talvez não seja culpa sua, mas sim do mar de dúvidas que atravessamos: cada um rema para a sua conta corrente, em vez de ir na mesma direcção, mas talvez não seja isso o mais grave, mas sim que alguns empregam o remo, não para vogar, mas sim para dar com ele na cabeça dos “colegas”.
Quantos presidente incapazes fazem falta para que a chamada Cimeira de Copenhaga seja incapaz de alcançar nenhum acordo?
Terão que inventar outra e continuar a tomar café enquanto o pessoal continua a acumular mau leite.
Para tanta gente chegar lá acima, foi necessário rebaixar as alturas.
Há demasiados “sherpas” a quem lhes foi dada a carta de alpinista.
E mais a mais, cada um com a sua bandeira e o seu mastro.
Tentaram chegar ao cume em catorze dias.
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