
Hidratantes, aftershaves, esfoliantes, anti-olheiras ou pés-de-galinha, revitalizantes, cremes, pomadas, tónicos … a industria de cosmética recrudesce o seu génio para satisfazer um sector que já deixou de ser minoritário.
Vivemos a nova revolução masculina ou trata-se de um mero mecanismo de “sobrevivência” ante as mudanças sociais que se produziram na relação homem-mulher?
Entre todas as teorias que se poderão colocar sobre a mesa, talvez a mais interessante a expor, pela sua predisposição a criar debate é a proposta por uma facção mais feminista na qual propõem (entre outros factores) a incorporação da mulher no mundo do trabalho activo, o seu acesso a postos de responsabilidade e a equiparação dos seus direitos, a todos os níveis, como causas de motivar um sentimento de insegurança no homem, que assim se vê obrigado a repensar um papel masculino assumido durante muito tempo.
Vivemos a nova revolução masculina ou trata-se de um mero mecanismo de “sobrevivência” ante as mudanças sociais que se produziram na relação homem-mulher?
Entre todas as teorias que se poderão colocar sobre a mesa, talvez a mais interessante a expor, pela sua predisposição a criar debate é a proposta por uma facção mais feminista na qual propõem (entre outros factores) a incorporação da mulher no mundo do trabalho activo, o seu acesso a postos de responsabilidade e a equiparação dos seus direitos, a todos os níveis, como causas de motivar um sentimento de insegurança no homem, que assim se vê obrigado a repensar um papel masculino assumido durante muito tempo.

Os homens, neste contexto, são vulneráveis e conscientes de que as mulheres estão, mais do que nunca, numa posição e em condições de reclamar o melhor do seu parceiro; agora são eles os que devem estar fantásticos a cada momento, que se devem manter atraentes para elas, cuidar dos seus corpos, dos seus rostos e professar a doutrina da nova religião “Beckhan”, o exemplo da perfeição metrossexual masculina.
Se esta teoria é verdadeira, seria preocupante que a pressão exercida, voluntária ou involuntariamente sobre o homem pela actual e mais do que merecida posição da mulher, não pode provocar mais do que um sentimento feminino de satisfação e inclusivamente uma certa forma de “revanche” histórica:

“boys, isto toca-vos a vocês mesmos e não sentimos nenhuma comiseração porque já tivemos que passar pelo mesmo.
Isto faz-nos pensar se esta incorporação massiva masculina à metrossexualidade não emascara o princípio de um novo tipo de homem, se na verdade estamos perante uma igualdade entre sexos, ou se pelo contrário, só saberemos conviver enquanto algum@ se imponha ao outr@.
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3 comentários:
Acredito que não há determinismos. Somos seres em construção, e a cada instante podemos direcionar nossa história. Se você escreveu as 20 primeiras páginas do livro de sua vida de forma errada, que tal agora ,passar a escrever a partir da página 21 novos começos!!!
PARABÉNS PELO SEU BLOG. SEUS ESCRITOS NOS FAZ PENSAR SOBRE A DINÂMOCA DA CONSTRUÇÃO DA VIDA.
JACONIAS DIAS RODRIGUES
Caríssimo
Já deixei uma "carta escrita" em sua "casa".
Obrigado.
Essa questão da necessidade de homens e mulheres repensarem seus papéis, por mais discutida que seja ( veja,por exemplo o trabalho da Chistina no blog " curiosa identidade
"http://curiosaidentidade.blogspot.com/
na verdade avançamuito pouco. Asmulheres tambem deveriam repensarseus papéis sob as novas luzes conquistadas. Não querer superar ou dominar o outro, mesmo gênero ou não, mas deveriamos todos compartilharda graça da vida, do direito de viver bem.
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