
A única coisa que sabemos da esperança é que é muito difícil viver sem ela.
É a última que se perde, ou melhor, a penúltima.
A esperança, que está baseada em promessas que nos fizeram alguns celestes desconhecidos, é uma das mais confortadoras virtudes teológicas.
“Enquanto respiro, espero”, diziam os latinos aos portugueses, que falamos um latim estropiado mas que nos continua a ajudar a viver.
Agora contam-nos que as medidas anti-crise do Governo, que deveriam ter sido tomadas antes de que a penúria se colasse sem permissão em nossa casa, estão apostando novamente pela “telha”, (tudo é feito de cima para baixo, ou seja, do telhado para o r/chão).
Agora, quando todos os telhados económicos são de vidro, voltamos a acreditar no que está debaixo das telhas.

Nos últimos tempos, quando alguém falava de “telhados” identificávamos a palavra com os discursos dos políticos, mas nunca com a construção.
Os reiterados atardados mentais que nos assestaram discursos e mais discursos na última temporada não enganavam ninguém, salvo a eles próprios.
Sejamos claros: até que venham os turistas e não vejamos gruas, temos muito pouco para fazer.
Por isso continuaremos a bater marcas e mais marcas de desemprego.
Fazem falta telhas, ainda que não continuem a enriquecer alguns intratáveis sem-vergonha.
Sem eles não podemos prestar contas dos resultados.

Portugal depende contudo dos especuladores dos solos e dos especuladores do céu.
Oxalá vejamos gruas, com o que têm de dinossauros sobreviventes pelas mais modernas ruas.
São a nossa esperança numa vida melhor a curto ou médio prazo.
Não na que nos prometem a todos os que somos “bonzíssimos”, que segundo contam é imbatível.
Há que baixar o IVA a todos os biscates domésticos.
E depois aos que estão sem domesticar.
.
É a última que se perde, ou melhor, a penúltima.
A esperança, que está baseada em promessas que nos fizeram alguns celestes desconhecidos, é uma das mais confortadoras virtudes teológicas.
“Enquanto respiro, espero”, diziam os latinos aos portugueses, que falamos um latim estropiado mas que nos continua a ajudar a viver.
Agora contam-nos que as medidas anti-crise do Governo, que deveriam ter sido tomadas antes de que a penúria se colasse sem permissão em nossa casa, estão apostando novamente pela “telha”, (tudo é feito de cima para baixo, ou seja, do telhado para o r/chão).
Agora, quando todos os telhados económicos são de vidro, voltamos a acreditar no que está debaixo das telhas.

Nos últimos tempos, quando alguém falava de “telhados” identificávamos a palavra com os discursos dos políticos, mas nunca com a construção.
Os reiterados atardados mentais que nos assestaram discursos e mais discursos na última temporada não enganavam ninguém, salvo a eles próprios.
Sejamos claros: até que venham os turistas e não vejamos gruas, temos muito pouco para fazer.
Por isso continuaremos a bater marcas e mais marcas de desemprego.
Fazem falta telhas, ainda que não continuem a enriquecer alguns intratáveis sem-vergonha.
Sem eles não podemos prestar contas dos resultados.
Portugal depende contudo dos especuladores dos solos e dos especuladores do céu.
Oxalá vejamos gruas, com o que têm de dinossauros sobreviventes pelas mais modernas ruas.
São a nossa esperança numa vida melhor a curto ou médio prazo.
Não na que nos prometem a todos os que somos “bonzíssimos”, que segundo contam é imbatível.
Há que baixar o IVA a todos os biscates domésticos.
E depois aos que estão sem domesticar.
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