
Um dos grandes prazeres que podemos experimentar é dar e receber carícias.
Para a maioria das pessoas, a experiência do tacto, a percepção das sensações da pele ao ser tocada, é a forma mais sensual de estimulação erótica.
Os receptores do tacto encontram-se distribuídos por todo o corpo e o contacto físico estimula-os.
Por isso pode ser muito agradável realizar uma exploração, milímetro a milímetro, do corpo.
Pode-se dizer que a pele é a zona erógena mais extensa do corpo, dado o seu grande potencial erótico.
Desde pequenos que vamos formando o mapa do nosso corpo que depende, sobretudo, do contacto que vamos tendo nas suas diversas partes.

Desta forma a pela vai-se carregando de informações, de recordações, de sensações … que podem ser agradáveis e prazenteiras, desagradáveis ou neutras.
È como se a pele contasse com um “chip” de memória dos contactos que estabeleceu e também das carícias recebidas.
Trata-se da nossa história sensual, uma espécie de compêndio afectivo.
A nossa mente vai guardando um registo táctil das pessoas que alguma vez nos mimaram, nos amaram e nos fizeram vibrar.
Quando uma pessoa é estimulada despertam-se essas recordações e associações que nalgumas ocasiões podem levar-nos a experiências muitíssimo prazenteiras.

Em termos gerais, fala-se de “zonas erógenas” para descrever esses pontos que ao serem estimulados podem excitar sexualmente a pessoa.
Estes podem intensificar tanto o desejo como o prazer.
Por isso é muitíssimo conveniente que cada pessoa explore e tenha uma ideia clara do seu próprio mapa erógeno.
Este mapa pode ir mudando e evolucionando com o tempo e a experiência.
Qualquer idade é boa para a aprendizagem sexual e é sempre possível descobrir novas zonas de prazer.

Para tua introspecção:
- O que notas que a tua pele gosta?
– Conheces as tuas zonas erógenas?
– Quais são as zonas que te podem à paixão?
– Costumas explorar essas zonas erógenas, quer sejam as tuas, quer sejam alheias?
– Qual foi a tua última descoberta erógena?
– Notas que é capaz de despertar, com a tuas carícias, a sensualidade d@ teu parceir@?
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Para a maioria das pessoas, a experiência do tacto, a percepção das sensações da pele ao ser tocada, é a forma mais sensual de estimulação erótica.
Os receptores do tacto encontram-se distribuídos por todo o corpo e o contacto físico estimula-os.
Por isso pode ser muito agradável realizar uma exploração, milímetro a milímetro, do corpo.
Pode-se dizer que a pele é a zona erógena mais extensa do corpo, dado o seu grande potencial erótico.
Desde pequenos que vamos formando o mapa do nosso corpo que depende, sobretudo, do contacto que vamos tendo nas suas diversas partes.

Desta forma a pela vai-se carregando de informações, de recordações, de sensações … que podem ser agradáveis e prazenteiras, desagradáveis ou neutras.
È como se a pele contasse com um “chip” de memória dos contactos que estabeleceu e também das carícias recebidas.
Trata-se da nossa história sensual, uma espécie de compêndio afectivo.
A nossa mente vai guardando um registo táctil das pessoas que alguma vez nos mimaram, nos amaram e nos fizeram vibrar.
Quando uma pessoa é estimulada despertam-se essas recordações e associações que nalgumas ocasiões podem levar-nos a experiências muitíssimo prazenteiras.

Em termos gerais, fala-se de “zonas erógenas” para descrever esses pontos que ao serem estimulados podem excitar sexualmente a pessoa.
Estes podem intensificar tanto o desejo como o prazer.
Por isso é muitíssimo conveniente que cada pessoa explore e tenha uma ideia clara do seu próprio mapa erógeno.
Este mapa pode ir mudando e evolucionando com o tempo e a experiência.
Qualquer idade é boa para a aprendizagem sexual e é sempre possível descobrir novas zonas de prazer.

Para tua introspecção:
- O que notas que a tua pele gosta?
– Conheces as tuas zonas erógenas?
– Quais são as zonas que te podem à paixão?
– Costumas explorar essas zonas erógenas, quer sejam as tuas, quer sejam alheias?
– Qual foi a tua última descoberta erógena?
– Notas que é capaz de despertar, com a tuas carícias, a sensualidade d@ teu parceir@?
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2 comentários:
Manterei o segredo!... É a alma do negócio... Quanto ao seu comentário, dou~lhe razão. Às vezes os nomes não condizem com o conteúdo! Já agora, estou a convidar para um chá, dia oito. Faço anos de casada e não são nada poucos... aqui está a resposta... Já me esquecia, a morada é: Casa virtual, Um Olhar sobre...
Angela Ladeiro
O segredo é a alma do negócio, ou o negócio é um segredo!
Estive lá e bebi um chá.
Gosto mais do chá verde, mas para comemorar, qualquer um serve.
Muitos parabéns e a continuação da felicidade que começou há umas décadas.
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