Para ti é importante a fidelidade em relação ao teu parceiro?
Penso que numa qualquer sondagem a percentagem seria inequivocamente “Sim”.
Na nossa sociedade entende-se ou subentende-se que uma pessoa é infiel quando tem relações sexuais com uma terceira, confundindo-se fidelidade com exclusividade sexual, que são coisas diferentes.
A fidelidade é um pacto que se estabelece entre os membros da relação, convindo que seja um pacto explícito, consensual, porque o que define a fidelidade não é realmente a conduta sexual, mas sim o respeito ou cumprimento do pacto; assim, na realidade, falamos de infidelidade quando há engano e este pode dar-se de diversas formas.
Na nossa sociedade entende-se ou subentende-se que uma pessoa é infiel quando tem relações sexuais com uma terceira, confundindo-se fidelidade com exclusividade sexual, que são coisas diferentes.
A fidelidade é um pacto que se estabelece entre os membros da relação, convindo que seja um pacto explícito, consensual, porque o que define a fidelidade não é realmente a conduta sexual, mas sim o respeito ou cumprimento do pacto; assim, na realidade, falamos de infidelidade quando há engano e este pode dar-se de diversas formas.
Por exemplo, um dos parceiros pode ter uma relação do tipo afectivo em que não haja sexo, mas sim uma grande cumplicidade e ocultar a existência dessa relação ao seu parceiro, por pensar que ele não vai entender; ao inteirar-se, o outro membro sente-se traído, não tanto por ter existido essa relação, mas sim pela ocultação da mesma.
Outra situação.
Um dos parceiros decide ir a um espectáculo erótico e sem ter ideia de que não está a proceder mal, só ao fim de uns dias conta ao seu parceiro.
Este ao inteirar-se do facto, sente-se humilhado porque nunca imaginaria que o seu parceiro pudesse participar nesse tipo de situações.
Ambos os casos podem acontecer na vida real e originam situações como se fossem de infidelidade; normalmente, em nenhuma situação idêntica existe um acordo explícito sobre a fidelidade, acreditam, mutuamente que o outro ser-lhes-á fiel.
O problema é o que ambos entendem por fidelidade são coisas muito diferentes.
Um dos parceiros decide ir a um espectáculo erótico e sem ter ideia de que não está a proceder mal, só ao fim de uns dias conta ao seu parceiro.
Este ao inteirar-se do facto, sente-se humilhado porque nunca imaginaria que o seu parceiro pudesse participar nesse tipo de situações.
Ambos os casos podem acontecer na vida real e originam situações como se fossem de infidelidade; normalmente, em nenhuma situação idêntica existe um acordo explícito sobre a fidelidade, acreditam, mutuamente que o outro ser-lhes-á fiel.
O problema é o que ambos entendem por fidelidade são coisas muito diferentes.
Se a infidelidade nos impacta e gera sofrimento, não é pelo acontecimento em si, senão pela ameaça que supõe para a relação, porque a conecta com um de nossos medos mais profundos, o medo à rejeição.
Casos destes, quando acontecem, as eventuais duas pessoas a quem lhes seria ocultada a informação, poderiam pensar que isso nunca lhes sucederia, visto terem uma relação segura, plenas da confiança que o outro estaria sempre ali.
Casos destes, quando acontecem, as eventuais duas pessoas a quem lhes seria ocultada a informação, poderiam pensar que isso nunca lhes sucederia, visto terem uma relação segura, plenas da confiança que o outro estaria sempre ali.
Para muitos que pensam estar seguros (que em boa verdade a ordem social gera em torno da estabilidade matrimonial), como em tantas outras ocasiões também se aferram à ideia de que a relação é para sempre e quando se dão conta do engano, rompe-se-lhes a confiança e esta sim, é importante respeitá-la.
Podem-se ter relações sexuais fora do par ou casal, ou não, isto não define a fidelidade, mas uma vez estabelecido o pacto de que cada um é importante e tendo o compromisso de respeitá-lo, deve-se permanecer fiel.
Isto é o que preserva a confiança.
Podem-se ter relações sexuais fora do par ou casal, ou não, isto não define a fidelidade, mas uma vez estabelecido o pacto de que cada um é importante e tendo o compromisso de respeitá-lo, deve-se permanecer fiel.
Isto é o que preserva a confiança.
Porque na realidade, que tipo de fidelidade é essa que temos que manter porque não se pode actuar de outra forma?
Se estamos numa relação em liberdade, temos que escolher ser independentes e donos de nossa própria vida.
Isto é pura teoria.
A vivência demonstra-nos que as enciclopédias e as teorias também erram ou falham porque ambos os sexos pensam muito melhor com o sexo do que com a cabeça.
Se estamos numa relação em liberdade, temos que escolher ser independentes e donos de nossa própria vida.
Isto é pura teoria.
A vivência demonstra-nos que as enciclopédias e as teorias também erram ou falham porque ambos os sexos pensam muito melhor com o sexo do que com a cabeça.
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2 comentários:
Meu caro!
Sabe, eu também costumo dizer que não falo e não percebo estrangeiro...
Recuso-me a falar estrangeiro...
Em Portugal só falo português e... algarvio...
Um forte abraço
Vieira Calado
Então já fala duas línguas.
O português e o algarvio.
Eu para além do português, só sei ladrar...
Um abração.
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