As pedradas económicas escalavraram vinte países da EU, ainda que seja o nosso que mais nos dói e mais necessita de ligaduras.
Inclusivamente Obama mostra-se partidário da subida dos impostos ás classes populares, já que as outras não deixam.
Os mercados são injustos, como se sabe, mas por que é que iam ser uma excepção.
A vida também é injusta e quando chega uma tormenta, inundam-se preferencialmente as zonas suburbanas, já que nunca chove para contentar todos.
A senhora Merkel, que está a envelhecer a olhos vistos, deitou os seus olhos em Westerwelle.
Agora o seu ministro da economia canta-lhe os quarenta que ela já teve há alguns anitos.
As tensões entre sócios fazem sempre amenos os pactos e o senhor ministro acredita que é “decrépito” ajudar os desempregados de longa duração.
Ou seja, para remediar o problema, deveriam optar por morrer.
Em piedoso contraste, o nosso esforçado ministro do Trabalho e outras coisas mais, que até é uma ministra, quer que continuemos a trabalhar até aos 67 e acabar com as reformas na classe trabalhadora, (estes passam muito tempo desempregados e têm que compensar).
A resignação, que dizem ser uma virtude cristã, não deixa de ser uma entrega, ainda que se componha de coisas tão estimáveis como a resignação e a paciência.
O que sucede é que cada vez há menos resignados.
Como convencer quem tem direito à reforma, pelas normas actuais, vai ter que nascer ou renascer para a nova situação?
Terá lógica sermos atrapados a meio, ou perto do fim, por normas que não existiam quando começamos a trabalhar?

Certamente que Portugal conseguiu acumular o mesmo número de pessoal que procura trabalho, ao de pessoas que desejam abandonar o que têm.
Parece-me que temos os reformados mais jovens do mundo, alguns ainda com muito boa vista, mas que optaram por perder de vista os seus trabalhos.
Aqui incluem-se em larga escala, os políticos, essa classe nómada, que volta e meia se vão …, em mancebias reformas de "cansativos" empregos que sucessivamente vão ocupando.
Quem foram os políticos broncos e contumazes, desculpem a redundância, que até há pouco os estimularam e recompensaram por dizer adeus?
Deviam ser obrigados a aparecer em palco e saudar o público parvo.
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Inclusivamente Obama mostra-se partidário da subida dos impostos ás classes populares, já que as outras não deixam.
Os mercados são injustos, como se sabe, mas por que é que iam ser uma excepção.
A vida também é injusta e quando chega uma tormenta, inundam-se preferencialmente as zonas suburbanas, já que nunca chove para contentar todos.
A senhora Merkel, que está a envelhecer a olhos vistos, deitou os seus olhos em Westerwelle.
Agora o seu ministro da economia canta-lhe os quarenta que ela já teve há alguns anitos.
As tensões entre sócios fazem sempre amenos os pactos e o senhor ministro acredita que é “decrépito” ajudar os desempregados de longa duração.
Ou seja, para remediar o problema, deveriam optar por morrer.
Em piedoso contraste, o nosso esforçado ministro do Trabalho e outras coisas mais, que até é uma ministra, quer que continuemos a trabalhar até aos 67 e acabar com as reformas na classe trabalhadora, (estes passam muito tempo desempregados e têm que compensar).
A resignação, que dizem ser uma virtude cristã, não deixa de ser uma entrega, ainda que se componha de coisas tão estimáveis como a resignação e a paciência.
O que sucede é que cada vez há menos resignados.
Como convencer quem tem direito à reforma, pelas normas actuais, vai ter que nascer ou renascer para a nova situação?
Terá lógica sermos atrapados a meio, ou perto do fim, por normas que não existiam quando começamos a trabalhar?

Certamente que Portugal conseguiu acumular o mesmo número de pessoal que procura trabalho, ao de pessoas que desejam abandonar o que têm.
Parece-me que temos os reformados mais jovens do mundo, alguns ainda com muito boa vista, mas que optaram por perder de vista os seus trabalhos.
Aqui incluem-se em larga escala, os políticos, essa classe nómada, que volta e meia se vão …, em mancebias reformas de "cansativos" empregos que sucessivamente vão ocupando.
Quem foram os políticos broncos e contumazes, desculpem a redundância, que até há pouco os estimularam e recompensaram por dizer adeus?
Deviam ser obrigados a aparecer em palco e saudar o público parvo.
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