
.
De vez em quando na pescaria aparecem peixes gordos.
As capturas diárias só oferecem uma disseminada prata cativa, que nos há-de alimentar amanhã, ou uma esperança de que a pesca seja melhor no dia seguinte.
Talvez por isso é que foi lançada uma ofensiva, ofensiva, (não, não é engano, é só redundância), para anular os processos de peixes gordos que continuam a nadar nas águas turvas que criaram, para não serem reconhecidos, que é ao mesmo tempo o que está mais que visto e o que ninguém, ou alguém, quer ver.
Tudo é muito confuso neste momento, mas os ciclos de confusão duram muito.
Certo, certo é que temos que nos habituar a ver na obscuridade esses iluminados.
A oposição insiste sempre no mesmo, mas o governo é mais distraído na sua tese e rectifica constantemente: em 24 horas passa-se muita coisa e até os vilões podem passar a heróis.
A ministra da educação que andava nas palmas das mãos, ainda que não a apalpassem, vê-se agora apalpada frente a uma greve dos professores, que também tem que ver com o ensino de que os salários são intocáveis.
Até aqui ainda conseguimos chegar.
Ainda que funcione muito mal, Portugal é um país de funcionários e se alguém se atreve a “esquecer-se” dos seus soldos, indisponibiliza-se com meio mundo, ou seja, com quase metade do eleitorado.
Todos estamos na mesma pescaria e o grande patrão de Bruxelas prevê que nada nos salvará de um aumento do IVA.
O governo necessita de dinheiro e o Fisco também, para alimentá-lo , mas qualquer lei não deve ter um enunciado em contradição com o que nos prometeram.
O que mais falta faz, neste momento, é claridade.
Não nos confundam mais discutindo coisas comezinhas.
Por favor, ponham-se de acordo os eventuais cérebros, (se é que existem), que nos governam e os que aspiram a governar-nos, antes que a rede se rompa.
Estamos perdidos no meio rio.
Ou no mar de dúvidas que é morrer.
.
As capturas diárias só oferecem uma disseminada prata cativa, que nos há-de alimentar amanhã, ou uma esperança de que a pesca seja melhor no dia seguinte.
Talvez por isso é que foi lançada uma ofensiva, ofensiva, (não, não é engano, é só redundância), para anular os processos de peixes gordos que continuam a nadar nas águas turvas que criaram, para não serem reconhecidos, que é ao mesmo tempo o que está mais que visto e o que ninguém, ou alguém, quer ver.
Tudo é muito confuso neste momento, mas os ciclos de confusão duram muito.
Certo, certo é que temos que nos habituar a ver na obscuridade esses iluminados.
A oposição insiste sempre no mesmo, mas o governo é mais distraído na sua tese e rectifica constantemente: em 24 horas passa-se muita coisa e até os vilões podem passar a heróis.A ministra da educação que andava nas palmas das mãos, ainda que não a apalpassem, vê-se agora apalpada frente a uma greve dos professores, que também tem que ver com o ensino de que os salários são intocáveis.
Até aqui ainda conseguimos chegar.
Ainda que funcione muito mal, Portugal é um país de funcionários e se alguém se atreve a “esquecer-se” dos seus soldos, indisponibiliza-se com meio mundo, ou seja, com quase metade do eleitorado.
Todos estamos na mesma pescaria e o grande patrão de Bruxelas prevê que nada nos salvará de um aumento do IVA.O governo necessita de dinheiro e o Fisco também, para alimentá-lo , mas qualquer lei não deve ter um enunciado em contradição com o que nos prometeram.
O que mais falta faz, neste momento, é claridade.
Não nos confundam mais discutindo coisas comezinhas.
Por favor, ponham-se de acordo os eventuais cérebros, (se é que existem), que nos governam e os que aspiram a governar-nos, antes que a rede se rompa.
Estamos perdidos no meio rio.
Ou no mar de dúvidas que é morrer.
.
Sem comentários:
Enviar um comentário