O VIDEIRINHO

domingo, agosto 30, 2009

DEUSES NOS RELVADOS

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A equipa que ganhe o campeonato da Liga espanhola que está quase a começar, dará graças à santa padroeira da sua cidade.

Sem a sua celeste ajuda, considera-se que aquela bola que embateu no poste, impulsionada por um jogador da equipa adversária, teria entrado na baliza.

Santa Teresa estava convencida de que Deus anda também entre tachos e, não deve surpreender ninguém, que alguns treinadores e directores milionários, acreditem pia e firmemente que também anda pelas áreas de penálti.

Muitos jogadores benzem-se antes de entrarem em campo, mas outros jejuam em plena temporada futebolística.





É uma das diferenças mais ostensivas entre católicos e muçulmanos, se se dedicam além do mais de ganhar o céu, a ganhar o campeonato.

O Real Madrid, (como muitos outros clubes), ao qual chegou a esperança em forma de livro de cheques de Florentino Peres, chegou também o Ramadão.

Os entendidos dizem que, Benzema, Laas e Diarra, arriscam lesões, já que são estritos crentes e não podem comer nem beber, até que a luz incerta da alba, não “deixe distinguir um cabelo branco de um cabelo negro”.

Há que reconhecer que os jejuns, que são uma boa norma higiénica, são mais toleráveis entre os católicos, que inventaram as bulas.

Uma engenhosa desculpa bursátil, que permite que vão para o céu os que comem caviar e lagosta em dias de abstinência e se condenem os que ingerem sandes de torresmos.



Adão e Eva muçulmanos


Um bom muçulmano, como manda Alá, terá que abster-se de comer, beber e f… ter relações sexuais até que o sol se ponha, sem preocupar-se com o lugar que a sua equipa ocupa na tabela classificativa, já que o importante são as suas tabelas, da sua lei.

Todas estas coisas tornam mais aliciantes e emocionantes os começos dos campeonatos por essa Europa fora.

Alguns milhões de fãs, não só José Mourinho e eu, estamos desejando que comece.

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2 comentários:

Val Du disse...

:) definitivamente esse é um blog de bom humor, hehehehehehehe!

xistosa, josé torres disse...

Vai Du

Já que não podemos sorrir pelas contrariedades, não da vida, mas dos políticos ...