O VIDEIRINHO

terça-feira, agosto 04, 2009

- Que tudo morra quando eu morrer !
(É-me impossível pensar de outra maneira)

8 comentários:

Ana Maria disse...

Vivamos a vida constantemnte e insistentemente bem.
Amigo, tudo de bom para você;
tenha sono tranquilo e sonhos maravilhosos.
Beijinhos!

Daniel Costa disse...

José Torres

Cumprimento, não comento! Serei incapaz?
Abraço,
Daniel

FERNANDINHA & POEMAS disse...

QUERIDO AMIGO, QUE SAUDADES TUAS, ANDAMOS DESECONTRADOS... AGORA TAMBÉM OS MÉDICOS ANDAM COM O MEU CORAÇÃO ÁS VOLTAS... VAMOS VER NO QUE VAI DAR... ABRAÇO-TE COM MUITO CARINHO,
FERNANDINHA

xistosa, josé torres disse...

Ana Maria

... continuaremos, todos, a ser os mesmos do outro lado ...

xistosa, josé torres disse...

Daniel Costa

Também não comento.
Não conto morrer.
Sei que sou imortal.

xistosa, josé torres disse...

FERNANDA & POEMAS

E temos azar.
Os chineses que vendem de tudo, ainda que de má qualidade, ainda não vendem corações.
Nem umas míseras peças.

Vou ter confiança nos nossos vendilhões de ilusões, se bem que o problema, agora, não seja do foro clínico.

Tudo de bom e um abração.

Carlos Rebola disse...

Amigo José Torres

Já dei voltas infernais, para enganar a morte, mas parece-me que só existe uma solução, matar a própria morte. Mas estamos com pouca sorte, vivemos num país onde a pena de morte foi abolida pela Lei de 1 de Julho de 1867.
Com tantos criminosos por aí a praticá-la, ainda nenhum se lembrou de a matar para lhe roubar a foice, talvez fosse diferente se ela recebesse uma pensãozita...
Se morrer for como mudar de vida, seremos imortais e nada morre, talvez Lavoisier tivesse razão para além da química e da física.

O meu coração continua a pulsar ao ritmo da electrónica,técnicas ainda mal dominadas pela senhora morte.
Voltei com um abraço de vida.
Carlos Rebola

xistosa, josé torres disse...

Amigo Carlos Rebola

E será verdade.
Quando morrer, tudo morrerá.
Bem, talvez não seja tanto assim, porque sou imortal.
(até agora ninguém me pode contrariar).

Folgo em saber que a electrónica também faz milagres carnais.
Também usei uns fios e arames torcidos e retorcidos que me monitorizaram os batimentos da carteira.
Fraca maquia encontraram, que me foram retirados.
Agora os problemas são de outra índole, talbvez derivados da velocidade que a máquina imprimiu ao chaço e este não aguentou.

Três semanas sem conseguir respirar (só a muito custo) e sem dormir e dezenas de comprimidos depois, aqui estou para o que der e vier.
Sempre é preferível do que levar e partir.

Andei a fazer umas investigações (nem sei se já lhe disse isto), sobre o serviço militar, as ex-províncias e a actual saúde doas combatentes.

Tive uma grande ajuda de amigos meus.
O número de enfartes, AVCs e quejandos, não tem comparação com os que por qualquer motivo não foram tropa ou fizeram-na por cá.

Como ando com a internet aos soluços (prometeram-me que me resolviam o problema até ao dia 10) e vergado ao peso da consciência de que nem tudo o que sentia, mata, deixei-me desses inquéritos.
Como vou "embarcar" de qualquer maneira, quem se quiser entreter que o faça.

Agora quero é uns "canecos", uns búzios e o cheiro do leitão assado.
(tenho perto de minha casa o "Lopes dos leitões").

Já estou a ficar com água na boca e prefiro vinho.

Portanto até já e um abraço.