O VIDEIRINHO

quinta-feira, julho 22, 2010

ILAÇÕES DO MUNDIAL 2010 – (Parte I)

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Acabou!

O Mundial terminou.

A Espanha proclamou-se campeã e os nossos jogadores vão receber um prémio ... com a cauda entre pernas.

Tenho a certeza que aquele golo de Villa nos cerceou as nossas ingratas possibilidades face ao facto de jogarmos sempre com 10 ou até nove e meio.

Mais tarde, Iniesta fez bater milhões de corações espanhóis que ribombaram por Portugal inteiro; ou partido, melhor despedaçado, pelo que não fizeram os “Navegantes” que foram por água abaixo.

Portanto, é ou será um bom momento para fazer um balanço e perguntar o que nos ensinou o Mundial 2010.

Por exemplo, que nem sempre ganham os maus e que as apostas mesquinhas que vaticinavam uma vitória da Holanda na final, podem sucumbir ao romantismo da bola.



O futebol por vezes é justo e desta vez soube recompensar a audácia e a estética da Espanha.

Também aprendi que
Larissa Riquelme, bem lá no fundo, tudo isto do futebol era-lhe totalmente indiferente, queria era mostrar as mamas que suportavam um telemóvel.

Não acham?

Além disso, sei que quem alcunhou com o ápodo de “
Louco” de Abreu, era um agudo observador da realidade; ainda que a saúde mental do resto dos mortais tão-pouco atravesse, precisamente, uma idade dourada.

O que pensarão de nós as gerações do futuro quando investigarem a imprensa da nossa época e encontrem um cefalópode dominando a imprensa a cinco colunas?


Penalti a "Loco" Abreu



Aprendi algures nos bancos da vida que os polvos são criaturas inteligentes e com sentido de humor.

E com três pénis (que felizardos!!!), que não só é inteligente como também gracioso.

Desconheço totalmente o rigor científico disto, mas recordo-me de ter feito um trabalho qualquer com polvos, (bem assim como, com pombos e rãs).

Muitos anos mais tarde li, algures, uma exaustiva investigação que fazia eco de um estudo segundo o qual os polvos tendem para a homossexualidade.

As fêmeas são muito escassas em proporção com os machos e o seu período de fecundidade é efémero.

Assim, chega um momento em que há que desenrascarem-se e …


CONTINUA …

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